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Tendências de Tecnologia e Inovação para 2022

Confira dados importantes e a opinião de grandes especialistas sobre estes assuntos

Não é novidade que cada vez mais a tecnologia e a inovação estão avançando rapidamente e tornando nossa rotina (de trabalho e pessoal) muito mais prática e funcional. Mesmo com o advento da pandemia causada pela Covid-19, nota-se o quanto essas áreas puderam ser transformadas e seguem crescendo ainda mais, mudando muito a forma como nos comunicamos, trabalhamos, moramos, passeamos, entre outras atividades.

Pensando nisso, reunimos as principais tendências de tecnologia e inovação para este ano e trouxemos dados surpreendentes e grandes especialistas para falar sobre o tema. Neste encontro ao vivo, Ivan Santos (CEO da Agile.Inc e da Agile School), Roberto Hengist (CPTO na Cogna Educação) e Luis Gama (Diretor de Inovação do Oba Hortifruti) abordaram as novidades tecnológicas para diversos setores. 

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Principais tendências de tecnologia e inovação para este ano

  • Formatos de trabalho cada vez mais híbridos

Uma pesquisa com mais de 30 mil trabalhadores de 31 países, encomendada pela Microsoft para o estudo The Work Trend Index, mostrou que 73% das pessoas querem a continuação de opções de trabalho remoto flexíveis. Mas, por outro lado, o mesmo levantamento indicou que 67% dos entrevistados sentiam falta dos encontros presenciais.

Sendo assim, para este ano, os ambientes de trabalho precisarão ser muito mais flexíveis e híbridos. Com esse cenário, se torna cada vez mais importante investir em cultura, motivação, saúde física e mental das pessoas e em tecnologias que ajudem a tornar essa nova situação muito mais benéfica para todos. 

Leia também: 5 dicas para aderir o trabalho remoto com sucesso

  • Educação e Varejo cada vez mais digitalizado

Apesar de terem diversos segmentos que foram muito afetados pela pandemia, os setores de Educação e de Varejo, por exemplo, sofreram grandes impactos e tiveram que se reformular rapidamente para atender aos novos formatos de consumo nos últimos dois anos.

Os principais pontos de destaque para a inovação desse setor em 2022 são os formatos de consumo e ensino, que serão muito mais dinâmicos durante essas interações virtuais – o que já vimos bastante nesses últimos meses.

  • Inteligência Artificial e Hiperautomação

Uma pesquisa do IDC prevê que os gastos globais com inteligência artificial vão dobrar em quatro anos, chegando a US $110 bilhões em 2024. Sendo assim, a principal tendência é utilizar os benefícios dessas tecnologias de forma personalizada para os clientes. 

  • Meio de pagamentos e finanças cada vez mais tecnológicas

Tá aí um setor que só cresce, exponencialmente, a cada dia! Open banking, blockchain, finanças mais descentralizadas, moedas virtuais, mais meios de pagamentos e carteiras digitais surgindo, o boom das fintechs, entre outros movimentos… Essas são grandes tendências que vêm crescendo nos últimos anos e só tendem a aumentar em 2022.

Confira todos os detalhes citados por especialistas aqui!

  • Segurança e Privacidade de Dados

Podemos dizer que 2021 foi um ano bem desafiador quando falamos em privacidade de dados e segurança da informação. Muitos ataques cibernéticos, muita falta de segurança e controle de dados… Inclusive, a descentralização e flexibilidade do trabalho remoto é algo que poderá ocasionar ainda muitas fragilidades e falhas de segurança, podendo resultar em diversos ataques cibernéticos.

Uma pesquisa realizada pela Forrester Consulting, mostrou que 72% dos ataques cibernéticos com impacto nos negócios miram os funcionários remotos. Ou seja, além do foco em melhorar a segurança de dados já que as invasões estão cada vez mais rebuscadas, é importante ainda investir numa estrutura mais segura e deixar para trás sistemas legados e vulneráveis.

  • Hiperconectividade? 5g? Metaverso? O que mais podemos esperar?

Esse universo virtual que está crescendo vai realmente transformar a forma que vivemos e vai impactar definitivamente a maneira na qual trabalhamos. Confira as opiniões do Ivan Santos, Luis Gama e Roberto Hengist e mais dúvidas e tendências que vale analisarmos.

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Não deixe para depois

Aproveitar o início do ano para traçar as metas estratégicas para a sua empresa é indispensável. Para te ajudar nesse processo de entender melhor como inovar dentro do seu modelo de negócio, é essencial ter especialistas como parceiros qualificados e especialistas nesse assunto. 

Seja para melhorar os processos da sua área de Tecnologia e Produtos, para implementar ferramentas de gestão ou até para montar uma trilha de capacitação personalizada para seus colaboradores, nós, da Agile.Inc, podemos te ajudar.

Atuamos com consultoria ágil e de transformação digital, além de fornecermos especialistas para atuar na sua empresa e treinamentos que vão desde a liderança até frameworks para a operação. Clique aqui e agende uma conversa com nossos consultores e tenha um diagnóstico rápido do melhor modelo de transformação para sua empresa.

 

 

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5 dicas para aderir o trabalho híbrido com sucesso

Saiba como tornar sua organização mais segura, sustentável e produtiva para esse novo formato de trabalho

A repentina mudança para o home office causada por conta da pandemia de Covid-19 fez muitas empresas repensarem seus formatos de trabalho. Nos dias atuais – nos quais muitas pessoas já puderam retornar aos escritórios, percebeu-se o quanto um modelo híbrido pode ser satisfatório. Ou seja, alguns dias no escritório de forma presencial e, outros, trabalhando de qualquer lugar, de maneira remota e on-line.

Entretanto, com todas essas adaptações e novidades, esse assunto ainda divide muitas opiniões. Uma pesquisa com mais de 30 mil trabalhadores de 31 países, encomendada pela Microsoft para o estudo The Work Trend Index, mostrou que 73% das pessoas querem a continuação de opções de trabalho remoto flexíveis. Mas, por outro lado, o mesmo levantamento indicou que 67% dos entrevistados sentiam falta dos encontros presenciais.

Sendo assim, é notável que a maioria das pessoas querem essa flexibilidade para suas jornadas de trabalho. Isso, inclusive, é um desejo atual das lideranças, já que 82% dos líderes planejam continuar permitindo que seus colaboradores trabalhem de forma remota, ao menos uma parte do tempo, segundo pesquisa do Gartner.

Portanto, para ser um modelo sustentável e seguro, alguns pontos precisam de bastante atenção. Elencamos algumas das principais mudanças necessárias para começar a fazer agora e sua organização ter mais vantagem competitiva perante ao mercado. Confira:

Invista em tecnologias para um trabalho híbrido seguro e eficaz

A descentralização e flexibilidade farão parte do cotidiano das empresas, já que 43% dos líderes indicaram que concederão aos funcionários dias flexíveis e 42% fornecerão horários flexíveis. Entretanto, é cada vez mais comum encontrarmos fragilidades e falhas de segurança, ocasionando diversos ataques cibernéticos.

Uma pesquisa realizada pela Forrester Consulting, mostrou que 72% dos ataques cibernéticos com impacto nos negócios miram os funcionários remotos. Ou seja, é cada vez mais importante investir numa estrutura mais segura e deixar para trás sistemas legados e vulneráveis.

Conheça nossas soluções para modernizar sua estrutura de TI e formato de trabalho

Forneça ferramentas adequadas e aprimore o acompanhamento das pessoas

Quando falamos em um formato de trabalho híbrido, é importante ressaltar que ferramentas de armazenamento em nuvem, para comunicação online e ao vivo e até para gestão de times e demandas, são indispensáveis e, nos dois últimos anos, passaram a ser usadas de forma exorbitante e seguirão assim nesse modelo de trabalho.

A Microsoft afirmou que sua plataforma Teams, por exemplo, teve mais de 200 milhões de participantes em reuniões em um único dia em abril de 2020, totalizando ao que o CEO Satya Nadella descreveu como “dois anos de transformação digital em dois meses”.

Capacite os colaboradores, principalmente a liderança

Além da importância de promover uma cultura digital, a preparação dos profissionais para a implementação dessas mudanças é essencial para que o trabalho de forma híbrida seja positivo e sustentável. Capacitação focada em desenvolver as habilidades para esse novo cenário, algumas delas são:

  • Soft Skills: Comunicação, narrativa e inteligência emocional;
  • Habilidades de Gestão: Management 3.0, Gestão de conflitos, Gerenciamento de tempo, Liderança ágil;
  • Métodos Ágeis: Scrum, Kanban, práticas de Produtos Digitais;
  • Tecnologia: Programação, Análise de Dados, Inteligência Artificial, Segurança da Informação.

Outro ponto importante nesse processo é capacitar as lideranças! Toda transformação cultural e digital em uma organização, ganha muito mais corpo e robustez quando as mudanças começam de cima para baixo.

