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by Rodrigo Pinto Rodrigo Pinto Nenhum comentário

Capítulo de Agilidade: a importância de criar um na sua empresa

Em 2012, Henrik Kniberg, consultor no Spotify, junto com outro consultor, desenharam e executaram a estrutura organizacional chamada de “Modelo Spotify”. Esse conceito, nada mais é que a cultura organizacional que a empresa iria começar a aplicar internamente.

Para entender melhor sobre o famoso “Modelo Spotify”, confira esse conteúdo aqui e esse aqui também da nossa área de Treinamentos, a Agile School.

Para conseguir chegar no modelo que conhecemos hoje, Henrik, enumerou quatro elementos fundamentais para que a estrutura desse certo. Elas são:

  • O coração desse modelo, que são as Squads;
  • As Tribos, que nada mais são do que conjuntos de Squads, direcionadas à um único tema;
  • Os Capítulos e as Guildas, que são as estruturas de apoio e horizontais.

Pode sim parecer que a estrutura que o Henrik descreve é uma estrutura matricial, na qual as empresas já faziam e se organizavam há muitos anos… Entretanto, a maneira como esse formato foi aplicado dentro do Spotify foi na vertical, ou seja, foi uma cultura organizacional focada no formato de Squads – onde a estrutura é orientada a valores e autonomia.

É interessante ressaltar também dentro dessa temática que as Squads tem uma inspiração dentro dos times Scrum e, os times Scrum por si, são inspirados no “The New New Development Product Game” – artigo da década de 80 que fala sobre empresas inovadoras como 3M, Epson, Honda, entre outras que, naquela época, já organizavam seus times de maneiras cross funcionais, com uma missão clara e específica, entre outras características.

Mas como se estruturam os Capítulos?

Os capítulos nada mais são do que a soma de pessoas em papéis semelhantes e tem como principal objetivo dar suporte àquela função. Por exemplo, se em cada Squad possui um desenvolvedor, conforme o desenho do capítulo abaixo, terá diferentes desenvolvedores naquela tribo. Com isso você cria um capítulo de desenvolvedores para que as pessoas consigam se apoiar, ajudar, trocar experiências e conhecimentos.

Para ficar mais claro o que realmente é cada um dessas estruturas, confira a imagem abaixo.

capítulo de agilidade

Os benefícios dos Capítulos nas empresas

Conseguimos entender que é nas Squads que o trabalho está, de fato, sendo aplicado diariamente, certo? Mas, para deixar esse trabalho ainda mais em sintonia e padronizado, Henrik utilizou o formato dos Capítulos para auxiliar todas as pessoas que exercem um determinado papel dentro dos times a crescerem dentro daquele conhecimento em específico.

Os principais benefícios da estrutura de Capítulos dentro das organizações são:

  • Troca de informações, excelência em conhecimento e foco no crescimento e qualidade;
  • Criação de padrões para os processos de criação, planejamento e execução;
  • Auxílio na hora de resolver problemas, bug, falhas, etc.

Importante ressaltar que dentro deste Capítulo deve existir um líder (Chapter Lead) para orientar, designar e auxiliar o resto dos integrantes dessa estrutura. Além de fazer planos de carreira, planejar bonificações, demissões ou contratações, essa liderança vai entender as necessidades em geral, apoiar os profissionais no dia a dia e desenvolver suas capacidades.

Por que criar um capítulo de Agilidade nas organizações?

As empresas que estão trabalhando em seus processos de transformação digital e estão buscando se tornarem mais ágeis, podem sim adotar o formato de capítulo de Agilidade para suas organizações justamente para alavancar a adoção de práticas ágeis na organização como um todo.

Isso tudo porque o profissional especialista em Agilidade normalmente trabalha sozinho, ou seja, ele não tem pessoas dentro do seu time e/ou squad atuando no mesmo papel que o dele para discutir situações ou para se apoiar quando algo precisa de um auxílio. Um capítulo se torna indispensável para elevar o nível de conhecimento e de aplicação da Agilidade no dia a dia.

O capítulo também pode ajudar em situações sistêmicas, isto é, em complexidades que estão fora do time daquele Agilista, por exemplo, em situações mais estratégicas e menos operacionais. Isso acontece muito em empresas que estão começando a aplicar os métodos ágeis e precisam de um apoio maior na expansão dessa cultura dentro da empresa.

Para finalizar…

Agora que entendemos o porquê de criar e manter um Capítulo de Agilidade está na hora de colocar em prática. Existem alguns passos que você pode seguir para ter um capítulo de sucesso.

  • Ter um líder de capítulo que dê suporte e facilite o dia a dia dos times;
  • Ter um canal de comunicação específico para o capítulo para compartilhar informações e aprendizados, além de encontros periódicos;
  • E uma estrutura que observa a carreira de cada um e esse plano de crescimento, seja com acompanhamento e mentoria, e/ou treinamentos e grupos de estudos.

Aproveitar o início do ano para traçar as metas estratégicas para a sua empresa é indispensável. Para te ajudar nesse processo de entender melhor como inovar dentro do seu modelo de negócio, é essencial ter especialistas como parceiros qualificados e especialistas nesse assunto.

Seja para melhorar os processos da sua área de Tecnologia e Produtos, para implementar ferramentas de gestão ou até para montar uma trilha de capacitação personalizada para seus colaboradores, nós, da Agile.Inc, podemos te ajudar.

Atuamos com consultoria para transformação ágil e digital, além de fornecermos especialistas para atuarem na sua empresa, com foco em crescimento e em dar tração no seu processo de transformação.

Além disso, como citamos acima, treinamentos são essenciais para elevar o nível de conhecimento da sua empresa e dar mais vantagem competitiva perante ao mercado. Nossas trilhas personalizadas vão desde a liderança até frameworks para a operação dos times.

