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Por que os processos Ágeis não estão ajudando na Transformação Digital?

Toda semana visito diferentes empresas e tenho acompanhado bem de perto dois temas “da moda” e que de certa forma se tornaram interdependentes: agilidade e transformação digital. É nítido que muitas empresas estão falhando em compreender a agilidade e, isso por sua vez, está pouco contribuindo para a transformação digital, tão relevante no atual cenário. Isso acontece porque algumas não entenderam que “Ágil” não significa um processo novo, mas sim uma mudança cultural, uma mudança de paradigma…

Foto estilizada de uma cidade, com luzes velozes, demonstrando mudança, rapidez, velocidade

Mas, qual a mudança de paradigma?

Gosto muito da forma como parceiros da Scrum.org descrevem tal mudança de paradigma, que consiste em sair de um modo Taylorista de pensar, indo para uma abordagem mais focada em resultados, ou um modo Ágil de pensar.

Modelo Taylorista

Basicamente, no início do século passado eram necessárias linhas de produção mais eficientes. E Taylor foi um grande revolucionário para sua época, implementando ideias como:

  • Separação entre pensadores e executores. Frases como “I have you for your strength and mechanical ability. We have other men paid for thinking” (“Eu tenho você por sua força e habilidade mecânica. Temos outros homens pagos para pensar”), faziam parte de seus conceitos;
  • Cada trabalhador se ocupavam em resolver uma pequena parcela do problema;
  • Não era necessária criatividade ou senso crítico, apenas disciplina para seguir regras;
  • O que fazia de cada pessoa um recurso, substituível e, muitas vezes, que era automatizado (trocada por máquinas);
  • A solução para o usuário já era pré-concebida desde o princípio, bastando apenas ter eficiência na execução do processo;
  • Para maior produtividade do trabalhador, dê mais dinheiro, bônus e benefícios – essa é sua principal motivação;
  • Estrutura de comando e controle era utilizada para gerenciar. Ou seja, se tudo está sob controle é o melhor modelo de liderança;
  • Grandes planejamentos prévios e prescritivos;
  • Entre outros pontos.

Agora, leia novamente o texto acima, mas analisando o contexto de desenvolvimento de produtos digitais. Será que todos esses tópicos não estão sendo aplicados hoje em dia, mas para resolver um problema diferente?

Acontece que, atualmente, estamos em um cenário de quarta revolução industrial, que é a Revolução Digital. O avanço da tecnologia nos proporcionou um novo universo, novas regras na sociedade e nos negócios, inovações que estão fundindo o mundo físico e virtual, mudando o tempo todo áreas como:

– A forma como as pessoas se relacionam e vivem estão se modificando;

– Novos negócios estão sendo criados;

– Existe cada vez mais uma conectividade global, ou seja, acontece algo em uma parte do planeta, você tem a informação quase que instantânea através de seu celular;

– Pessoas da geração digital já não se contentam com qualquer produto/solução.

Isso torna o mundo ficar mais complexo, criando um ambiente chamado de VUCA acrônimo para: Volatility (Volátil), Uncertainty (Incerto), Complexity (Complexo) e Ambiguity, (Ambíguo). Como alguns dizem, “esse é o novo normal”. Por exemplo, uma empresa digital (Airbnb, Uber, entre outras) atingir altos valores de mercado, desbancando gigantes e grandes players do passado é um efeito desse mundo VUCA.

Basicamente, as empresas que tentarem resolver os problemas atuais, do mundo VUCA, com a abordagem Taylorista, mesmo que usando uma “roupagem Ágil”, vão falhar. E, nessa corrida para a transformação digital, é isso que muitas estão fazendo: apenas vestindo a roupa ágil, mas com o mesmo mindset anterior, sem uma mudança cultural, sem uma transformação de paradigma.

É importante destacar que Frederick Winslow Taylor criou a Scientific Management em 1882 – ele foi revolucionário para a época. O que questionamos é usar esses mesmos conceitos que foram benéficos para aquela época, na criação dos produtos atuais, complexos e digitais. Isso é como usar uma ferramenta errada, a velha metáfora do martelo para apertar um parafuso.