Melhore sua experiência digital interna e externa

Para finalizar, vale ressaltar que a experiência digital é mais que essencial a partir de agora! Segundo a Forrester, a previsão é de que em 2022 sejam direcionados US$10 bilhões para a área de design e customer experience, para que essas capacidades possam gerar um impacto positivo na experiência do usuário e do cliente.

Ou seja, tanto em canais de interação com colaboradores, como em toda a experiência que um usuário tem ao ser impactado por sua marca, é importante desenvolver jornadas personalizadas e que agreguem valor e gerem encantamento.

Comece já!

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Customer Centric: a importância da Experiência de Usuário no varejo

Como a experiência de usuário e o foco no cliente  te ajudam a satisfazer de verdade o consumidor numa era cada vez mais volátil e incerta

Se tem algo que é constantemente desejado por qualquer negócio nos dias de hoje é conquistar a satisfação do cliente, seja num produto ou serviço. E sabe qual é o real motivo dessa grande disputa? É que um cliente satisfeito e feliz, com uma boa experiência de compra, tem muito mais chance de se tornar um cliente fidelizado – e esse é um dos tipos de consumidores mais valiosos para qualquer empresa, especialmente no mundo digital.

No varejo não é diferente! Como citamos num outro post aqui no blog, segundo um estudo da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), neste período de pandemia causada pela Covid-19, foram criados 150 mil novos canais de vendas online, enquanto a média mensal era de 10 mil. Ou seja, grande parte de possíveis clientes de todo o varejo estão prontos para comprar neste formato.

Mas, como o aumento do uso de redes sociais, com anúncios e conteúdos pagos surgindo em diversas formas, uma infinidade de aplicações para celulares, streamings para todos os gostos, como você está conquistando a atenção e satisfação do seu cliente? A experiência que você está proporcionando para ele é positiva? Essa jornada tem sido melhorada continuamente?

Se você não tem respostas para essas perguntas ou se essas questões nem passaram por sua mente em algum momento, temos certeza que esse artigo vai te ajudar a entender melhor esse tema e a repensar suas estratégias futuras.

A importância de ser customer centric

Antes de entender o que é na prática o termo experiência de usuário, é importante você saber o que é customer centric e seu impacto em negócios realmente modernos e digitais. O termo customer centric (em tradução livre, significa cliente no centro) é usado para denominar o conceito de colocar o cliente realmente no centro de todas as decisões e planejamento de uma empresa/produto.

Desde o primeiro momento no qual um consumidor em potencial tem contato com a marca, passando pelas diferentes etapas de jornada de compra, pós-venda e até a forma como usa o produto, todas as estratégias para esses processos são desenvolvidas colocando o cliente no centro desse plano.

Essa forma de pensar, que tem ganhado cada vez mais espaço com a transformação digital na qual as empresas vêm passando, está diretamente relacionada com as práticas de experiência de usuário, que vamos explicar a seguir.

Leia também: Você parece Ágil, mas não tem foco no Cliente? Provavelmente está perdendo o jogo!

Experiência de usuário na prática

O termo User Experience (UX), ou seja, Experiência de Usuário é a real experiência que o consumidor tem ao ter contato com um produto e/ou serviço. O objetivo das práticas de UX são tornar negócios mais atrativos, intuitivos e desejáveis, claro, prezando sempre pela eficiência, a fim de tornar aquele usuário um cliente, da melhor maneira possível.

Essa experiência positiva pode ser criada em quaisquer canais de contato com o usuário. Em sites e aplicativos para celular, por exemplo, o foco é em deixar a navegação muito mais fluida para que o cliente encontre rapidamente as informações que procura, sem ter dificuldades para resolver o que precisa naquele determinado canal.

Para garantir essa jornada focada no cliente e em suas necessidades, os especialistas em User Experience atuam com questões funcionais e práticas, mas também com todo o lado emocional da experiência, promovendo então melhores resultados para uma empresa, já as chances de conversão crescem com essas práticas. 

Esse planejamento, focado na experiência do usuário, também pode economizar esforço e dinheiro, e aumentar os lucros de sua empresa. Segundo o livro de Robert Pressman, “Engenharia de Software: Uma Abordagem Profissional”, a cada R$ 1,00 gasto em UX para resolver um problema durante o planejamento do produto, R$10,00 seriam gastos para resolver o mesmo problema no desenvolvimento e R$ 100,00 ou mais para que o problema fosse resolvido depois que o produto fosse lançado. 

Ou seja, além de evitar problemas, esse planejamento focado no usuário também pode direcionar e facilitar o caminho entre o cliente e seu produto. Vale ressaltar ainda que um recente estudo realizado pela Forrester Research revelou que uma interface de usuário bem projetada pode aumentar a taxa de conversão de um site em até 200%, e uma boa experiência de usuário pode subir as taxas de conversão em 400%. 

Como fazer essa transformação?

Ser mais digital e mais ágil não é apenas estar num ambiente digitalizado e estar pronta para responder rapidamente à mudanças. Para estar preparada para essas constantes transformações, uma empresa precisa, primeiramente, evoluir sua mentalidade e cultura.

Ok, mas quais são as características de organizações que são realmente customer centric e se preocupam com a experiência do usuário e cliente? São essas:

  • Times começam a solucionar situações pela necessidade do cliente para definir a melhor solução viável;
  • As pessoas sabem a jornada dos usuários e personas de forma clara;
  • Áreas de Negócios e Tecnologia da Informação, por exemplo, trabalham diariamente em conjunto, de forma colaborativa;
  • As entregas são focadas em realmente gerar valor;
  • Experiências similares em todos canais (omnichannel), sejam digitais ou físicos;
  • Times trabalham em ciclos curtos para coletas de feedbacks com clientes;
  • Análises baseadas em dados;
  • Foco no cliente e também em suas emoções;
  • Objetivos da empresa com foco em negócios ou cliente, ou seja, para gerar valor e não apenas metas para entrega de projetos;

Comece já!

Para finalizar, é importante lembrar que, qualquer mudança de mindset é uma jornada longa, porém repleta de benefícios para sua empresa e seus clientes. Por isso, procure especialistas capacitados para criarem junto com você esse mapa da transformação do seu negócio, para ser mais ágil e digital da maneira correta. 

Veja como transformamos a experiência de usuário do app do Sem Parar, um dos principais serviços de pagamento de pedágios, estacionamentos, drive-thrus, postos de combustível e outros estabelecimentos credenciados, que teve um aumento de 315% da base de usuários com a nossa consultoria. Agende um papo com um de nossos consultores e entenda como podemos te ajudar a ter melhores resultados.

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O futuro do varejo é digital

O mundo está mudando e está cada vez mais tecnológico e digital. Com isso, já é um fato que as pessoas realmente estão se adaptando e aderindo a novas formas de consumir qualquer tipo de produto e/ou serviço.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), entre janeiro e novembro de 2020, as compras realizadas online cresceram 70,3% em comparação com 2019.

Já o faturamento atingiu a marca de R$ 115,32 bilhões, 69,6% a mais que o ano anterior.

E um dos pontos de alavanca de todo esse movimento, causado especialmente por conta desse período de pandemia (causada pela Covid-19), foi o fechamento das lojas físicas.

As empresas tiveram que se adaptar e migrar seus negócios para e-commerces e os que já vendiam online, tiveram que escalar e ampliar sua atuação.

Segundo esse estudo da Abcomm, foram criados 150 mil novos canais de vendas online neste período de pandemia, enquanto a média mensal era de 10 mil. Ou seja, esses dados indicam que o setor tem passado por uma grande transformação. 

Falando em comércio online, se esse já era um mercado em ascensão, tanto a pandemia, como a crescente onda de transformação digital, só fez esse movimento se acelerar.

O faturamento de compra e venda de produtos pela internet, cresceu 41% em 2020, com mais de 194 milhões de pedidos feitos por consumidores brasileiros no ano. 

Segundo dados do estudo Webshoppers (Ebit/Nielsen & Bexs Banco), essa foi a maior alta percentual desde 2007 e as vendas somaram cerca de R$ 87,4 bilhões no período.

Mas, você que atua nesse setor ou que tem um negócio impactado por ele, deve estar se perguntando agora: o que vem por aí? Qual o futuro do varejo pós pandemia?

 

Seja digital ou morra!

É isso mesmo! Independente de qual seja o seu negócio varejista, de moda ao supermercado, a digitalização é a bola da vez!

Durante o primeiro trimestre de 2021, dados da Neotrust mostram que houve uma continuidade no crescimento das vendas online no Brasil.

Segundo o estudo publicado na Exame, o varejo digital faturou R$ 35,2 bilhões no primeiro trimestre de 2021 – um aumento de 72,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Só este ano foram realizadas 78,5 milhões de compras on-line no período (volume 57,4% maior do que o registrado em 2020), com ticket médio de R$ 447,90, valor 9,4% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

Toda essa alta faz com que os negócios se tornem cada vez mais digitais e mais seguros, focados nas necessidades do consumidor e com um modelo de atuação mais flexível e adaptável.