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Tendências de Tecnologia e Inovação para 2022

Confira dados importantes e a opinião de grandes especialistas sobre estes assuntos

Não é novidade que cada vez mais a tecnologia e a inovação estão avançando rapidamente e tornando nossa rotina (de trabalho e pessoal) muito mais prática e funcional. Mesmo com o advento da pandemia causada pela Covid-19, nota-se o quanto essas áreas puderam ser transformadas e seguem crescendo ainda mais, mudando muito a forma como nos comunicamos, trabalhamos, moramos, passeamos, entre outras atividades.

Pensando nisso, reunimos as principais tendências de tecnologia e inovação para este ano e trouxemos dados surpreendentes e grandes especialistas para falar sobre o tema. Neste encontro ao vivo, Ivan Santos (CEO da Agile.Inc e da Agile School), Roberto Hengist (CPTO na Cogna Educação) e Luis Gama (Diretor de Inovação do Oba Hortifruti) abordaram as novidades tecnológicas para diversos setores. 

Clique aqui e assista agora o Agile Meeting

Principais tendências de tecnologia e inovação para este ano

  • Formatos de trabalho cada vez mais híbridos

Uma pesquisa com mais de 30 mil trabalhadores de 31 países, encomendada pela Microsoft para o estudo The Work Trend Index, mostrou que 73% das pessoas querem a continuação de opções de trabalho remoto flexíveis. Mas, por outro lado, o mesmo levantamento indicou que 67% dos entrevistados sentiam falta dos encontros presenciais.

Sendo assim, para este ano, os ambientes de trabalho precisarão ser muito mais flexíveis e híbridos. Com esse cenário, se torna cada vez mais importante investir em cultura, motivação, saúde física e mental das pessoas e em tecnologias que ajudem a tornar essa nova situação muito mais benéfica para todos. 

Leia também: 5 dicas para aderir o trabalho remoto com sucesso

  • Educação e Varejo cada vez mais digitalizado

Apesar de terem diversos segmentos que foram muito afetados pela pandemia, os setores de Educação e de Varejo, por exemplo, sofreram grandes impactos e tiveram que se reformular rapidamente para atender aos novos formatos de consumo nos últimos dois anos.

Os principais pontos de destaque para a inovação desse setor em 2022 são os formatos de consumo e ensino, que serão muito mais dinâmicos durante essas interações virtuais – o que já vimos bastante nesses últimos meses.

  • Inteligência Artificial e Hiperautomação

Uma pesquisa do IDC prevê que os gastos globais com inteligência artificial vão dobrar em quatro anos, chegando a US $110 bilhões em 2024. Sendo assim, a principal tendência é utilizar os benefícios dessas tecnologias de forma personalizada para os clientes. 

  • Meio de pagamentos e finanças cada vez mais tecnológicas

Tá aí um setor que só cresce, exponencialmente, a cada dia! Open banking, blockchain, finanças mais descentralizadas, moedas virtuais, mais meios de pagamentos e carteiras digitais surgindo, o boom das fintechs, entre outros movimentos… Essas são grandes tendências que vêm crescendo nos últimos anos e só tendem a aumentar em 2022.

Confira todos os detalhes citados por especialistas aqui!

  • Segurança e Privacidade de Dados

Podemos dizer que 2021 foi um ano bem desafiador quando falamos em privacidade de dados e segurança da informação. Muitos ataques cibernéticos, muita falta de segurança e controle de dados… Inclusive, a descentralização e flexibilidade do trabalho remoto é algo que poderá ocasionar ainda muitas fragilidades e falhas de segurança, podendo resultar em diversos ataques cibernéticos.

Uma pesquisa realizada pela Forrester Consulting, mostrou que 72% dos ataques cibernéticos com impacto nos negócios miram os funcionários remotos. Ou seja, além do foco em melhorar a segurança de dados já que as invasões estão cada vez mais rebuscadas, é importante ainda investir numa estrutura mais segura e deixar para trás sistemas legados e vulneráveis.

  • Hiperconectividade? 5g? Metaverso? O que mais podemos esperar?

Esse universo virtual que está crescendo vai realmente transformar a forma que vivemos e vai impactar definitivamente a maneira na qual trabalhamos. Confira as opiniões do Ivan Santos, Luis Gama e Roberto Hengist e mais dúvidas e tendências que vale analisarmos.

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Não deixe para depois

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5 dicas para aderir o trabalho híbrido com sucesso

Saiba como tornar sua organização mais segura, sustentável e produtiva para esse novo formato de trabalho

A repentina mudança para o home office causada por conta da pandemia de Covid-19 fez muitas empresas repensarem seus formatos de trabalho. Nos dias atuais – nos quais muitas pessoas já puderam retornar aos escritórios, percebeu-se o quanto um modelo híbrido pode ser satisfatório. Ou seja, alguns dias no escritório de forma presencial e, outros, trabalhando de qualquer lugar, de maneira remota e on-line.

Entretanto, com todas essas adaptações e novidades, esse assunto ainda divide muitas opiniões. Uma pesquisa com mais de 30 mil trabalhadores de 31 países, encomendada pela Microsoft para o estudo The Work Trend Index, mostrou que 73% das pessoas querem a continuação de opções de trabalho remoto flexíveis. Mas, por outro lado, o mesmo levantamento indicou que 67% dos entrevistados sentiam falta dos encontros presenciais.

Sendo assim, é notável que a maioria das pessoas querem essa flexibilidade para suas jornadas de trabalho. Isso, inclusive, é um desejo atual das lideranças, já que 82% dos líderes planejam continuar permitindo que seus colaboradores trabalhem de forma remota, ao menos uma parte do tempo, segundo pesquisa do Gartner.

Portanto, para ser um modelo sustentável e seguro, alguns pontos precisam de bastante atenção. Elencamos algumas das principais mudanças necessárias para começar a fazer agora e sua organização ter mais vantagem competitiva perante ao mercado. Confira:

Invista em tecnologias para um trabalho híbrido seguro e eficaz

A descentralização e flexibilidade farão parte do cotidiano das empresas, já que 43% dos líderes indicaram que concederão aos funcionários dias flexíveis e 42% fornecerão horários flexíveis. Entretanto, é cada vez mais comum encontrarmos fragilidades e falhas de segurança, ocasionando diversos ataques cibernéticos.