Pensamento Tradicional x Ágil

Numa abordagem onde o pensamento “Tradicional” (Taylorista) prevalece na criação de produtos e serviços, mas que se “diz Ágil”, geralmente acontecem problemas como:

  • O sucesso de um projeto é resolver o escopo definido, dentro do tempo estipulado e sem estourar o orçamento. Mesmo se o cliente não comprar o produto, o projeto foi um sucesso;
  • As pessoas que estão no desenvolvimento do projeto estão anos luz desconectados do cliente e do serviço a ser prestado para esse usuário;
  • Muitas vezes, essas empresas acabam somente sendo uma “fábrica de software” (fábrica = taylorista);
  • As motivações e engajamento das pessoas, são feitos com remuneração ou demissão; 
  • Problemas complexos são resolvidos com mais planejamento. Ou seja, aumenta a prescrição;
  • O time é Ágil mas a gestão é imposta, precisa de alguém comandando.

Já numa abordagem Ágil, o mindset estabelece uma visão de produto, uma visão de valor de entrega:

  • Objetivos de negócios ligados ao cliente são definidos muitas vezes em hipóteses e, tenta-se investir o mínimo para validá-la antes de escalar a solução;
  • Times são criados com alto alinhamento e autonomia para resolver problemas complexos;
  • O sucesso do time é resolver o problema com a menor solução (ou melhor) possível;
  • A estrutura da empresa é customer centric e não apenas áreas em silos, rodando através dos processos ágeis;
  • Problemas complexos são resolvidos com mais experimentos, que geram mais aprendizado (empirismo);
  • O melhor estilo de liderança é o líder servidor;

E esta lista é imensa! Os pontos acima são apenas alguns exemplos… Ou seja, muitas empresas estão rodando um processo com roupagem Ágil, mas com o mesmo mindset Tradicional (Taylorista) de sempre. Isso é tão enraizado que, muitas consultorias que julgam executar uma transformação digital, implantam a agilidade de uma forma bem tradicional. Elas ensinam sua empresa a estabelecer personas, por exemplo, mas elas não utilizam essa técnica em seus próprios negócios.

Por mais que fazer a adoção de processos ágeis seja um avanço, mesmo que de forma mecânica, é importante saber que ainda falta muito para a tão falada transformação digital. Não se contente com apenas uma roupagem ágil, busque o mindset verdadeiro da agilidade para colher todos os benefícios da transformação digital.

Se você está passando por um processo de transformação digital e está vendo algumas dessas situações rolando, conversa aqui com a gente! Teremos muito prazer em ajudar.

by Agile.Inc Agile.Inc 1 comentário

Erros comuns durante a Transformação Digital

Maturidade, visão de produto e habilidades corretas são três de algumas das principais falhas que acontecem nesse processo de mudanças e inovação da transformação digital

A Transformação Digital não é mais uma opção e as empresas que ainda não iniciaram esse processo estão ficando para trás. Entretanto, na corrida para mudar, alguns erros cruciais acontecem, seja por falta de objetivo ou maturidade, de estratégia e visão do negócio ou até por falta de ferramentas básicas para estruturar essa revolução.

Estamos realmente prontos para a Transformação Digital?

Essa é uma pergunta que toda empresa deve se fazer antes de tudo. Estamos vivendo um momento no qual tudo é pra ontem e, com isso, algumas corporações não dedicam o tempo suficiente para entender o que realmente é necessário fazer quando o assunto é transformação digital. Vemos muitas pessoas querendo soluções prontas, como uma “receita de bolo”, mas nem sempre a solução descritiva atende às necessidades existentes. 

Para saber se você está realmente pronto para a Transformação Digital, é preciso ter um propósito transparente para passar por essa mudança, pois é um momento delicado, no qual será necessário envolver todos os colaboradores e ter objetivos claros para que todos sigam para a mesma direção. 

A falta de alinhamento de estratégia dentro de uma empresa, pode gerar várias falhas, como muito esforço dedicado à tarefas ou iniciativas que não geram valor nenhum para a transformação digital; desentendimentos ou discussões infundadas entre áreas de negócios ou times de produtos; além de entregas desconexas ou postergação das mesmas.

