Author: Thiago Fregni

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Como a transformação digital está ajudando a reter e contratar talentos em um mercado cada vez mais competitivo

A contratação de profissionais da área de Tecnologia da Informação está cada vez mais difícil.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até o ano de 2024, o Brasil precisará de 420 mil profissionais de Tecnologia da Informação (TI).

A Brasscom alerta ainda que o país forma, aproximadamente, 46 mil profissionais por ano. 

Com estes dados fica claro, que a capacidade de formação de profissionais não será suficiente para suprir todas as posições existentes no mercado de trabalho. 

Além disso, durante a pandemia causada pela Covid-19, as possibilidades se expandiram já que muitas empresas adotaram o home office e liberaram a contratação de profissionais em outras cidades, estados e até mesmo países. 

Tudo isso torna a atração de talentos mais difícil. Com um mercado aquecido e em constante evolução, atualmente, os candidatos não olham apenas o salário e o pacote de benefícios oferecidos, mas sim o que a empresa tem a oferecer em relação a ambiente de trabalho, cultura, flexibilidade e crescimento. 

 

E o que isso tem a ver com transformação digital? 

Durante as consultorias que tenho feito, venho percebendo que, uma das motivações  mais comuns entre meus clientes para transformação digital têm sido a necessidade de ter um ambiente mais digital, ágil e com tecnologias mais recentes, pois, na hora de contratar ou até mesmo de reter profissionais, isso tem contado e feito muita diferença.

Frases como “O modelo de trabalho de vocês é ágil?”, “O time tem Product Owner e Scrum Master?”, “Vocês utilizam práticas de DevOps?” e “Pós pandemia, continuará o home office?” têm sido constantes durante as entrevistas com os candidatos e candidatas.

Se para a maioria destas perguntas as respostas forem “não”, combinada com uma stack tecnológica antiga, as pessoas preferem buscar uma oportunidade que traga este tipo de cenário citado nos questionamentos acima.

Trabalhar em um ambiente colaborativo, onde as pessoas possam trazer novas ideias e atuar com tecnologia de ponta, têm sido um grande motivador para estes profissionais.

E é com estas dores que executivos de tecnologia cada vez mais tem utilizado a transformação digital como possível forma de endereçar estas questões.

 

A transformação é organizacional e cultural

Como construir um modelo de trabalho que seja colaborativo, utilize a cultura ágil, práticas de engenharia e gestão de produtos digitais, sem perder a essência da organização, é o que nossos clientes têm buscado.

Onde, antes, empresas que queriam ser ágeis ou digitais para estarem na vanguarda do mercado, hoje nota-se isso como uma necessidade de atrair e reter seus talentos, para aí sim estarem realmente preparados e garantindo vantagem competitiva.

Vocês têm visto este cenário também? Como tem sido isto em sua organização?

 

Por Thiago Fregni

 

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A agilidade funciona para áreas como Marketing, RH, Jurídico ou Operação?

Entenda como é possível ter mais produtividade e entregas efetivas em qualquer área de sua empresa e tornando-los mais ágeis

Será que consigo aplicar agilidade em qualquer área da empresa?
A resposta é SIM, mas depende de alguns pontos.

Ser ágil hoje em dia deixou de ser uma particularidade de TI ou de Produtos Digitais. Grandes organizações possuem diversos projetos em todos os departamentos, que buscam:
– Antecipação do RoI
– Inovar mais
– Melhorar os processos existentes
– Atender melhor às necessidades e objetivos da área

Os projetos hoje em dia estão cercados de complexidade e não conseguimos prever antecipadamente tudo que precisamos fazer para atingir os objetivos, e nem como fazer os times produzirem e se comunicarem mais.

Os times acabam tendo problemas diversos como:

  • Muitas interferências externas
  • Mudanças de prioridade
  • Baixa visibilidade e transparências
  • Muitas incertezas com relação as necessidades do cliente

O problema não está muitas vezes no profissional – você tem pessoas boas que trabalham muito (às vezes, nem tanto), mas, no final surge o sentimento que algo está travado e que não conseguiram entregar o necessário para a empresa.

Os modelos tradicionais de gestão através de microgerenciamento focado eficiência/produtividade das pessoas, exigem cada vez mais e o resultados não chegam a lugar algum.

Além dos prejuízos financeiros, este cenário impacta diretamente na produtividade e moral do time e isto gera frustração para todos os envolvidos.

Você já se viu nesta situação? Se sim, fique calmo. Existe sim, uma luz no fim do túnel.

Nós podemos nos apoiar no método científico para isto e promover a agilidade em qualquer área da empresa. Ao utilizar um processo empírico conseguimos, através de ciclos curtos, validar uma hipótese, aprender com os feedbacks e adaptar o plano se necessário.

Veja como foi a adoção da Agilidade na Roche

Quando falamos de agilidade em qualquer área da empresa, na verdade estamos falando de organizações que aprendem!

O primeiro passo é prover transparência! Deixamos muito claro: 

  • quais são objetivos; 
  • as falhas;
  • o plano de ação;
  • os próximos entregáveis. 

Com a transparência, iniciamos ciclos curtos de inspeção e adaptação.
Isso gera confiança entre todos os envolvidos e abra caminho para melhoria contínua.

Muitas vezes temos uma equipe muito boa, mas, sem ferramental para entregar mais.

A agilidade provê as ferramentas para dar apoio para essas equipes brilharem. Os problemas cada vez mais se tornam visíveis e ações são tomadas para esta melhoria.

Em muitos casos temos problemas de falta de foco, cada pessoa do time tem metas diferentes, e em períodos de fechamento de ciclo cada um começa a olhar exclusivamente para sua meta e deixa a equipe em segundo plano.

Através dos ciclos de Transparência, Inspeção e Adaptação conseguimos entender o que está ocorrendo e fazemos as adaptações necessárias

Muitas vezes a própria organização crias essas barreiras que impedem o time de focar na geração de valor.

Em um dos projetos pelos quais passei um dos diretores disse:
“Ninguém nessa empresa imaginava que conseguiríamos fazer tudo isso em três meses!” Neste caso foi uma iniciativa de CRM, não havia desenvolvedores de softwares, na maior parte eram pessoas de áreas negócio como marketing e vendas.

O time teve que aprender a dizer não, ajudamos eles a definir um objetivo, claro de curto prazo e o time todo trabalhou focado neste objetivo.
E sabe o mais bacana de tudo isso? O time trabalhou em um ritmo sustentável, sem necessidade de horas extras.

Quer entender mais como este processo funciona e como podemos te ajudar a se tornar uma organização ágil? Clique aqui e entre em contato!

Teremos um imenso prazer em contar com mais detalhes em um bate-papo.

Um abraço!

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