Uma pesquisa realizada pela Forrester Consulting, mostrou que 72% dos ataques cibernéticos com impacto nos negócios miram os funcionários remotos. Ou seja, é cada vez mais importante investir numa estrutura mais segura e deixar para trás sistemas legados e vulneráveis.

Conheça nossas soluções para modernizar sua estrutura de TI e formato de trabalho

Forneça ferramentas adequadas e aprimore o acompanhamento das pessoas

Quando falamos em um formato de trabalho híbrido, é importante ressaltar que ferramentas de armazenamento em nuvem, para comunicação online e ao vivo e até para gestão de times e demandas, são indispensáveis e, nos dois últimos anos, passaram a ser usadas de forma exorbitante e seguirão assim nesse modelo de trabalho.

A Microsoft afirmou que sua plataforma Teams, por exemplo, teve mais de 200 milhões de participantes em reuniões em um único dia em abril de 2020, totalizando ao que o CEO Satya Nadella descreveu como “dois anos de transformação digital em dois meses”.

Capacite os colaboradores, principalmente a liderança

Além da importância de promover uma cultura digital, a preparação dos profissionais para a implementação dessas mudanças é essencial para que o trabalho de forma híbrida seja positivo e sustentável. Capacitação focada em desenvolver as habilidades para esse novo cenário, algumas delas são:

  • Soft Skills: Comunicação, narrativa e inteligência emocional;
  • Habilidades de Gestão: Management 3.0, Gestão de conflitos, Gerenciamento de tempo, Liderança ágil;
  • Métodos Ágeis: Scrum, Kanban, práticas de Produtos Digitais;
  • Tecnologia: Programação, Análise de Dados, Inteligência Artificial, Segurança da Informação.

Outro ponto importante nesse processo é capacitar as lideranças! Toda transformação cultural e digital em uma organização, ganha muito mais corpo e robustez quando as mudanças começam de cima para baixo.

Melhore sua experiência digital interna e externa

Para finalizar, vale ressaltar que a experiência digital é mais que essencial a partir de agora! Segundo a Forrester, a previsão é de que em 2022 sejam direcionados US$10 bilhões para a área de design e customer experience, para que essas capacidades possam gerar um impacto positivo na experiência do usuário e do cliente.

Ou seja, tanto em canais de interação com colaboradores, como em toda a experiência que um usuário tem ao ser impactado por sua marca, é importante desenvolver jornadas personalizadas e que agreguem valor e gerem encantamento.

Comece já!

Para te ajudar nesse processo de adaptação para o trabalho híbrido, é essencial ter especialistas como parceiros estratégicos. Seja para melhorar seus processos de TI, para implementar ferramentas de gestão ou até para montar uma trilha de capacitação personalizada para seus colaboradores, nós, da Agile.Inc, podemos te ajudar.

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by Matheus Reis Matheus Reis Nenhum comentário

A importância de uma pessoa de Produto nas organizações

Diariamente vemos pessoas trabalhando e trabalhando muito para atingir metas ou o escopo acordado para um projeto. Raramente, vejo as pessoas e times se perguntando a razão da qual aquele projeto e entrega são importantes para a companhia.

A visão do nível estratégico criada com um objetivo futuro são rapidamente quebradas de maneira que o time que executa as demandas no dia a dia já não sabe o motivo pelo qual foi contratado.

Esse cenário é visto em empresas pequenas, médias e grandes, dentro e fora do Brasil, de diversos tamanhos e segmentos. Por conta dessas necessidades, se torna imprescindível a figura de um Product Owner ou Product Manager em algumas empresas.

Essa figura, independente do seu ramo ou contexto, é a responsável por trazer a visão de valor da empresa para os diversos níveis da companhia.

Esse papel, mesmo que em diferentes situações, exige técnicas para ajudá-lo no dia a dia, conforme o exemplo dado abaixo (figura):

 

A importância de uma pessoa de Produto nas organizações

 

Independente do framework, técnicas ou ferramentas nos quais esse especialista usa no dia a dia, um bom gestor de Produtos deve saber falar não às pessoas, priorizar e organizar as demandas e ter uma visão clara do seu Product Backlog – que é visível e comunicado a todos como um roadmap.

Cuidar de Produtos, acima de tudo, é comunicar corretamente para que stakeholders e diferentes times fiquem alinhados com sua visão, por mais que não concordem com ela.
Para isso existem técnicas de priorização de backlog, categorização, quebras do seu backlog, design thinking e uma série de outras maneiras de tornar ideias em incrementos palpáveis para a organização.

Dessa maneira, como vemos em muitas literaturas, o gestor de produtos é o grande responsável pela disseminação da visão e do valor do produto. Somado a isso, este produteiro deve buscar aprender constantemente sobre seu produto para poder inovar.

Para inovar o P.O/PM precisa estar atendo no mercado, buscar cases de sucesso e benchmarks que apliquem no seu contexto, de certa forma precisa ser alguém criativa, ou como podemos falar, co-criativa pois em muitos casos é necessário realizar processos de co-criação como o design thinking para poder sugerir experimentos que podem gerar sucesso para seu produto.

Em resumo podemos falar que:

– Um bom gestor de produto tem a visão do que ocorre com seu produto e consegue comunicar com clareza.
– Tem muito conhecimento técnico e consegue priorizar de acordo com os objetivos da organização.
– Faz com que o time se sinta engajado a colaborar, crie junto e busque constantemente melhorar o valor do seu produto.

As técnicas de gestão de produto ajudam a realizar os pontos anteriores e muito mais. Um bom produteiro deve saber seu backlog e ter uma solução lógica para isso.

E na sua organização, como você vê seu gestor de produto?