E isso vai muito além da adoção de novas e melhores tecnologias! 

Ser uma organização digitalizada é usar tecnologias digitais para aprimorar modelos de negócios. Por exemplo, novos e mais novos canais de atendimento, serviços através de aplicações mobile, atualizações que ajudam a melhorar o relacionamento com o cliente.

Já um processo de transformação digital vai muito além da adoção de melhores tecnologias. Engloba diversas práticas, ferramentas e, principalmente, uma nova cultura organizacional.

A mudança que as empresas que querem ter vantagem competitiva atualmente precisam fazer é muito mais sobre pessoas do que sobre tecnologia. Esse processo é pautado por:

  • Mudanças organizacionais centradas no cliente;
  • Apoiadas por uma liderança servidora;
  • Junto à uma nova cultura corporativa;
  • Com a alavancagem de tecnologias que habilitam a autonomia das pessoas.

 

Ou seja, se todo este processo de digitalização e cultura digital ainda não está acontecendo em sua organização, você está perdendo dinheiro!

 

Como iniciar essas mudanças na prática

Para ser digital de verdade, é importante entender que alguns pilares são os principais para começar esse processo de transformação digital:

 

Cultura

Como já dito anteriormente, é muito importante que haja uma mudança de cultura na organização, já que essa é umas das principais áreas que mostram se uma empresa é realmente digital.

Afinal, tudo se resume em uma mudança cultural e de mindset. 

Nesse pilar, as principais mudanças que percebemos no dia a dia de trabalho aqui na Agile.Inc ajudando as empresas, são:

  • Colocar realmente o cliente como ponto central do seu negócio;
  • Ter uma cultura de inovação aplicada;
  • Empoderar os times, mas com alto alinhamento;
  • Criar uma cultura de “não ter medo de falhas” e
  • ter mais transparência nas ações, decisões e planos 

 

Capacidades Internas

Os times da sua empresa precisam começar a resolver questões mais complexas, logo, precisarão ter novas habilidades e se capacitar para acompanhar a transformação

É importante que os profissionais da sua organização:

  • Saibam trabalhar com novas tecnologias (Big Data, Blockchain, Machine Learning, entre outras);
  • Possuam agilidade no desenvolvimento de produtos,
  • Tenham uma gestão lean na concepção de produtos;
  • Façam uso do design de maneira estratégica.

 

Essas são algumas das capacidades que os profissionais precisam desenvolver para ser mais digital, dependendo do contexto de cada negócio.

Quando o assunto é compra e venda online, por exemplo, haverão diversas outras capacidades específicas importantes a serem adotadas. 

 

Estrutura e Governança

Como a sua empresa está organizada? A forma que a estrutura e a governança da sua empresa é composta mostra se ela ainda está num paradigma tradicional ou digital.

Para descobrir isso, é preciso levantar alguns questionamentos, como por exemplo:

  • Como as áreas da empresa estão estruturadas?
  • Como quebrar os silos da organização?
  • Como o budget é definido?
  • Como as iniciativas são priorizadas?
  • Como o acompanhamento do trabalho é feito de forma transparente?
  • Como criar maior eficiência operacional, por exemplo, com automação? 

 

Esses são apenas alguns exemplos de questionamentos que são abordados durante essa transição de empresas que trabalham de forma tradicional, para as que já são adequadas para a era digital.

Por isso, é importante ter os especialistas corretos te ajudando nesse processo de mudanças, te indicando a melhor forma de estruturar sua empresa para ser mais moderna e tecnológica. 

 

Pessoas

Todos os membros das suas equipes sabem seus papéis e responsabilidades? Numa organização com a cultura digital é importante ter essas questões resolvidas de forma clara, para ter pessoas mais engajadas.

  • Papéis e responsabilidades (destacando que, não adianta estar apenas definido, mas deve ser seguido e monitorado de forma natural por todos envolvidos), 
  • Como está a motivação das pessoas;
  • E qual modelo de liderança a ser aplicado. 

 

Modelos de Negócios

O quinto pilar que acreditamos ser primordial para um processo de transformação digital consiste em pensar em novos modelos de negócios para essas novas formas de consumo – que se adaptam cada vez mais.

Como já citamos anteriormente aqui neste texto, a forma como as pessoas compram serviços e produtos está mudando e as empresas precisam se adaptar o mais rápido possível.

Pode ser que seu negócio já possui algum desses pilares já bem desenvolvido, outros nem tanto…

Para nós da Agile.Inc, não existe uma regra de qual área precisa ser trabalhada primeiro, entretanto, acreditamos muito que alguns pontos são alavancas propulsoras para a transformação de uma empresa, como:

  • Desenvolver e capacitar a liderança;
  • Desenvolver e capacitar os times de forma personalizada;
  • Aplicar e implementar conceitos de Agilidade para trabalhar de uma forma mais eficiente e eficaz.

 

Para finalizar, vale ressaltar que todo processo de mudanças, principalmente uma transformação digital e a implementação de novas tecnologias e/ou um nova forma de se trabalhar, é complexo e cheio de incertezas.

Mas, é num ambiente como este no qual surgem as melhores inovações, com soluções simples que geram muito mais valor para uma organização e seus clientes.

 

Nossa dica final é reunir os melhores especialistas que puder para te ajudar nessa transformação digital e nós podemos te ajudar nisso! Fale com um de nossos consultores e entenda como ajudamos grandes empresas brasileiras a modernizar seus negócios.

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Como ficou o feedback em 2020?

Em 2020, o ano mais desafiador dos últimos tempos, falar “o novo normal” chega a ser irritante. Mas, se tem algo que se tornou diferente neste ano é o feedback.

O “novo feedback” – é horrível esse termo, eu sei, mas ele se faz muito necessário – já que o contato físico e social foi restringido, o trabalho se tornou todo remoto, fazendo com que tivéssemos novas preocupações e riscos em nossa rotina profissional. 

 

Acompanhando a maioria das pesquisas que atribui o trabalho remoto à qualidade de vida, eu resolvi compartilhar um pouco da realidade pra esfregar na cara de quem faz pesquisa que: qualidade de vida não é trabalhar de casa.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo LinkedIn (publicada pela InfoMoney), 62% dos profissionais estão mais ansiosos e estressados com o trabalho do que estavam antes.

Em minha opinião, esta questão de qualidade de vida está muito mais próxima ao se ter um trabalho com acompanhamento de carreira e metas claras sobre seu desenvolvimento, no qual temos tempo de aprender e ter mais momentos com nossa família e amigos, do que obrigatoriamente trabalhar de casa.

 

Mas o que isso tem a ver com feedback?

Bom, essa é uma ferramenta extremamente importante e que colabora muito para ter essa tal qualidade de vida.

No clássico cenário no qual se trabalha no mesmo ambiente físico do seu time, é muito mais simples de se observar um comportamento de tristeza, de alegria ou de ansiedade, por exemplo.

Isso porque o fato de você estar em contato presencial com uma pessoa e com uma percepção apurada,  faz com que você consiga reconhecer esses sentimentos no ar e atuar prontamente sobre essas pessoas. 

No trabalho remoto ficamos dentro das nossas casas, geralmente com uma carga horária de bem maior do que num trabalho presencial, fazendo com que o gatilho mental de stress das pessoas esteja muito sensível, levando-as ao limite emocional. E aí volta a principal questão deste texto:

Dar feedback para essas pessoas e times, todos a distância, foi um dos maiores desafios este ano, além de todo o caos causado por conta de uma pandemia.

Entretanto, uma das coisas que eu mais levei em consideração ao dar e receber feedbacks, foi a minha própria percepção de trabalho remoto e o quanto isso me afetou.

Desde o medo de ser demitido, toda a adaptação para essa nova realidade que ainda estamos vivendo, até o conformismo ao ver que as coisas não estão mudando, envolto pelo pensamento de “se eu fizer, tudo bem” e “se não fizer, tudo bem”.

Este ano, o feedback deixou de ser formal e realizado num determinado período e passou a ser diário.

Às vezes, até a cada hora, pois novas situações surgem e são acontecimentos não previstos ou novas realidades, nas quais temos de estar lado a lado com o nosso time entendendo e nos adaptando a cada cenário. 

Conversar sobre qualquer tipo de assunto com o time, dá informações de como as pessoas estão se sentindo no seu dia a dia e como elas buscam e pensam sobre o futuro; para que eu, como Delivery Manager (responsável pelas entregas do time), possa realmente estar com uma percepção mais acertada sobre os anseios e desejos dessa pessoa e do time como um todo. 

 

Mas, se você ainda tem dúvidas de como dar feedback, vou listar alguns pontos que são bem importantes:

 

Preste atenção nos detalhes!

Cada vez mais, conversar e conhecer as pessoas é super válido.