Este produto realmente resolve o problema do cliente?

Antes de você investir em uma idéia é extremamente importante que o propósito e o valor que seu produto irá gerar para seu cliente estejam claros. Ou seja, qual problema do seu cliente este produto vai resolver? Quando um produto não tem um propósito definido qualquer idéia pode ser boa, mas com isso o foco se perde e investimentos tornam-se prejuízos.

Uma das características dessa transformação digital é o cliente estar realmente no centro, ou seja, a empresa deve ser customer centric e não mais stakeholder centric.

Conhecer seu usuário/cliente, seus concorrentes e ter um objetivo definido para seu produto, muitas vezes evita o cenário acima. Mas, isso depende muito da dedicação na análise de dados e pesquisas pra você ter realmente autonomia sobre seu produto. 

Outra situação muito comum é quando a estratégia está atrelada à um objetivo pessoal – que pode ou não estar alinhado com o da empresa – no qual as conquistas estão focadas em entregar apenas funcionalidades, sem saber o quanto são úteis para o cliente. Nesse caso o foco é quantitativo, deixando o qualitativo de lado e fazendo com que o produto perca a qualidade e confiabilidade para o cliente. Na maioria das vezes, esses objetivos estão desconectados com a estratégia da empresa e da transformação digital.

Foco no alvo

Temos as pessoas certas para essa jornada de transformações?

Para realizar uma grande mudança dentro de uma empresa é necessário que todos estejam realmente envolvidos com o objetivo dessa transformação. As pessoas precisam ter em mente o porque a empresa optou por essa iniciativa, quais benefícios serão gerados, os riscos mitigados, etc. Mas, infelizmente, não é isso que acontece. Em alguns casos, a notícia chega para os colaboradores de uma forma “distorcida” ou como uma ordem e aí o caos reina na empresa. Brincadeiras à parte, mas é quase isso!

A falta de capacitação e o conhecimento necessário para implantar as novas iniciativas pode gerar muitas frustrações, devido ao tempo gasto neste processo e pela demora em obter o retorno sobre o investimento. Como consequência disso, a pressão sobre os colaboradores aumentará de uma forma na qual eles se sentirão sobrecarregados e desmotivados, fazendo com que diminuam sua produtividade ou decidam se desligar.

Toda mudança gera desconfortos, pois as pessoas terão que sair do seu status quo tanto para realizar tarefas de uma forma diferente, quanto para buscar conhecimento. 

Nesse momento, a empresa precisa incentivar as pessoas e proporcionar mais capacitação à elas, mostrando o quão impactante e importante é o processo de transformação digital, além de alinhar e nivelar o conhecimento de todos os envolvidos. 

Esses são os três erros que normalmente encontramos dentro de uma empresa que está passando por transformação digital: a empresa não está pronta e não tem a base necessária para iniciar, não ter a visão correta de produto e não investir nas pessoas certas para iniciar o processo. Investindo nesses pontos ao iniciar sua jornada de mudanças, acreditamos que suas chances de sucesso vão aumentar exponencialmente.

Se você está passando por um processo de transformação digital e está vendo algumas dessas situações rolando, conversa aqui com a gente! Teremos muito prazer em ajudar.

Um abraço!


by Rodrigo Pinto Rodrigo Pinto 1 comentário

Fazendo seu time entregar mais. Como aumentar a velocidade

Entenda como e onde usar esse indicador para auxiliar o planejamento, seja da Sprint ou de uma Release

Velocidade no Scrum é uma prática complementar. Ela não é descrita no Scrum Guide, mas é utilizada e reconhecida por muitos da comunidade.

O que é Velocidade?

Velocidade é uma medida de itens do Product Backlog entregues por Sprint.  De acordo com o glossário Scrum.org (https://www.scrum.org/resources/scrum-glossary), Velocidade é uma indicação opcional da quantidade de Product Backlog Itens transformado em Incremento, durante um Sprint, por um Time Scrum.

Onde usar esse indicador?