Por Matheus Reis

by Rebeca Negrão Rebeca Negrão Nenhum comentário

BAIXAR EBOOK: Transformação Digital no Mercado Financeiro

A cada dia surgem novas formas de lidar com finanças, acompanhado de um interesse cada vez maior da população geral pelo tema. O mercado financeiro no Brasil sempre foi marcado por uma forte regulamentação e estrutura concentrada. Nos últimos anos vimos surgir no país muitas startups voltadas para o mercado de serviços financeiros, as chamadas fintechs, direcionadas para pagamentos, investimentos, seguros, controle e gerenciamento de finanças, com isso de acordo com o estudo feito pela Idwall o número de agências bancárias caíram 14,9% desde de 2016.

As mudanças não se limitam à tecnologia. Inovações na forma de como fazer interagir e se relacionar com o usuário criaram um mercado de serviços financeiros mais simples e muito menos burocrático

A pandemia de Covid-19 também provocou uma mudança na relação entre consumidores e bancos, após um processo de aceleração da transformação digital das empresas. Uma pesquisa realizada pela FICO, empresa mundial em software de decisão e análise preditiva, mostra que para 65% dos brasileiros há mais disposição para abrir uma conta bancária de forma on-line em 2021 do que no ano passado. Esse estudo traz um panorama geral sobre as novidades do mercado financeiro, a digitalização do setor e principais tendências. 

Você pode ler mais sobre a Transformação Digital no Mercado Financeiro no nosso Ebook. É só acessar aqui.

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Customer Centric: a importância da Experiência de Usuário no varejo

Como a experiência de usuário e o foco no cliente  te ajudam a satisfazer de verdade o consumidor numa era cada vez mais volátil e incerta

Se tem algo que é constantemente desejado por qualquer negócio nos dias de hoje é conquistar a satisfação do cliente, seja num produto ou serviço. E sabe qual é o real motivo dessa grande disputa? É que um cliente satisfeito e feliz, com uma boa experiência de compra, tem muito mais chance de se tornar um cliente fidelizado – e esse é um dos tipos de consumidores mais valiosos para qualquer empresa, especialmente no mundo digital.

No varejo não é diferente! Como citamos num outro post aqui no blog, segundo um estudo da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), neste período de pandemia causada pela Covid-19, foram criados 150 mil novos canais de vendas online, enquanto a média mensal era de 10 mil. Ou seja, grande parte de possíveis clientes de todo o varejo estão prontos para comprar neste formato.

Mas, como o aumento do uso de redes sociais, com anúncios e conteúdos pagos surgindo em diversas formas, uma infinidade de aplicações para celulares, streamings para todos os gostos, como você está conquistando a atenção e satisfação do seu cliente? A experiência que você está proporcionando para ele é positiva? Essa jornada tem sido melhorada continuamente?

Se você não tem respostas para essas perguntas ou se essas questões nem passaram por sua mente em algum momento, temos certeza que esse artigo vai te ajudar a entender melhor esse tema e a repensar suas estratégias futuras.

A importância de ser customer centric

Antes de entender o que é na prática o termo experiência de usuário, é importante você saber o que é customer centric e seu impacto em negócios realmente modernos e digitais. O termo customer centric (em tradução livre, significa cliente no centro) é usado para denominar o conceito de colocar o cliente realmente no centro de todas as decisões e planejamento de uma empresa/produto.

Desde o primeiro momento no qual um consumidor em potencial tem contato com a marca, passando pelas diferentes etapas de jornada de compra, pós-venda e até a forma como usa o produto, todas as estratégias para esses processos são desenvolvidas colocando o cliente no centro desse plano.

Essa forma de pensar, que tem ganhado cada vez mais espaço com a transformação digital na qual as empresas vêm passando, está diretamente relacionada com as práticas de experiência de usuário, que vamos explicar a seguir.

Leia também: Você parece Ágil, mas não tem foco no Cliente? Provavelmente está perdendo o jogo!

Experiência de usuário na prática

O termo User Experience (UX), ou seja, Experiência de Usuário é a real experiência que o consumidor tem ao ter contato com um produto e/ou serviço. O objetivo das práticas de UX são tornar negócios mais atrativos, intuitivos e desejáveis, claro, prezando sempre pela eficiência, a fim de tornar aquele usuário um cliente, da melhor maneira possível.

Essa experiência positiva pode ser criada em quaisquer canais de contato com o usuário. Em sites e aplicativos para celular, por exemplo, o foco é em deixar a navegação muito mais fluida para que o cliente encontre rapidamente as informações que procura, sem ter dificuldades para resolver o que precisa naquele determinado canal.

Para garantir essa jornada focada no cliente e em suas necessidades, os especialistas em User Experience atuam com questões funcionais e práticas, mas também com todo o lado emocional da experiência, promovendo então melhores resultados para uma empresa, já as chances de conversão crescem com essas práticas. 

Esse planejamento, focado na experiência do usuário, também pode economizar esforço e dinheiro, e aumentar os lucros de sua empresa. Segundo o livro de Robert Pressman, “Engenharia de Software: Uma Abordagem Profissional”, a cada R$ 1,00 gasto em UX para resolver um problema durante o planejamento do produto, R$10,00 seriam gastos para resolver o mesmo problema no desenvolvimento e R$ 100,00 ou mais para que o problema fosse resolvido depois que o produto fosse lançado. 

Ou seja, além de evitar problemas, esse planejamento focado no usuário também pode direcionar e facilitar o caminho entre o cliente e seu produto. Vale ressaltar ainda que um recente estudo realizado pela Forrester Research revelou que uma interface de usuário bem projetada pode aumentar a taxa de conversão de um site em até 200%, e uma boa experiência de usuário pode subir as taxas de conversão em 400%. 

Como fazer essa transformação?

Ser mais digital e mais ágil não é apenas estar num ambiente digitalizado e estar pronta para responder rapidamente à mudanças. Para estar preparada para essas constantes transformações, uma empresa precisa, primeiramente, evoluir sua mentalidade e cultura.