Hoje são apenas nossos e nossas colegas de trabalho, mas nada impede de você entender um pouco mais quem são, o que faz essa pessoa feliz, o que não faz, a qual a relação familiar dela, qual é o lazer dela, se ela teve alguém afetado pela Covid-19  ou qualquer outro tipo de doença, etc;

 

Saiba ler o ambiente

Entender o momento certo e prepare antes o que será dito.

O feedback deve acontecer dentro de um contexto específico do ocorrido para que gere uma reflexão sobre aquilo e uma possibilidade de ação para reforçar ou melhorar algo;

 

Convide a pessoa para participar de sua própria melhoria

Ou seja, ajude-a a construir um plano de ação para a resolução daquela situação.

Claro, sempre acompanhando-a durante essa evolução, perguntando de tempos em tempos como estão as coisas;

Muito além do feedback pessoal, o feedback sobre o time é essencial.

Meu trabalho é desenvolver um time no qual o time em si é maior do que qualquer pessoa dentro desse grupo. Mas esse assunto vou deixar para outro artigo!

Não vou nem falar sobre “recurso”, afinal não dá para explicar novamente a diferença entre recursos e pessoas em pleno 2020.

Se você não aprendeu isso até hoje, ESTUDE e não chame pessoas de recursos.

 

Pois bem, essas foram as minhas dicas sobre como fazer feedback neste “novo formato”.

Entendo que trabalhar com pessoas é estar sempre atento, muito mais do que esperar uma dinâmica mágica e maravilhosa para feedbacks, na qual você vai preencher uma frase com palavra chave, vai trocar com seu amigo e cada um vai se auto avaliar e bla-bla-bla…  

Espero que, com tudo isso, a gente aprenda a ser cada vez mais menos prescritivo na gestão de sentimentos e de evolução do time, pois isso deixa o nosso trabalho e nossas relações muito mais humano.

Em 2020, o feedback pra mim tem muito a ver com uma frase que ouvi de um grande amigo meu, chamado Vilson Laerte: “estamos com pessoas, trabalhando com pessoas e desenvolvendo algo para pessoas, o resto é computador, cadeira e mesa velha.

 

Por Fabricio Pequeno

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Pilares da transformação ágil para desenvolver melhores produtos digitais

Continuando a falar sobre como é possível desenvolver produtos digitais que realmente entreguem valor e se destaquem no mercado, além de entender o atual cenário de sua empresa, é importante entender que a organização precisa passar por mudanças de estrutura, processos e cultura.

Neste artigo, vamos conhecer melhor quais são os pilares que precisam passar por uma jornada de mudanças para criar serviços e produtos digitais de forma mais ágil e inovadora. 

 

Os pilares da transformação ágil

Aqui na Agile.Inc, acreditamos que existem 5 áreas nas organizações que precisam evoluir, ter uma cultura ágil, um mindset muito mais digital, para realmente criar produtos e serviços que atendam as necessidades dos usuários nos dias de hoje.

Esses 5 pilares são: Cultura, Capacidades Internas, Estrutura e Governança, Pessoas e Modelos de Negócio.

Para ser ágil e digital de verdade, é importante garantir a continuidade e a adesão dos processos de mudança em todos os níveis da empresa. Conheça abaixo os 5 pilares da transformação ágil:

 

Cultura

Como já dito anteriormente, é muito importante que haja uma mudança de cultura na organização, já que essas é umas das principais áreas que mostram se uma empresa está passando por uma transformação digital. Afinal, tudo se resume em uma mudança cultural e de mindset. 

Nesse pilar, as principais mudanças que percebemos são:

  • Colocar realmente o cliente como ponto central do seu negócio;
  • Ter uma cultura de inovação aplicada;
  • Empoderar os times, mas com alto alinhamento;
  • Criar uma cultura de “não ter medo de falhas” e
  • ter mais transparência nas ações, decisões e planos

 

Capacidades Internas

Os times da sua empresa irão começar a resolver questões mais complexas, logo, precisarão ter novas habilidades e se capacitar para acompanhar a transformação

É importante que os profissionais da sua organização:

  • Saibam trabalhar com novas tecnologias (Big Data, Blockchain, Machine Learning, entre outras);
  • Possuam agilidade no desenvolvimento de produtos,
  • Tenham uma gestão lean na concepção de produtos;
  • Façam uso do Design de maneira estratégica.

Essas são algumas das capacidades que os profissionais precisam desenvolver para ser mais digital, dependendo do contexto de cada negócio.

 

Estrutura e Governança

Como a sua empresa está organizada? A forma que a estrutura e a governança da sua empresa é composta mostra se ela ainda está num paradigma tradicional ou digital.

Para descobrir isso, é preciso levantar alguns questionamentos, como por exemplo:

  • Como as áreas da empresa estão estruturadas?
  • Como quebrar os silos da organização?
  • Como o budget é definido?
  • Como as iniciativas são priorizadas?
  • Como o acompanhamento do trabalho é feito de forma transparente?
  • Como criar maior eficiência operacional, por exemplo, com automação?

 

Novamente, esses são alguns exemplos de questionamentos que são abordados durante essa transição de empresas Tradicional para a era Digital.

Por isso, é importante ter os especialistas corretos te ajudando nesse processo de mudanças, te indicando a melhor forma de estruturar sua empresa para ser mais digital.

 

Pessoas

Todos os membros da sua equipe sabem seus papéis e responsabilidades? Numa cultura ágil é importante ter essas questões resolvidas de forma clara, para ter pessoas mais engajadas.

  • Papéis e responsabilidades (destacando que, não adianta estar apenas definido, mas deve ser seguido e monitorado de forma natural por todos), 
  • Como está a motivação das pessoas;
  • E qual modelo de liderança a ser aplicado.

 

Aqui na Agile.Inc, pensamos que, ao final do dia, são sempre pessoas trabalhando com pessoas para criar produtos e serviços para outras pessoas. 

Mas, infelizmente, ainda vemos muitas empresas tratando profissionais como recursos, de uma forma bem “comoditizada”, no qual basta apenas contratar colaboradores da consultoria que for mais barata, por exemplo.

 

Modelos de Negócios

O quinto pilar da Transformação Digital consiste em pensar em novos modelos de negócios para o mundo VUCA. A forma como as pessoas compram e consomem serviços está mudando e as empresas precisam se adaptar o mais rápido possível.

O trabalho consiste então em desenvolver esses cinco pilares para uma Transformação Digital correta nas organizações. Sentimos que cada empresa possui um dos pilares mais ou menos desenvolvido, ou com a necessidade de desenvolvimento de um pilar primeiro, etc.

Entretanto, acreditamos muito que alguns pontos são alavancas propulsoras para a transformação, ou seja, nem tudo vai acontecer ao mesmo tempo. As alavancas são:

  • Desenvolver a liderança
  • Capacitar os times
  • Aplicar conceitos de Agilidade

 

Mas como iniciar o processo de transformação?

Para iniciar o processo da transformação ágil, nós da Agile Inc. fornecemos diversos produtos que irão te acompanhar ao longo dessa estrada até o momento que você comece a caminhar sozinho.

 

Montagem de Squad

É importante contar com um time de pessoas com habilidades adequadas para alguns processos, os SQUADs. Cada cliente é único e específico, sendo preciso analisar as condições de trabalho para montar uma equipe multidisciplinar adaptada que irá ajudar a sua equipe a melhorar e se tornar cada vez mais ágil.

 

Consultoria

Usamos conceitos, métodos e ferramentas adequadas para transformar o modo como se cria produtos, para ajudar na conexão com seus clientes e gerar vantagem competitiva. 

Com a ajuda de especialistas é possível realizar a ruptura da mentalidade tradicional para assim ocorrer a transformação ágil. É com esse tipo de serviço que você chega mais rápido no topo do pilar da estrutura e governança.

 

Treinamentos

Realizamos treinamentos para adaptação e melhoria da equipe de acordo com a necessidade da sua empresa e dos seus colaboradores. Todos nossos certificados são em parceria com a Scrum.org e realizados pela Agile School.

 

Agora que você já sabe os principais pilares para desenvolver melhores produtos digitais, entre em contato com nossos consultores e transforme a sua empresa para sempre.

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Conheça os estágios de maturidade ágil

A transformação ágil é algo muito discutido hoje em dia pelas empresas que querem estar alinhadas com o mercado e desenvolverem melhores produtos e serviços. Entretanto, conseguir identificar em qual nível de maturidade ágil sua empresa se encontra é uma parte importante no processo e, muitas vezes, bem complexa. Entender o quanto sua empresa já é ágil, é uma jornada, às vezes bem longa, que os pessoas precisam passar para saber o que precisa ser transformado dentro de um time, uma área ou até em toda a organização.

Leia este artigo e entenda tudo sobre a transformação ágil de verdade.

Conhecer os níveis de maturidade, vai te ajudar a chegar num estágio alto mais rápido e de forma mais eficaz. Por isso, neste artigo, vamos te explicar o que caracteriza cada estágio de agilidade  para que você consiga identificar onde sua empresa está dentro deste processo de transformação.

