Author: Rodrigo Pinto

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Capítulo de Agilidade: a importância de criar um na sua empresa

Em 2012, Henrik Kniberg, consultor no Spotify, junto com outro consultor, desenharam e executaram a estrutura organizacional chamada de “Modelo Spotify”. Esse conceito, nada mais é que a cultura organizacional que a empresa iria começar a aplicar internamente.

Para entender melhor sobre o famoso “Modelo Spotify”, confira esse conteúdo aqui e esse aqui também da nossa área de Treinamentos, a Agile School.

Para conseguir chegar no modelo que conhecemos hoje, Henrik, enumerou quatro elementos fundamentais para que a estrutura desse certo. Elas são:

  • O coração desse modelo, que são as Squads;
  • As Tribos, que nada mais são do que conjuntos de Squads, direcionadas à um único tema;
  • Os Capítulos e as Guildas, que são as estruturas de apoio e horizontais.

Pode sim parecer que a estrutura que o Henrik descreve é uma estrutura matricial, na qual as empresas já faziam e se organizavam há muitos anos… Entretanto, a maneira como esse formato foi aplicado dentro do Spotify foi na vertical, ou seja, foi uma cultura organizacional focada no formato de Squads – onde a estrutura é orientada a valores e autonomia.

É interessante ressaltar também dentro dessa temática que as Squads tem uma inspiração dentro dos times Scrum e, os times Scrum por si, são inspirados no “The New New Development Product Game” – artigo da década de 80 que fala sobre empresas inovadoras como 3M, Epson, Honda, entre outras que, naquela época, já organizavam seus times de maneiras cross funcionais, com uma missão clara e específica, entre outras características.

Mas como se estruturam os Capítulos?

Os capítulos nada mais são do que a soma de pessoas em papéis semelhantes e tem como principal objetivo dar suporte àquela função. Por exemplo, se em cada Squad possui um desenvolvedor, conforme o desenho do capítulo abaixo, terá diferentes desenvolvedores naquela tribo. Com isso você cria um capítulo de desenvolvedores para que as pessoas consigam se apoiar, ajudar, trocar experiências e conhecimentos.

Para ficar mais claro o que realmente é cada um dessas estruturas, confira a imagem abaixo.

capítulo de agilidade

Os benefícios dos Capítulos nas empresas

Conseguimos entender que é nas Squads que o trabalho está, de fato, sendo aplicado diariamente, certo? Mas, para deixar esse trabalho ainda mais em sintonia e padronizado, Henrik utilizou o formato dos Capítulos para auxiliar todas as pessoas que exercem um determinado papel dentro dos times a crescerem dentro daquele conhecimento em específico.

Os principais benefícios da estrutura de Capítulos dentro das organizações são:

  • Troca de informações, excelência em conhecimento e foco no crescimento e qualidade;
  • Criação de padrões para os processos de criação, planejamento e execução;
  • Auxílio na hora de resolver problemas, bug, falhas, etc.

Importante ressaltar que dentro deste Capítulo deve existir um líder (Chapter Lead) para orientar, designar e auxiliar o resto dos integrantes dessa estrutura. Além de fazer planos de carreira, planejar bonificações, demissões ou contratações, essa liderança vai entender as necessidades em geral, apoiar os profissionais no dia a dia e desenvolver suas capacidades.

Por que criar um capítulo de Agilidade nas organizações?

As empresas que estão trabalhando em seus processos de transformação digital e estão buscando se tornarem mais ágeis, podem sim adotar o formato de capítulo de Agilidade para suas organizações justamente para alavancar a adoção de práticas ágeis na organização como um todo.

Isso tudo porque o profissional especialista em Agilidade normalmente trabalha sozinho, ou seja, ele não tem pessoas dentro do seu time e/ou squad atuando no mesmo papel que o dele para discutir situações ou para se apoiar quando algo precisa de um auxílio. Um capítulo se torna indispensável para elevar o nível de conhecimento e de aplicação da Agilidade no dia a dia.

O capítulo também pode ajudar em situações sistêmicas, isto é, em complexidades que estão fora do time daquele Agilista, por exemplo, em situações mais estratégicas e menos operacionais. Isso acontece muito em empresas que estão começando a aplicar os métodos ágeis e precisam de um apoio maior na expansão dessa cultura dentro da empresa.