Ok, mas quais são as características de organizações que são realmente customer centric e se preocupam com a experiência do usuário e cliente? São essas:

  • Times começam a solucionar situações pela necessidade do cliente para definir a melhor solução viável;
  • As pessoas sabem a jornada dos usuários e personas de forma clara;
  • Áreas de Negócios e Tecnologia da Informação, por exemplo, trabalham diariamente em conjunto, de forma colaborativa;
  • As entregas são focadas em realmente gerar valor;
  • Experiências similares em todos canais (omnichannel), sejam digitais ou físicos;
  • Times trabalham em ciclos curtos para coletas de feedbacks com clientes;
  • Análises baseadas em dados;
  • Foco no cliente e também em suas emoções;
  • Objetivos da empresa com foco em negócios ou cliente, ou seja, para gerar valor e não apenas metas para entrega de projetos;

Comece já!

Para finalizar, é importante lembrar que, qualquer mudança de mindset é uma jornada longa, porém repleta de benefícios para sua empresa e seus clientes. Por isso, procure especialistas capacitados para criarem junto com você esse mapa da transformação do seu negócio, para ser mais ágil e digital da maneira correta. 

Veja como transformamos a experiência de usuário do app do Sem Parar, um dos principais serviços de pagamento de pedágios, estacionamentos, drive-thrus, postos de combustível e outros estabelecimentos credenciados, que teve um aumento de 315% da base de usuários com a nossa consultoria. Agende um papo com um de nossos consultores e entenda como podemos te ajudar a ter melhores resultados.

by Agile.Inc Agile.Inc Nenhum comentário

O futuro do varejo é digital

O mundo está mudando e está cada vez mais tecnológico e digital. Com isso, já é um fato que as pessoas realmente estão se adaptando e aderindo a novas formas de consumir qualquer tipo de produto e/ou serviço.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), entre janeiro e novembro de 2020, as compras realizadas online cresceram 70,3% em comparação com 2019.

Já o faturamento atingiu a marca de R$ 115,32 bilhões, 69,6% a mais que o ano anterior.

E um dos pontos de alavanca de todo esse movimento, causado especialmente por conta desse período de pandemia (causada pela Covid-19), foi o fechamento das lojas físicas.

As empresas tiveram que se adaptar e migrar seus negócios para e-commerces e os que já vendiam online, tiveram que escalar e ampliar sua atuação.

Segundo esse estudo da Abcomm, foram criados 150 mil novos canais de vendas online neste período de pandemia, enquanto a média mensal era de 10 mil. Ou seja, esses dados indicam que o setor tem passado por uma grande transformação. 

Falando em comércio online, se esse já era um mercado em ascensão, tanto a pandemia, como a crescente onda de transformação digital, só fez esse movimento se acelerar.

O faturamento de compra e venda de produtos pela internet, cresceu 41% em 2020, com mais de 194 milhões de pedidos feitos por consumidores brasileiros no ano. 

Segundo dados do estudo Webshoppers (Ebit/Nielsen & Bexs Banco), essa foi a maior alta percentual desde 2007 e as vendas somaram cerca de R$ 87,4 bilhões no período.

Mas, você que atua nesse setor ou que tem um negócio impactado por ele, deve estar se perguntando agora: o que vem por aí? Qual o futuro do varejo pós pandemia?

 

Seja digital ou morra!

É isso mesmo! Independente de qual seja o seu negócio varejista, de moda ao supermercado, a digitalização é a bola da vez!

Durante o primeiro trimestre de 2021, dados da Neotrust mostram que houve uma continuidade no crescimento das vendas online no Brasil.

Segundo o estudo publicado na Exame, o varejo digital faturou R$ 35,2 bilhões no primeiro trimestre de 2021 – um aumento de 72,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Só este ano foram realizadas 78,5 milhões de compras on-line no período (volume 57,4% maior do que o registrado em 2020), com ticket médio de R$ 447,90, valor 9,4% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

Toda essa alta faz com que os negócios se tornem cada vez mais digitais e mais seguros, focados nas necessidades do consumidor e com um modelo de atuação mais flexível e adaptável.

E isso vai muito além da adoção de novas e melhores tecnologias! 

Ser uma organização digitalizada é usar tecnologias digitais para aprimorar modelos de negócios. Por exemplo, novos e mais novos canais de atendimento, serviços através de aplicações mobile, atualizações que ajudam a melhorar o relacionamento com o cliente.

Já um processo de transformação digital vai muito além da adoção de melhores tecnologias. Engloba diversas práticas, ferramentas e, principalmente, uma nova cultura organizacional.

A mudança que as empresas que querem ter vantagem competitiva atualmente precisam fazer é muito mais sobre pessoas do que sobre tecnologia. Esse processo é pautado por:

  • Mudanças organizacionais centradas no cliente;
  • Apoiadas por uma liderança servidora;
  • Junto à uma nova cultura corporativa;
  • Com a alavancagem de tecnologias que habilitam a autonomia das pessoas.

 

Ou seja, se todo este processo de digitalização e cultura digital ainda não está acontecendo em sua organização, você está perdendo dinheiro!

 

Como iniciar essas mudanças na prática

Para ser digital de verdade, é importante entender que alguns pilares são os principais para começar esse processo de transformação digital:

 

Cultura

Como já dito anteriormente, é muito importante que haja uma mudança de cultura na organização, já que essa é umas das principais áreas que mostram se uma empresa é realmente digital.

Afinal, tudo se resume em uma mudança cultural e de mindset. 

Nesse pilar, as principais mudanças que percebemos no dia a dia de trabalho aqui na Agile.Inc ajudando as empresas, são:

  • Colocar realmente o cliente como ponto central do seu negócio;
  • Ter uma cultura de inovação aplicada;
  • Empoderar os times, mas com alto alinhamento;
  • Criar uma cultura de “não ter medo de falhas” e
  • ter mais transparência nas ações, decisões e planos 

 

Capacidades Internas

Os times da sua empresa precisam começar a resolver questões mais complexas, logo, precisarão ter novas habilidades e se capacitar para acompanhar a transformação

É importante que os profissionais da sua organização:

  • Saibam trabalhar com novas tecnologias (Big Data, Blockchain, Machine Learning, entre outras);
  • Possuam agilidade no desenvolvimento de produtos,
  • Tenham uma gestão lean na concepção de produtos;
  • Façam uso do design de maneira estratégica.