Sprint Planning – Esse indicador é utilizado pelo time de desenvolvimento, no Sprint Planning, para auxiliar na montagem do Sprint Backlog. Por exemplo, se o time de desenvolvimento sabe historicamente entregar em média 5 itens do Product Backlog por Sprint, então, no Planejamento do Sprint, esse time tende a pegar algo aproximado dos 5 itens do Product Backlog.

Monitoramento e progresso do projeto – A mesma informação é utilizada pelo Product Owner para fazer a previsão sobre o Product Backlog. No mesmo cenário acima, sabendo que o time de desenvolvimento sabe historicamente entregar em média 5 itens do Product Backlog por Sprint, e olhando o Product Backlog, conseguimos projetar quando um item ficará pronto, ou qual a previsão de entrega para as próximas Sprints.

Posso prever o futuro?

Vale destacar que Velocidade é utilizada apenas para auxiliar o planejamento, dando uma forma empírica (olhando o passado para projetar o futuro), seja da Sprint ou de uma Release.

Não deve ser utilizada a Velocidade como fator de sucesso de um time. Sucesso deve ser sempre baseado em valor entregue, em satisfação do cliente, em resolução de problemas de negócio. Os entregáveis são a parte mais importante de um time Scrum e não suas métricas.

Velocidade não é boa ou ruim. É apenas um indicador, um fato.

Como Aumentar a Velocidade?

Como consigo dentro do Scrum, aumentar a velocidade e ajudar o time a entregar mais?

Nível de detalhes dos itens / Refinamento: Quanto mais detalhes os itens do Product Backlog possuírem, menos tempo será gasto para o time se planejar.

Priorização: Se os itens tiverem priorizados, a Velocidade do time aumenta, pois esse time terá os itens mais importantes entregues primeiro. Um bom Product Owner é que consegue FDP (fatiar, descartar e priorizar). Se você chega ao final de uma release e itens essenciais estão faltando, provavelmente não priorizou corretamente o desenvolvimento. Você deve ter sido iterativo mas não iterativo e incremental.

Débito técnico: Quanto mais débito técnico no projeto, esse tende a ficar mais difícil de trabalhar.

Formação de time: Um time que não se comunica, que não trabalha junto, que não tem os valores do Scrum vividos, com certeza tem problemas durante o desenvolvimento.

Propósito / visão clara / autonomia: Um time que não sabe para onde está indo, e só tem um monte de tarefas, tende a ser menos engajado, a dar menos ideias do que um time que tem uma visão clara e autonomia para atingir aquele objetivo.

Alocação de pessoas:  Mas, quando coloca mais pessoas, tende a cair um pouco até estabilizar novamente.

Mais horas: Mas isso é provado que as pessoas tendem a colocar bugs no sistema.

Melhoria contínua: Utilizar realmente a Sprint Retrospective para fazer o time crescer mais.

Aprendizado / Inspeção e Adaptação: Ter um incremento Done ao final de um sprint, e juntamente com stakeholders, inspecionar o incremento, aprender com ele e ajustar o plano.

Remoção de impedimentos: Impedimento é tudo aquilo que atrapalha o time de entregar e que não pode ser resolvido pelo próprio time. Esse item está ligado diretamente com o trabalho do Scrum Master.

Alocação de pessoas e mais horas alocadas, infelizmente são os únicos itens que muitos times reconhecem de como forma de aumentar a velocidade.

E ai, se você é um Scrum Master, consegue aumentar a velocidade do seu time trabalhando nos itens acima?

Mas preste atenção – não é o objetivo aumenta a velocidade por aumentar. O objetivo é como podemos gerar mais valor.

Use a lista abaixo e preencha 1: nem sei por onde começar; 2: trabalho um pouco com o meu time; 3: acho que não tenho problemas com isso, mas tenho que ficar sempre alerta; 4: atuamente domino isso.