 

Os estágios de maturidade e a transformação ágil

Ser ágil é desenvolver capacidades que ofereçam agilidade ao seu negócio. As tecnologias, a cultura e os processos de trabalho criam um ambiente onde é possível realizar pequenas entregas de um produto em um ciclo curto, com o objetivo de provar uma hipótese que irá gerar operações eficientes e maior capacidade de geração nas receitas atuais.

Existem muitos benefícios em ser uma empresa ágil e para que se usufrua destes, é preciso uma visão sistêmica do seu negócio.

As empresas tradicionais, em sua maioria, possuem longos processos, muito comando e controle, falta de engajamento e sentimento de dono entre os colaboradores, áreas que não se conversam, entre outras características. Já uma empresa ágil foca em processos curtos, com entregas em menor tempo e melhorias no alinhamento entre times. Infelizmente, a maioria das empresas do mercado estão no meio do caminho, elas querem ser ágeis mas possuem uma mentalidade tradicional que as travam no processo de transformação.

Segundo o 14th State Of Agile, 95% das empresas que participaram desta pesquisa usam algum tipo de método ágil em seu dia a dia. Entretanto, 82% dessas organizações não incorporaram esses conceitos em toda empresa e ainda precisam aumentar esse nível de maturidade, a fim de expandir esses conceitos para além de pequenos times e iniciativas para a empresa como um todo.

Com processos otimizados e um novo mindset, as empresas ágeis conseguem ter um meio de identificação de falhas mais fácil. Lembrando que, quando falamos em transformação ágil, temos 4 pilares:

  1. comunicação — indivíduos e interações mais que processos e ferramentas;
  2. pragmatismo — produto funcionando mais que documentação abrangente;
  3. colaboração — colaboração com o cliente mais que a negociação de contratos;
  4. adaptabilidade — responder a mudanças mais que seguir um plano.

 

Conhecendo os estágios de maturidade ágil

Estágio 0 – Empresas Tradicionais

São aquelas empresas onde o colaborador ou gerente já escutou falar sobre a transformação ágil mas não colocou em prática ainda.

Normalmente, são empresas que, uma pessoa já leu algum livro ou artigo sobre metodologia ágil, entendeu a importância desse processo como um todo e vai começa a ir em busca de uma consultoria a fim de ter ajuda profissional na transformação.

Ela até tenta implementar alguns conceitos e práticas, mas por não ter tudo isso incorporado como um todo, acaba falhando ou até dando pouco resultado.

 

Estágio 1 – Ágil Mecânico

É o estágio onde a maioria das empresas estão!

Nesse ponto, já se conhece o conceito de transformação ágil, mas não o processo completo.

Normalmente, a empresa já utiliza métodos como o Kanban, possuem alinhamentos diários, muda os nomes de áreas para squads, usam post-its para organizar tarefas e alguns outros métodos organizacionais… Apesar disso, ainda não pode ser considerada, de fato, uma empresa ágil.

 

  • Ainda não é uma organização transparente e com objetivos claros
  • Não possui transparência das informações, com muita gestão visual
  • Ainda não possui entregas em ciclos curtos, com foco na geração de valor
  • Falta mais visibilidade, melhoria em processos e áreas mais colaborativas

 

 Isso é o Ágil Mecânico! Um estágio no qual já se conhece e utiliza alguns conceitos e práticas ágeis, mas a cultura, o mindset ainda é completamente tradicional e taylorista. É possível mudar o comportamento desta empresa e chegar num outro nível de maturidade ágil? Sim, com treinamentos, consultoria e montagem de times de alto desempenho – que é o que fazemos com a ajuda da Agile School – nossa área educacional e na Agile Inc, desenvolvendo soluções corporativas.

 

Estágio 2 – Tentando o ágil

Essas empresas estão em um nível intermediário, no meio do caminho. Apesar de já ter passado da fase ágil mecânico, ainda não possui fluxo de trabalho contínuo para estar no nível avançado.

Os processos ainda precisam ser aprimorados e os colaboradores ainda precisam desenvolver qualificações, conhecimentos e experiências.

É um estágio de processo no qual as empresas estão iniciando a jornada ágil. É um estágio de passagem, onde as empresas ficam por pouco tempo, já que estão na corrida pela transformação ágil e digital.

 

Estágio 3 – Ágil profissional

A empresa já colhe os frutos da transformação ágil e já completou todo o processo de transformação. As áreas se conectam ao trabalharem em conjunto, principalmente suportando as áreas de negócios, e realmente colocam o cliente no centro das tomadas de decisão.

Possuem mais transparência e dar visibilidade ao que está acontecendo para todos. E priorizam as entregas e se perguntar sempre “será que estamos fazendo a coisa certa?”

Empresas que estão rodando um Ágil Profissional, possuem o mindset ágil em uma base diária dentro dos times e descentralizam decisões, mas com alto alinhamento. Não só a liderança, como os times já entendem sobre a importância de ter metas claras e bem definidas, além de alinhamento na execução de processos.

Os times são empoderados, cada um tem certa liberdade de decisão, não ficando tudo centralizado em um único gestor. Além disso, inovações acontecem o tempo todo, já que existe total liberdade de adaptação em todas as áreas da empresa.

 

Os colaboradores trabalham motivados e, por isso, produzem mais soluções.

 

Na liderança ágil, objetivos são determinados, a empresa conhece a fundo o seu cliente, promovendo a entrega de valor e removendo impedimentos. 

 

Os 4Ps da Agilidade

Aqui na Agile.Inc nós classificamos as empresas em 4 estágios, vamos entender melhor cada um deles para que você possa identificar em qual estágio sua empresa se encontra e, assim, fazer melhorias até chegar ao ágil profissional, ou seja, no topo da agilidade.

Processo: times com objetivo, gestão visual, agile product delivery, flow management

Pessoas: papéis e responsabilidades, metas claras, auto-organização, multidisciplinaridade, valores e princípios

Produto: product backlog, management, métricas, UX, UI

Práticas de Engenharia: qualidade, devops, clean code, QA Ágil, automação

 

Os 4P’s no nível Mecânico:

  • time de desenvolvimento que se desentende
  • product owner proxy: só tira pedido sem se importar muito
  • é um time tarefeiro que não pensa na valorização do produto
  • não tem visão integrada
  • não tem portfólio
  • muitas coisas são feitas baseadas por suposições e não por ter estudado métricas
  • scrum master ou agilista: é aquele que está em suas primeiras experiências de agilidade. Ainda não tem muito expertise, trazendo algo mais teórico.
  • não é claro onde começa e onde termina suas responsabilidades
  • liderança preditiva, que monitora seus colaboradores.
  • a equipe serve o líder
  • fluxo demorado, cada área tem sua tarefa e suas prioridades
  • documentações não são claras
  • testes são feitos de forma manual
  • equipe é vista como codificadores

 

Os 4P’s no nível Ágil Profissional

  • o time se entende e trabalha junto
  • tem uma visão totalmente integrada dos processos
  • têm uma visão geral do que está acontecendo
  • os processos colaboram com a entrega de valor do produto
  • as pessoas expõem problemas
  • colaboradores trazem novos insights
  • erros são aceitos e fazem parte do aprendizado
  • é necessário utilizar a auto-organização, usando a sabedoria e inteligência de todo o time. 
  • o time é engajado, motivado e com propósito
  • liderança muda de perfil, sendo uma cultura de entrega de valor, evitando desperdício.
  • o líder serve a equipe
  • times trabalham juntos com o mesmo objetivo, fazendo com que os serviços sejam finalizados de forma rápida
  • equipe é um coautor, ele sabe qual a melhor solução para determinado problema

 

Criar um produto ágil é algo complexo, logo não tem como as coisas serem feitas de forma separada (como é feito no tradicional). Para que tudo funcione de forma correta, as operações, os profissionais precisam estar integrados para que tudo seja feito de forma rápida e com entrega de valor, assim, a empresa consegue identificar um problema ainda na produção, sem que esse problema chegue no usuário

 

Como tudo acontece…

Imaginem o seguinte.

Um gestor da empresa analisa o mercado e percebe que precisa ser mais ágil. Com essa ideia na cabeça, é implantado um método ágil na empresa, mas somente isso.
Não é modificada a cultura da organização, não possui princípios de embasamento, ou seja, essa mínima mudança é feita de forma mecânica.

Isso faz com que a produtividade do time caia, já que o gestor não tem expertise o suficiente para saber sobre a mudança de status quo, ele apenas queria ser mais ágil, mas não fizeram um estudo estratégico sobre isso. 

Nesse ponto que entra a famosa Curva J, que explicaremos a seguir.

 

Curva em J – A Curva da mudança

A Curva em J foi desenvolvida pela psicoterapeuta Virginia Satir. Na psicoterapia, o modelo de mudança é descrito em 5 estágios, que surtem efeito sobre os sentimentos, pensamentos, desempenho e filosofia. Ao passar por esses efeitos você conseguiria melhorar a forma em que processa a mudança e como ajuda outras pessoas a processá-las.