 

Essas são algumas das capacidades que os profissionais precisam desenvolver para ser mais digital, dependendo do contexto de cada negócio.

Quando o assunto é compra e venda online, por exemplo, haverão diversas outras capacidades específicas importantes a serem adotadas. 

 

Estrutura e Governança

Como a sua empresa está organizada? A forma que a estrutura e a governança da sua empresa é composta mostra se ela ainda está num paradigma tradicional ou digital.

Para descobrir isso, é preciso levantar alguns questionamentos, como por exemplo:

  • Como as áreas da empresa estão estruturadas?
  • Como quebrar os silos da organização?
  • Como o budget é definido?
  • Como as iniciativas são priorizadas?
  • Como o acompanhamento do trabalho é feito de forma transparente?
  • Como criar maior eficiência operacional, por exemplo, com automação? 

 

Esses são apenas alguns exemplos de questionamentos que são abordados durante essa transição de empresas que trabalham de forma tradicional, para as que já são adequadas para a era digital.

Por isso, é importante ter os especialistas corretos te ajudando nesse processo de mudanças, te indicando a melhor forma de estruturar sua empresa para ser mais moderna e tecnológica. 

 

Pessoas

Todos os membros das suas equipes sabem seus papéis e responsabilidades? Numa organização com a cultura digital é importante ter essas questões resolvidas de forma clara, para ter pessoas mais engajadas.

  • Papéis e responsabilidades (destacando que, não adianta estar apenas definido, mas deve ser seguido e monitorado de forma natural por todos envolvidos), 
  • Como está a motivação das pessoas;
  • E qual modelo de liderança a ser aplicado. 

 

Modelos de Negócios

O quinto pilar que acreditamos ser primordial para um processo de transformação digital consiste em pensar em novos modelos de negócios para essas novas formas de consumo – que se adaptam cada vez mais.

Como já citamos anteriormente aqui neste texto, a forma como as pessoas compram serviços e produtos está mudando e as empresas precisam se adaptar o mais rápido possível.

Pode ser que seu negócio já possui algum desses pilares já bem desenvolvido, outros nem tanto…

Para nós da Agile.Inc, não existe uma regra de qual área precisa ser trabalhada primeiro, entretanto, acreditamos muito que alguns pontos são alavancas propulsoras para a transformação de uma empresa, como:

  • Desenvolver e capacitar a liderança;
  • Desenvolver e capacitar os times de forma personalizada;
  • Aplicar e implementar conceitos de Agilidade para trabalhar de uma forma mais eficiente e eficaz.

 

Para finalizar, vale ressaltar que todo processo de mudanças, principalmente uma transformação digital e a implementação de novas tecnologias e/ou um nova forma de se trabalhar, é complexo e cheio de incertezas.

Mas, é num ambiente como este no qual surgem as melhores inovações, com soluções simples que geram muito mais valor para uma organização e seus clientes.

 

Nossa dica final é reunir os melhores especialistas que puder para te ajudar nessa transformação digital e nós podemos te ajudar nisso! Fale com um de nossos consultores e entenda como ajudamos grandes empresas brasileiras a modernizar seus negócios.

by Thiago Fregni Thiago Fregni Nenhum comentário

Como a transformação digital está ajudando a reter e contratar talentos em um mercado cada vez mais competitivo

A contratação de profissionais da área de Tecnologia da Informação está cada vez mais difícil.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até o ano de 2024, o Brasil precisará de 420 mil profissionais de Tecnologia da Informação (TI).

A Brasscom alerta ainda que o país forma, aproximadamente, 46 mil profissionais por ano. 

Com estes dados fica claro, que a capacidade de formação de profissionais não será suficiente para suprir todas as posições existentes no mercado de trabalho. 

Além disso, durante a pandemia causada pela Covid-19, as possibilidades se expandiram já que muitas empresas adotaram o home office e liberaram a contratação de profissionais em outras cidades, estados e até mesmo países. 

Tudo isso torna a atração de talentos mais difícil. Com um mercado aquecido e em constante evolução, atualmente, os candidatos não olham apenas o salário e o pacote de benefícios oferecidos, mas sim o que a empresa tem a oferecer em relação a ambiente de trabalho, cultura, flexibilidade e crescimento. 

 

E o que isso tem a ver com transformação digital? 

Durante as consultorias que tenho feito, venho percebendo que, uma das motivações  mais comuns entre meus clientes para transformação digital têm sido a necessidade de ter um ambiente mais digital, ágil e com tecnologias mais recentes, pois, na hora de contratar ou até mesmo de reter profissionais, isso tem contado e feito muita diferença.

Frases como “O modelo de trabalho de vocês é ágil?”, “O time tem Product Owner e Scrum Master?”, “Vocês utilizam práticas de DevOps?” e “Pós pandemia, continuará o home office?” têm sido constantes durante as entrevistas com os candidatos e candidatas.

Se para a maioria destas perguntas as respostas forem “não”, combinada com uma stack tecnológica antiga, as pessoas preferem buscar uma oportunidade que traga este tipo de cenário citado nos questionamentos acima.

Trabalhar em um ambiente colaborativo, onde as pessoas possam trazer novas ideias e atuar com tecnologia de ponta, têm sido um grande motivador para estes profissionais.

E é com estas dores que executivos de tecnologia cada vez mais tem utilizado a transformação digital como possível forma de endereçar estas questões.

 

A transformação é organizacional e cultural

Como construir um modelo de trabalho que seja colaborativo, utilize a cultura ágil, práticas de engenharia e gestão de produtos digitais, sem perder a essência da organização, é o que nossos clientes têm buscado.