Depois some e tudo e veja como você se encontra…

(  ) Nível de detalhes dos itens / refinamento
(  ) Priorização
(  ) Débito Técnico
(  ) Formação de time
(  ) Propósito / visão clara / autonomia
(  ) Melhoria Contínua
(  ) Aprendizado / Inspeção e Adaptação
(  ) Remoção de Impedimentos

Quer entender mais como este processo funciona e como podemos te ajudar a se tornar uma organização ágil? Clique aqui e entre em contato!

Teremos um imenso prazer em contar com mais detalhes em um bate-papo.

Um abraço!

by Agile.Inc Agile.Inc Nenhum comentário

Como lançar um produto em pouco tempo se sua empresa é lenta?

Entenda como ter mais dinamismo e menos burocracia para lançar seus produtos de forma mais rápida e ter crescimentos exponenciais

Ouço muito a pergunta de gestores e administradores de empresas: “Como lançar um produto em pouco tempo se minha empresa é lenta?” ou “Será que é possível minha organização lançar rapidamente um produto e sair na frente?”

Atualmente as startups jogam um jogo muito diferente das empresas grandes ou tradicionais. Elas tem muito mais dinamismo, menos burocracia e, por isso, conseguem lançar um produto em pouco tempo, mais rápido e ter crescimentos exponenciais, chegando até a ameaçar os grandes players.

Muitas vezes o desejo da diretoria é ter um projeto que já dê algum tipo de retorno de curto prazo (talvez em 3 meses por exemplo), mas o projeto geralmente vai demorar de 1 ano a 1 ano e meio. Você acaba perdendo o time-to-market e não sai na frente. Isso ainda quando consegue lançar um produto bom.

As empresas até possuem ótimos profissionais, mas que não conseguem jogar o jogo e lançar o produto bom e rápido. O que acontece?

Geralmente, a empresa está uma cultura, um status quo tradicional, e mudar isso é difícil e muitas vezes demorado. Alguns sinais de um status quo tradicional:

  • Muitos projetos em paralelo, tirando o foco das pessoas
  • Baixa transparência do que está acontecendo nos projetos
  • Equipe acostumada com o status quo atual e quer fazer um produto 100% perfeito para lançar, com uma perfeição técnica absurda
  • Medo de desafios. “E se der alguma coisa errada no caminho?” muitos pensam, e acabam nem se mexendo.
  • Algumas empresas iniciam o processo de contratação de pessoas, mas até achar no mercado, fazer o onboarding, e depois começar a mudar o mindset do time, já se passou muito tempo.

Conversamos com empresas diariamente, como vemos que as pessoas estão conseguindo quebrar essas barreiras e lançar um produto rápido?

Basicamente vemos dois grandes modelos de sucesso:

1) Criar uma célula separada, dentro da organização.

Essa célula pode ser mais ou menos acoplada na organização.
– Uma célula mais acoplada pode ser como uma área de inovação.
– Uma célula menos acoplada, acaba até sendo um spin-off, as vezes até com outra marca.
Em ambos os casos é vital ter profissionais que consigam conduzir essa equipe com a agilidade. Ter um Agile Coach que consiga auxiliar com ferramentas e mindset ágil pode definir o sucesso ou fracasso da iniciativa. Caso contrário, o time não fará muito diferente.

2) Contratar um time de especialista, um SQUAD, que já esta acostumado com estes desafios e resolve este tipo de problema mais rápido. É importante escolher o fornecedor correto e mesclar o time externo com algumas pessoas internas, principalmente pessoas sênior de negócios e TI.

Em ambos os casos, lançar um produto em pouco pode variar de alguns poucos meses, até 1 ano. Tudo depende de quanto se conhece o mercado. Em projetos com menos conhecimento do mercado, no começo, time será composto por mais pessoas de pesquisa (Research). Se o time já conhece bem o mercado o lançamento acaba sendo em um espaço menor de tempo.
Mas independente disso, é essencial a validação das hipóteses do problema junto aos clientes potenciais, com soluções tipo MVP. Somente depois disso, deixar o produto mais robusto e mais escalável.

A agile.inc é especialista em ambos os casos, ajudando as empresas a lançarem melhores produtos, que de vantagem competitiva nesse mercado tão complexo.

Quer entender melhor como funciona nosso trabalho? Clique aqui e entre em contato!

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