Quando falamos em agilidade organizacional, pode-se também usar a curva em J como uma estrada a ser percorrida. Em diversos aspectos, um nível de agilidade ajuda a reduzir riscos. Mas, quando estamos falando de mudança organizacional, essa agilidade, na maioria das vezes, irá expressar primeiramente em um leve declínio de desempenho. 

É importante dizer que isso é totalmente normal, e está diretamente ligado a mudanças no status quo da organização, que logo após o declínio irá começar a elevar seu desempenho.

No geral, este processo acontece quando uma pessoa da organização lê algo sobre agilidade e percebe que precisam da transformação (mesmo sem saber ao certo, o que é ser ágil). Por conta dessa percepção rasa do ‘ser ágil’, o método é implantado nessa organização de forma mecânica, fazendo com que a produtividade do time caia. Isso é exatamente o que diz a Curva J.

 

Identificando o estágio de maturidade da minha empresa.

Existem algumas perspectivas que podem ser analisadas e levadas em consideração para se analisar o quão ágil a sua empresa é considerada.

 

Práticas e papéis

Têm-se como objetivo compreender se a organização está utilizando os processos de forma eficiente e, ainda, se todos sabem suas respectivas funções dentro da empresa.

Se você não sabe como identificar isso, existem algumas perguntas que devem ser feitas:

  • Existe clareza de quais são as responsabilidades dos papéis disponíveis na empresa atualmente?
  • O fluxo de trabalho das equipes está visível?
  • As equipes possuem políticas explícitas (ex: definição de pronto para ser trabalhado, definição de pronto etc.)?
  • Gargalos e filas estão visíveis no fluxo de trabalho das equipes?
  • As equipes possuem clareza das principais fontes de retrabalho?
  • Práticas de engenharia de software estão sendo utilizadas para manter o código saudável?
  • O processo de publicação está automatizado?
  • Existem testes automatizados?

 

Métricas

A intenção é compreender se a sua empresa tem utilizado métricas de negócio e de processo. E, se sim, em qual nível?

Precisa-se reforçar a importância de desenvolver métricas de referência que irão ajudar na melhoria do seu negócio. Para analisar isto, pergunte-se:

  • As métricas de negócio estão sendo utilizadas no processo de tomada de decisão?
  • Estão visíveis para todas as pessoas da empresa analisarem?
  • São utilizadas como referência no processo de definição de uma iniciativa (ex: quais indicadores de negócio serão alavancados pelo projeto X)?
  • As equipes utilizam métricas de processo para projetar prazos de entrega?
  • E para analisarem a saúde do processo?

 

Priorização orientada ao negócio

A sua organização define prioridades? Ou tudo é visto como prioridade? Quando isso acontece, na verdade nada é prioridade, afinal tudo está no mesmo nível.

É preciso entender se existe um processo estruturado de priorização. Pergunte-se:

  • Existem critérios claros de priorização?
  • A priorização tem levado em consideração as necessidades dos clientes?
  • As métricas de negócio são utilizadas no processo de priorização das iniciativas?
  • É realizada uma análise das dependências entre as iniciativas antes da finalização do processo de priorização?

 

Resultado financeiro

A sua empresa mensura os resultados financeiros de suas iniciativas? Isso é algo muito importância no processo ágil e para descobrir se já está fazendo isso ou não, pergunte-se:

  • A liderança da organização tem clareza dos objetivos de negócio de cada iniciativa?
  • As equipes estão metrificando o resultado financeiro das entregas?
  • A organização consegue classificar as iniciativas quanto ao resultado esperado (ex: essa iniciativa gerará maior eficiência no negócio, ajudará a conquistar market share, será uma inovação, antecipará o custo do atraso?)

Essas 4 análises irão ajudar a diagnosticar em qual etapa de agilidade a sua empresa está e onde você precisa melhorar.

 

Ok, eu sei meu estágio, como melhorar?

Agora que você já identificou em qual estágio a sua empresa está, nós da Agile Inc. temos algumas soluções que podem ser feitas para que a sua empresa avance na Curva J de forma mais rápida e chegue ao status quo desejado. 

Nesse caso, será analisado algumas coisas, como:

  • qual o problema de maturidade da empresa?
  • qual o mindset do executivo
  • como está o seu time, ele está alinhado?
  • como os métodos ágeis foram implantados até agora?

 

Depois de analisar esse pitch e o gestor entender que têm um problema a ser resolvido. Nós iremos te ajudar a acelerar a Curva J e assim, fazer com que a sua empresa avance na trajetória da transformação. Essas soluções consistem em treinamentos, consultorias e montagem de squads.

Primeiramente, iremos fazer um radar da sua organização, que consiste em entender onde estão as falhas, onde precisa melhorar, para que assim possamos montar uma estratégia certeira otimizada para sua empresa.

 

Squad

É importante contar com um time de pessoas com habilidades adequadas para alguns processos, os SQUADs. Como cada cliente é único, é preciso analisar as condições de trabalho para montar uma equipe multidisciplinar adaptada.

 

Consultoria

Usa-se de metodologias ágeis para transformar o modo como se cria produtos, como ajuda na conexão com seus clientes e gera vantagem competitiva. 

Com a ajuda de uma consultoria é possível realizar a ruptura da mentalidade tradicional para assim ocorrer a transformação ágil.

 

Treinamentos

Treinamentos para adaptação e melhoria da equipe de acordo com a necessidade da sua empresa e dos seus colaboradores. Todos certificados pela Scrum.org e realizados pela Agile School.

 

Agora que você já sabe seu estágio de agilidade, entre em contato com nossos consultores e transforme a sua empresa de verdade.

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Você sabe o que quer dizer Transformação Ágil de verdade?

Adotar uma metodologia ágil é o que todos querem fazer. As empresas ágeis podem aumentar a produtividade, encurtar o ciclo de entrega e ainda assim melhorar a qualidade. Não é por menos que todos estão na corrida pela transformação ágil.

 

Porém, para muitos isso é um grande desafio que envolve diversas reformulações. Quando a empresa trabalha de forma tradicional, o caminho para a transformação ágil é um pouco mais longo, incluindo:

  • novos valores
  • mindset diferenciado
  • ferramentas novas 
  • mudança de atitude e interação com o mundo

Ou seja, uma renovação total na cultura organizacional da empresa.

 

Por conta disso, a transformação ágil precisa ser planejada e executada por profissionais experientes, englobando diversas áreas da organização. Tendo a missão, com um time multifuncional, de otimizar a cadeia de valor com o objetivo de realizar os desejos e necessidades dos clientes em soluções efetivas de verdade.

Mas a sua empresa está se transformando de forma correta? Sua empresa é ágil mesmo?

 

Transformação Ágil

A Transformação Ágil está impulsionando a Transformação Digital. No mundo da Transformação Digital, as empresas rompem barreiras com produtos inovadores que atendem desejos que os clientes não sabiam que possuíam. Os produtos e serviços são feitos sob-medida agregando valor ao negócio. 

Em um mundo de mudanças, é importante estar na frente. Estimular conhecimento, aprimorar processos, dar visibilidade às pessoas, ou seja, entregar soluções que irão agregar valor, esse é o conceito de transformação ágil.

Resumindo, o objetivo do uso dos conceitos ágeis é simplificar a maneira em que os projetos são executados de forma que eles tenham um resultado final cada vez mais positivo.

Enquanto os modelos mais tradicionais utilizam longos processos com objetivos definidos, nos métodos ágeis, usa-se uma proposta de processos mais curtos, com entregas em menor espaço de tempo que focam na melhoria e no alinhamento do time. Fazendo com que a identificação de falhas seja mais fácil e gere uma maior flexibilidade na metodologia de trabalho.

Quando falamos de transformação ágil, falamos de 4 pilares:

  1. comunicação — indivíduos e interações mais que processos e ferramentas;
  2. pragmatismo — produto funcionando mais que documentação abrangente;
  3. colaboração — colaboração com o cliente mais que a negociação de contratos;
  4. adaptabilidade — responder a mudanças mais que seguir um plano.

 

Mas a transformação ágil deve fazer parte da sua empresa ou ela é só para a área de TI?

 

Transformação ágil é só para TI?

Quando se tem uma empresa, é importante abraçar riscos. Não é algo que se faz de modo automático, mas é uma prática muito necessária na jornada de transformação rumo à uma nova forma de gerir um negócio utilizando cada vez mais tecnologias digitais e integradas.

As metodologias Ágeis farão com que o seu negócio supere as barreiras operacionais, de planejamento ao adotar uma postura mais flexível, capaz de mudar. 

As empresas precisam dar o primeiro passo, começar a ver os benefícios de se transformar e parar de se esconder atrás dos que dizem que transformação ágil é só para TI. Todos podem tirar bons proveitos e mudar a história de suas áreas.