Onde, antes, empresas que queriam ser ágeis ou digitais para estarem na vanguarda do mercado, hoje nota-se isso como uma necessidade de atrair e reter seus talentos, para aí sim estarem realmente preparados e garantindo vantagem competitiva.

Vocês têm visto este cenário também? Como tem sido isto em sua organização?

 

Por Thiago Fregni

 

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by Ivan Santos Ivan Santos Nenhum comentário

O entrosamento do time é mais importante que as habilidades individuais

Durante os processos de consultoria e até de treinamentos de liderança, vejo que os gestores que estão montando equipes novas – seja contratando um novo colaborador ou realocando internamente, têm um pensamento muitas vezes individualizado sobre aquele determinado profissional.

– Qual o currículo?
– Onde estudou? Trabalhou?
– Cursos? Certificações?

 

Tudo isso faz muito sentido, é super importante e necessário. Porém, um ponto que pode ficar fora do radar de muitos contratantes é:

Como esse candidato irá interagir com os demais membros da equipe?
Como trabalharão em conjunto?

Pode parecer algo simples, mas é realmente muito impactante no dia a dia de um time e da organização como um todo, consequentemente.

 

“Para gerir de forma eficaz, você deve se concentrar nas INTERAÇÕES das pessoas, ao invés de seu comportamento separadamente.” (Russell Ackoff, modificado)

 

Para ilustrar um pouco mais o tema, vou utlizar a equipe de futebol do Barcelona, um dos times mais vencedores da história e um famoso exemplo vindo dos esportes coletivos.

Os princípios por trás da filosofia vencedora do Barcelona estava, não em ter os melhores jogadores (por mais que fossem muito bons), porém o melhor “arranjo”, entrosamento, conexão, sinergia do time…

No futebol, não tem segredo: para dominar a partida, em primeiro lugar é necessário a posse de bola. Para que isso aconteça, cada jogador deve ter a habilidade de receber e tocar a bola com rapidez para quem está mais à frente.

Porém, para que isso aconteça com sucesso, não contamos exclusivamente com as habilidades individuais de quem tem a bola. O posicionamento de quem está sem a bola é mais do que fundamental.

Ou seja, para que o jogador que está com a bola tenha possibilidade de passe, os demais jogadores devem participar e se posicionar em relação ao companheiro de equipe. Não é ação isolada de um, mas toda a movimentação do grupo.

Ao estabelecer um toque de bola rápido, contínuo e envolvente, o time do Barcelona conseguia manter suas possibilidades de ataque, desarmando as posições da defesa adversária.

E como ferramenta oposta, o mesmo Barcelona abafava o jogo no campo do inimigo, sem deixar espaço para o toque de bola do adversário. A esse estilo de jogo foi dado o nome de tic-tac, simbolizando o toque rápido e contínuo, assim como um ponteiro de relógio.

O exemplo futebolístico deixa claro que a maneira como as pessoas interagem entre si é o maior responsável pelos resultados de uma equipe, não as ações individuais de um só jogador.

Se fosse assim, um só jogador teria de pegar a bola e passar por todos os adversários em direção ao gol. Nem o mais genial de todos seria capaz de fazê-lo de forma consistente.

 

Indivíduos e INTERAÇÕES mais que processos e ferramentas.
(Manifesto Ágil)

 

No fim do dia, esse é mais um princípio ágil sendo posto em prática. Por isso, quando gestores estão contratando ou programando realocações, devem pensar em como a equipe resultante vai jogar em conjunto.

Da mesma maneira, quando estamos pensando numa empresa vencedora, o “toque de bola” entre os departamentos/equipes deve ser fluído para aumentar as chances de vencermos a partida.

Boa semana! #BeAgile

by Rodrigo Pinto Rodrigo Pinto Nenhum comentário

Design Thinking: como um modelo de pensamento pode ajudar a solucionar problemas

A busca das empresas por soluções inovadoras para problemas complexos e comuns do dia a dia dos negócios modernos é enorme.

Por isso, grande parte dos líderes e responsáveis por tomar certos tipos de decisão são formados por pessoas que possuem o pensamento criativo, crítico e rápido.

Entretanto, em algum momento o bloqueio chega e a dificuldade de resolver problemas aumenta cada vez mais.

Pensando nisso, é preciso estruturar novas condições e modelos de trabalho para solucionar essas questões.

Entre elas, o processo de Design Thinking é essencial para empresas que precisam de mais inovação e vantagem competitiva.

 

O que é Design Thinking?

Design Thinking é o nome dado a um processo de pensamentos críticos e criativos que permitem a organização de ideias que ajudam nas tomadas de decisões.

É importante deixar claro que não é um método a ser seguido, como uma receita de bolo, mas sim uma forma de abordagem para melhor auxiliar nas soluções.

Esse modelo, pode aumentar os insights e a forma como aplicá-los.

O principal conceito do Design Thinking é que o processo seja realizado de forma colaborativa e coletiva, reunindo o máximo de informações e perspectivas possíveis.

Existem diferentes momentos e ações onde as empresas aplicam o Design Thinking, um deles é na solução de problemas independentes do tamanho e suas magnitudes.

Através das perspectivas diferentes é possível ter uma visão maior e uma solução mais clara.

Uma outra forma comum de utilizar esse processo é na elaboração e criação de novos produtos e serviços.

Com a participação de todas as áreas da organização é possível acrescentar valor nos itens que estão sendo criados, aumentando as chances de sucesso.

Vamos deixar claro que cada caso é um caso, o importante é a empresa seguir o processo da forma que mais se adequa a sua forma de trabalho, não existe uma fórmula correta para se seguir e implementar o Design Thinking, porém existem algumas etapas que podem te ajudar nesse processo.

 

As 4 etapas do Design Thinking

Como falamos anteriormente, não existe um processo a ser seguido fielmente para você passar a aplicar o Design Thinking na sua empresa, entretanto existem algumas etapas que se você seguir pode facilitar a implementação e os resultados.