 

Estágios de maturidade ágil

Para ajudar uma empresa a entender onde ela está num estágio da maturidade ágil, utilizamos um conceito próprio, os 4P’s:

  • Processos: como estão os processos internos
  • Produtos: como são os produtos criados
  • Práticas: como são as práticas e ferramentas utilizadas
  • Pessoas: como estão as pessoas nesta organização.

 

Analisando esses 4 P’s é possível identificar em qual estágio de maturidade a sua empresa está e ver quais os pontos são necessários melhorar:

0. Empresa Tradicional

É aquela empresa onde algum colaborador escutou falar sobre transformação ágil, leu algum livro sobre o assunto (como oA arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”, do Jeff Sutherland) e percebeu que aquilo era necessário para ele e, nesse ponto, procura uma consultoria para ajudar na transformação.

 

1. Ágil Mecânico

A maioria das organizações se encontram nesse ponto, onde conhecem o conceito, realizam partes da transformação ágil mas não o processo inteiro. 

Nessa etapa, normalmente, a empresa já utiliza o kanban, post-its, e métodos organizacionais, porém não é o suficiente para ser considerada ágil, já que ainda tem muito processo engessado.

As falhas costumam ser mal vistas e, por isso, não é uma organização transparente e com objetivos claros.

 

Analisando os 4P’s do ágil mecânico:

Processos: não escalados, não possuem métricas, fluxo de valor… 

Produto: Não tem visão de produto, não costuma conhecer bem o cliente.

Prática: não tem qualidade ágil, engenharia ágil.

Pessoas: ainda possuem cultura tradicional.

Com consultorias, treinamentos e um bom squad é fácil elevar deste nível para o nível de ágil profissional.

 

2. Praticando o Ágil

A empresa que está no nível “praticando o ágil”, está bem no meio da estrada. Ela já superou boa parte das disfunções do ágil mecânico mas ainda não atingiu o fluxo contínuo de valor do “ágil profissional”. É um momento onde os processos ainda precisam ser aprimorados, pessoas necessitam desenvolver suas qualificações, conhecimento e experiência. Com a ajuda de especialistas, ou seja, pessoas mais experimentadas na jornada, é mais fácil percorrer esse estágio e ir ao próximo nível.

 

3. Ágil Profissional

Aqui é o que todos desejamos desde o início. Quando falamos de benefícios da agilidade, todos eles podem ser colhidos nesse estágio. Tanto o time quanto a liderança entenderam a importância de metas claras e alinhamento na execução.

Descentralização acontece, times são empoderados para tomada de decisão (mas claro, com restrição). Inovações englobam todas as áreas, já que todos têm liberdade para se adaptar.

Colaboradores e clientes, ou seja, pessoas estão no centro de tudo. Valor é gerado continuamente pois colaboradores motivados produzem as soluções com foco no usuário.

Liderança ágil determina objetivos, conhece o cliente, promove a entrega de valor, remove impedimentos, sabe suportar e desenvolver os membros da equipe. 

Isso faz com que tudo na empresa gire de forma rápida e, de fato, ágil. 

“Quando se tem um processo ágil e claro, com regras bem definidas, qualquer projeto pode ter mais sucesso.”

 

Métodos Ágeis

Agora que você já sabe o que é transformação ágil e já identificou em qual nível de maturidade a sua empresa se encontra, vamos entender um pouco mais sobre os métodos ágeis, como eles funcionam e claro, como aplicá-los.

 

Scrum

É uma das formas de utilizar os métodos ágeis em projetos. O seu principal objetivo é auxiliar na gestão e desenvolvimento de produtos, se encaixando muito bem em projetos de médio e longo prazo.

Por ser um dos métodos mais populares é muito confundido com o próprio conceito de metodologia ágil.

Para colocá-lo em prática, é necessário conhecer todos os pontos positivos e negativos da sua equipe, e definir para cada colaborador o papel e função.

No Scrum, existem novos papéis como o Product Owner que define o Backlog de coisas que o time deve fazer, bem como define o que é valor para a entrega, o Scrum Master que tem o objetivo de ajudar o time na entrega, e garante que os conceitos ágeis estão sendo aplicados e há também o Time de Desenvolvimento que são pessoas de diferentes áreas, com diferentes habilidades, que fazem as entregas de valor. Esse time vai fazer entregas de maior valor e mais rápido, gerando soluções inovadoras, e um aumento de vantagem competitiva para a área ou empresa. 

O método Scrum é muito importante para projetos de alta complexidade e urgência de entrega. Para isso, criam-se ciclos conhecidos como Sprints, que nada mais são que intervalos de tempo para desenvolvimento de pedaços da solução. Tudo começa com o planejamento do que será feito naquele ciclo, seguido da etapa de desenvolvimento. Ao final de cada Sprint há uma revisão do que fizemos e uma retrospectiva para melhoria como um todo. Assim, são executados os ciclos de desenvolvimento do produto no Scrum.

 

eXtreme Programming (XP)

XP, junto do Scrum, é um dos primeiros métodos ágeis e se destina a melhorar a qualidade do software e a capacidade de resposta às mudanças no que é gerado ao cliente. Esse método defende entregas frequentes em ciclos de desenvolvimento curtos, com o objetivo de melhorar a produtividade e introduzir pontos de verificação nos quais novos requisitos do cliente possam ser adotados.

Outros elementos da XP incluem: programação em pares, revisão de código, testes unitários, arquitetura emergente, simplicidade e clareza do código, mudanças nos requisitos do cliente com o passar do tempo e comunicação frequente do cliente com o time de desenvolvimento. A metodologia leva no nome a ideia de que os elementos benéficos das práticas tradicionais de engenharia de software devem ser levados a níveis “extremos”.

 

Kanban

É um dos métodos ágeis mais novos e simples de se utilizar. Ele é composto por elementos visuais e práticas para promover o fluxo das atividades.

O kanban ganhou posição de destaque pode ser uma forma de realizar gerenciamento de projetos de forma super adaptável.

A ideia principal do kanban é buscar a evolução, permitindo que a organização dos processos seja feita de forma visual. Em sua forma mais simples, é preciso montar um quadro e dividí-lo da seguinte forma:

  • To Do — atividades que precisam ser realizadas;
  • Doing — atividades que estão sendo realizadas;
  • Done — atividades que já foram finalizadas, avaliadas e aprovadas pela equipe.

 

Tão importante quanto criar essa lista de tarefas é a gestão do fluxo sendo feita de forma constante pela equipe. Métricas como quantidade de tarefas e tempo de execução são comuns de serem acompanhadas em times que utilizam o kanban.

 

Como fazer a transformação ágil

Implementar a transformação ágil não é somente começar a usar Kanban, Scrum e os outros métodos. É preciso fazer um análise completa da sua empresa a fim de identificar os pontos positivos e os negativos do processo com um todo.

Para realizar essa análise, o método mais utilizado é o da análise SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities, Threats), em português, FOFA (Força, Oportunidade, Fraqueza, Ameaça). Mas para que serve essa análise?

O objetivo da análise SWOT é traçar um planejamento estratégico para empresas ou novos projetos, realizando um diagnóstico completo que irá identificar oportunidades de melhoria e definir planos de ação.

 

Aprimoramento de processos

A transformação ágil afeta toda a empresa, é importante analisar e enxergar quais são os problemas internos da organização, onde estão os gargalos e onde os projetos costumam falhar. Afinal, esse é o grande objetivo da transformação ágil: buscar soluções.

 

Troca de conhecimento

Para haver o aprimoramento dos processos, é preciso estimular a cultura do conhecimento. Qualificar o seu time e incentivar o compartilhamento de conhecimento e comunicação.

Para isso, é muito importante haver sempre respeito sobre as diferenças e individualidades de cada pessoa para que nenhum espaço seja invadido e possa gerar um desconforto.

 

Comunicação

Como dito acima, é importante aprimorar a comunicação interna.

Debater problemas, encontrar soluções, qualificar-se, colocar as mudanças em prática, tudo isso é a transformação ágil sendo aplicada de forma verdadeira e correta.

Quando falta informação interna, o time está, na maioria das vezes, desunido e focado no produto final, e não no processo, dessa forma, fica muito difícil enxergar os problemas.

 

Transformação de dentro para fora

Ao querer transformar uma empresa, é necessário trabalhar primeiro internamente. É algo que demanda trabalho e paciência, mas que dá ótimos resultados no final.

Alguns pontos para a transformação ágil acontecer:

  • Incentivar ciclos curtos e com entregas mensuráveis;
  • Promover a comunicação efetiva entre todos os envolvidos no desenvolvimento e entrega do serviço ou produto;
  • Dar visibilidade para os problemas e ações do time;
  • Entregar soluções com valor para o negócio;
  • Incentivar a troca de experiência no time buscando uma cultura do aprendizado e melhoria contínua.