 

Imersão

Essa primeira etapa, pode ser considerada uma das mais importantes pois é através dela que você irá se aprofundar em tudo que acontece dentro da empresa.

Sugerimos que faça uma análise SWOT, que mapeia os pontos fortes e fracos do seu negócio, ameaças e oportunidades, além de apresentar uma visão interna referente a perspectivas de fora, ou seja, como as pessoas estão vendo o seu negócio.

Pensando em ter essa perspectiva, sempre colete feedbacks de clientes, colaboradores, não clientes e prospects, se aprofunde na política organizacional da empresa.

Com toda essa visão do seu negócio, será possível criar soluções mais certeiras para os problemas que costumavam enfrentar.

Mas não se esqueça NUNCA de analisar cenários comportamentais da região e do país, isso influência em muitos aspectos dos pontos que irá analisar.

 

Ideação

Após a imersão você e sua equipe já terão conseguido observar quais pontos precisam de atenção e mudanças urgentemente, quais conseguem ficar mais para o futuro e quais não precisam ser mexidos.

Identificando essa parte, você já consegue partir para a ideação que nada mais é que colocar em prática as ideias que tiveram referente aos conflitos identificados na etapa 1.

Na hora de trazer à tona as ideias, é importante utilizar técnicas como o big data para aumentar as chances de sucesso das ideias e alcançar o objetivo desejado.

 

Prototipação

Após a junção de ideias, é hora da equipe se reunir e definir quais dessas ideias podem trazer mais resultados para o negócio.

Para que a ideia principal tenha um bom resultado é necessário criar protótipos e ir testando, assim conforme os resultados entregues é possível ir melhorando a cada etapa e na entrega, serão poucas ou nenhuma falhas que terão que ser ajustadas.

Caso seja um serviço, o seu protótipo pode ser algo mais visual e teórico, como gráficos, imagens que representam o resultado esperado daquele serviço.

 

Desenvolvimento

A última etapa é a hora de tirar tudo do papel, ter feito todos os testes e colocar em prática!

É nessa etapa que você irá lançar o seu produto ou serviço e precisará usar de todos os métodos para chamar a atenção do público para isso, como, ações de marketing, ações com os clientes já existentes, apresentar aos colaboradores e etc.

Mas, não é porque chegou ao final desta etapa que o processo todo chegou ao fim, muito pelo contrário, é necessário continuar medindo e acompanhando o desempenho dessa nova mercadoria ou serviço.

 

 

Os benefícios de investir no Design Thinking

Todos sabemos que uma empresa avalia seus lucros e investimentos através do retorno que é obtido por meio de suas vendas, custos e etc.

É nesse ponto que o Design Thinking entra, pois seu custo de implementação é extremamente baixo e o resultado que ele traz para o seu negócio perante a concorrência é enorme.

E isso pode ser de fato, um diferencial para sua empresa ao se colocar à frente dos seus principais concorrentes, sendo uma consequência um lucro maior, uma marca mais fortalecida.

Além de benefícios em dinheiro e imagem no mercado, o design thinking consegue agregar e engajar os colaboradores de todas as áreas e o resultado se torna muito positivo.

Pois, os colaboradores se sentirão valorizados pela empresa e isso motiva os abraçarem a cada vez mais o propósito da organização fazendo com que a jornada até o objetivo principal seja ainda mais rápida e eficiente.

 

O que o Design Thinking proporciona para sua empresa

Atualmente, esse tema está bem difundido, principalmente entre as empresas que possuem visão de produto.

Com esse artigo, sabemos agora o que é e para que funciona o Design Thinking, mas se você ainda está em dúvida sobre como esse processo pode ajudar na sua empresa, vale destacar alguns benefícios:

 

Compreender os clientes: o Design Thinking permite que o negócio seja visto de fora para dentro, ou seja, a visão de quem está sendo impactado de fora da empresa. Com isso, você consegue entender os tipos de clientes que você possui e atrai, além de conseguir criar uma experiência maior a eles e entregar mais valor.

 

 

Entender o negócio: Entender as pessoas de dentro do negócio/empresa é fundamental para mapear os processos de trabalho e assim conseguir compreender o que pode ou não ser feito e melhorado.

 

 

Cocriar soluções: É aqui que é possível sugerir melhorias dos processos junto a cultura da empresa em colaboração com times internos e externos do negócio.

 

3 ferramentas que podem ser usadas no processo de Design Thinking

Para finalizar o tema, ainda falando sobre como estruturar esse processo de Design Thinking, é importante definir as ferramentas que mais se adequam a realidade de cada produto para serem utilizadas nesse momento:

 

Brainstorm

O brainstorm é uma dinâmica em grupo que consiste em compartilhar ideias e soluções para um problema que o time está enfrentando.

São sessões sem nenhum tipo de julgamento do que é certo ou errado, assim como diz a tradução literal “tempestade de ideias”.

 

Mapas Mentais

Os mapas mentais são muito eficientes para organizar, desenvolver ideias e pensamentos. O objetivo é deixar visivelmente, o mais claro possível, todo o processo de criação e pode ser muito útil para novos insights ao longo deste processo de Design Thinking;

 

Cocriação com Clientes

Tem se tornado cada vez mais comum a participação de usuários e consumidores no processo criativo do projeto, seja ele um produto ou serviço.

Isso porque você terá uma visão da sua marca do mundo externo do seu negócio. Além disso, os seus clientes podem trazer grandes insights para a evolução do seu projeto, já que sua visão é completamente diferente da formada pelos stakeholders da organização.

 

E se você ainda sente dificuldade em encontrar o modelo ideal para melhorar os resultados do seu negócio ou produto digital, marque uma conversa conosco.

Em um breve diagnóstico, te ajudamos a traçar um plano de ação concreto para te dar mais resultados e vantagem competitiva. Venha bater um papo conosco!

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