 

Estabelecendo pequenas metas e as cumprindo, a transformação ágil vai acontecendo de forma total e de acordo com os valores da organização. Não é preciso querer mudar toda uma empresa de uma hora para outra, são passos pequenos que são dados rumo a transformação.

 

Usar o Ágil para implantar o Ágil

Implantar a agilidade em uma área ou empresa, de forma que atinja a alta maturidade é muito complexo. Por isso, esse próprio projeto deve ser feito de forma ágil. É dessa forma que nós da Agile.Inc minimizamos os riscos e aumentamos a chance de sucesso, na sua real transformação, para que ela não pare no nível 1, apenas.

 

Scrum Day Brazil

Se você ainda tem dúvida em como funciona a Transformação Ágil e como ela funciona para você, nós falamos sobre esse assunto no Scrum Day Brazil 2020 e você pode assistir tudo que aconteceu por lá clicando aqui.

O Scrum Day Brazil 2021, já tem data e os ingressos já estão à venda com preços especiais, garanta o seu aqui e participe!

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A transformação ágil no RH da Suzano

 

Imagina a mudança de mindset quando você pega líderes de RH e os transformam em Product Owners, para trabalharem em squads e tribos, ligados à uma jornada de persona customer centric? Foi isso que aconteceu na Suzano, gigante do setor de papel, que está passando por um grande processo de transformação digital.

Após reformularem a jornada do colaborador, um dos principais desafios da empresa era deixar o RH ágil. Neste processo, nosso objetivo foi ajudar na mudança de mindset e na forma de trabalho das pessoas, – para que entendessem seus papéis e responsabilidades – e como trabalhar nessa nova estrutura, através dos conceitos ágeis.

Para isso, iniciamos uma série de capacitações com líderes, através de workshops e treinamentos customizados para as necessidades da empresa. Além de ensinarmos novas práticas e ferramentas para mudança de mentalidade, desenvolvemos uma mentoria especializada com os colaboradores, aplicada de forma individual e em grupos.

Com essas iniciativas, o RH da Suzano se tornou um dos grandes agentes de mudança dentro da companhia, que está cada vez mais preparada para essa nova era digital. E, além de todo esse investimento em capacitação das lideranças, a Suzano está passando por diversos outros processos de transformação, principalmente, cultural. 

Confira mais detalhes sobre isso na entrevista do diretor executivo de RH e membro do conselho consultivo da Suzano, Christian Orglmeister, para a Revista Você S/A.

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Contratar mais pessoas ou revisar o processo?

Entenda como organizar melhor sua equipe para ter mais eficiência e resultados

Por Antonio Costa

Durante nossos processos de consultoria e coaching, muitas vezes nos deparamos com um cenário no qual surgem frases ou dúvidas como:

– Quero tentar mudar alguma coisa, mas não sei o quê… 

– Da forma como estou fazendo não sou tão efetivo, mas o que mudar?

– Já consumimos muito conteúdo, mas será que é o suficiente?

– Acho que preciso de mais gente na equipe, mas como convencer a diretoria a fornecer budget? 

– Quais os papéis necessários para que eu tenha um time adequado?

Basicamente, os líderes querem entregar mais resultado, ter times eficientes e eficazes, e sempre surge a hipótese de que métodos ágeis ajudariam nessa produtividade. Mas não sabem como e nem em qual ordem: “Primeiro contrato ou arrumo o processo?”; “Se tenho que ter pessoas, qual o papel que tenho que contratar?”; “Ou antes eu revisito o processo?”; “O que vem primeiro?”.

Então, o que fazer?

Não tem uma resposta pronta e vou falar de forma geral, pois cada caso é um caso.

Primeiro ponto é que, às vezes, é muito nítido que tem uma skill faltando. O problema é tão grande, tão gritante, que nem é preciso rever o processo, mas sim já contratar uma pessoa. Veja se você tem algum caso gritante!

Caso contrário, quando não é tão nítido a falta de uma pessoa:

Primeiro aconselhamos a empresa analisar seu processo atual – entender o que está acontecendo, se dá para fazer mais resultado com as mesmas pessoas. E, somente depois, analisar a necessidade de contratar mais pessoas.

Duas pessoas sentadas num ambiente de trabalho, usando um computador

Por que revisitar o modo de trabalhar é importante?

Muitas vezes as empresas não tem um processo bem definido e esse, por sua vez, possui gaps, gargalos, indefinições e desperdícios. Uma outra dúvida muito comum é: “E se contratar mais pessoas e continuar tendo dificuldades de entrega?”

Bom, se não tiver o processo correto e bem definido, existe a chance de colocar mais pessoas e amplificar ou “mascarar” o problema, por exemplo:

  • Mascarar o problema: você coloca 160h (1 pessoa) a mais, mas no final você aumenta sua produtividade real em 40h. Sendo que as outras 120h acaba sendo improdutivas – isso acaba mascarando o problema
  • Amplificar o problema: você coloca mais pessoas no time e a produtividade cai no final, pois a complexidade do time aumenta e algo que não estava bom, fica pior.

Em outras palavras, rever o modo de trabalho consiste em ter uma jornada ágil para sua área, com processos ágeis bem desenhados e definidos, para seu time entregar mais.

Como funciona normalmente?

Durante a revisão do processo, o primeiro ponto que tentamos responder é: “hoje, é claro nosso processo? Ele está bem definido?” Ou seja, é preciso ter clareza do processo e não estou dizendo que tem que ser engessado, mas sim, claro para todos.

Outra pergunta que fazemos é: “Seu processo é burocrático? Tem como ser mais Lean, ou seja, mais enxuto?”

Com essas perguntas, começamos a revisão propriamente dita, a fim de descobrir a eficiência atual com métricas e identificar os principais gargalos. Em nossa consultoria, nós definimos o modelo AS IS (como funciona hoje) e o TO BE (como deve ser um processo no futuro, bem definido e ágil, com um fluxo mais otimizado).

Pontos chaves durante a revisão de um processo, que fazem um time produzir mais:

  • PRIORIZAÇÃO E GESTÃO DE DEMANDAS

Durante a revisão do processo, é comum identificarmos, por exemplo, que pelo menos 50% dos requisitos solicitados por Negócios não são necessários. A correta priorização dos requisitos é fundamental, para depois você alocar um time para desenvolver o sistema. Para cada requisito, devemos ter com relativa clareza o propósito do negócio, qual o valor de negócios que se busca, para o desenvolvimento criar o código.

  • REFINAMENTO

Os itens requisitados não estão em uma boa granularidade, na qual o DEV precisa perder tempo tentando entender o que tem que fazer e obtendo mais retrabalho.

  • QUALIDADE

“Tem pontos que preciso melhorar na minha política de qualidade, para eu ter menos retrabalho?”; “O produto acaba tendo muitos bugs e o backlog de correção e sustentação é grande?”; Identificar essas questões melhoraram o aspecto da qualidade e ajuda muito na economia de trabalho.

  • ARQUITETURA

“Tenho problemas arquiteturais no meu sistema, o que faz que eu demore para desenvolver algo?” Esse é o famoso cenário de backlog técnico, no qual é tão necessário um refractories.

  • OTIMIZAÇÃO

Tem alguém com alto índice de retrabalho, ou sobrecarregado, ou com partes do processo desnecessários? Tem etapas onde está demorando muito a execução das tarefas? Esse também é um ponto muito importante a ser revisado!

Aí então, busque a contratação

Tendo mais controle sobre o processo e ele sendo otimizado e ágil, aí chega o momento de você buscar saber como fazer mais:

– Contratar mais pessoas, novos skills

Durante essa análise, você pode identificar que o time precisa de uma competência inexistente para ser mais produtivo. Por exemplo, ter uma pessoa Engenheira de QA ou Devops. Nessa fase, você consegue saber quais papeis precisa para ter uma equipe multidisciplinar produtiva, com skills que não podem faltar. 

– Colocando mais pessoas – mesmo skill para ganhar mais vazão

Acontece quando você otimizou seu processo e apresenta um cenário no qual o time consegue atacar X coisas por mês, mas a necessidade de Negócios é de mais de X. Neste caso, você contrata pessoas com os mesmos skills, para ganhar mais vazão.

Formação da equipe também é algo importante

Às vezes é necessário até mexer na estrutura organizacional da empresa ou mexer na organização dos times… Mas isso é feito de forma gradual. 

“Ter um component team ou um feature team?”; “Organizar por value stream?”; “Juntar ou separar os skills?”; “Separa novos desenvolvimentos do time de suporte?”… Se a sua dúvida é alguma dessas (como estruturar seu time), você precisa repensar a formação da sua equipe.

Conclusão

A decisão de contratar mais pessoas ou revisar o processo, depende muito de cenário para cenário, mas, primeiro, aconselhamos você definir a sua jornada ágil, revisitar seu processo, e depois dessa otimização, aí você pensa em contratação de pessoas.

Se quiser ajuda com a sua jornada ágil,revisar o processo ou até mesmo ter pessoas qualificadas para ter um time mais eficiente, podemos te ajudar! 

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