Para finalizar…

Agora que entendemos o porquê de criar e manter um Capítulo de Agilidade está na hora de colocar em prática. Existem alguns passos que você pode seguir para ter um capítulo de sucesso.

  • Ter um líder de capítulo que dê suporte e facilite o dia a dia dos times;
  • Ter um canal de comunicação específico para o capítulo para compartilhar informações e aprendizados, além de encontros periódicos;
  • E uma estrutura que observa a carreira de cada um e esse plano de crescimento, seja com acompanhamento e mentoria, e/ou treinamentos e grupos de estudos.

Aproveitar o início do ano para traçar as metas estratégicas para a sua empresa é indispensável. Para te ajudar nesse processo de entender melhor como inovar dentro do seu modelo de negócio, é essencial ter especialistas como parceiros qualificados e especialistas nesse assunto.

Seja para melhorar os processos da sua área de Tecnologia e Produtos, para implementar ferramentas de gestão ou até para montar uma trilha de capacitação personalizada para seus colaboradores, nós, da Agile.Inc, podemos te ajudar.

Atuamos com consultoria para transformação ágil e digital, além de fornecermos especialistas para atuarem na sua empresa, com foco em crescimento e em dar tração no seu processo de transformação.

Além disso, como citamos acima, treinamentos são essenciais para elevar o nível de conhecimento da sua empresa e dar mais vantagem competitiva perante ao mercado. Nossas trilhas personalizadas vão desde a liderança até frameworks para a operação dos times.

Clique aqui e agende uma conversa com nossos consultores e tenha um diagnóstico rápido do melhor modelo de transformação para sua empresa.

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Design Thinking: como um modelo de pensamento pode ajudar a solucionar problemas

A busca das empresas por soluções inovadoras para problemas complexos e comuns do dia a dia dos negócios modernos é enorme.

Por isso, grande parte dos líderes e responsáveis por tomar certos tipos de decisão são formados por pessoas que possuem o pensamento criativo, crítico e rápido.

Entretanto, em algum momento o bloqueio chega e a dificuldade de resolver problemas aumenta cada vez mais.

Pensando nisso, é preciso estruturar novas condições e modelos de trabalho para solucionar essas questões.

Entre elas, o processo de Design Thinking é essencial para empresas que precisam de mais inovação e vantagem competitiva.

 

O que é Design Thinking?

Design Thinking é o nome dado a um processo de pensamentos críticos e criativos que permitem a organização de ideias que ajudam nas tomadas de decisões.

É importante deixar claro que não é um método a ser seguido, como uma receita de bolo, mas sim uma forma de abordagem para melhor auxiliar nas soluções.

Esse modelo, pode aumentar os insights e a forma como aplicá-los.

O principal conceito do Design Thinking é que o processo seja realizado de forma colaborativa e coletiva, reunindo o máximo de informações e perspectivas possíveis.

Existem diferentes momentos e ações onde as empresas aplicam o Design Thinking, um deles é na solução de problemas independentes do tamanho e suas magnitudes.

Através das perspectivas diferentes é possível ter uma visão maior e uma solução mais clara.

Uma outra forma comum de utilizar esse processo é na elaboração e criação de novos produtos e serviços.

Com a participação de todas as áreas da organização é possível acrescentar valor nos itens que estão sendo criados, aumentando as chances de sucesso.

Vamos deixar claro que cada caso é um caso, o importante é a empresa seguir o processo da forma que mais se adequa a sua forma de trabalho, não existe uma fórmula correta para se seguir e implementar o Design Thinking, porém existem algumas etapas que podem te ajudar nesse processo.

 

As 4 etapas do Design Thinking

Como falamos anteriormente, não existe um processo a ser seguido fielmente para você passar a aplicar o Design Thinking na sua empresa, entretanto existem algumas etapas que se você seguir pode facilitar a implementação e os resultados.

 

Imersão

Essa primeira etapa, pode ser considerada uma das mais importantes pois é através dela que você irá se aprofundar em tudo que acontece dentro da empresa.

Sugerimos que faça uma análise SWOT, que mapeia os pontos fortes e fracos do seu negócio, ameaças e oportunidades, além de apresentar uma visão interna referente a perspectivas de fora, ou seja, como as pessoas estão vendo o seu negócio.

Pensando em ter essa perspectiva, sempre colete feedbacks de clientes, colaboradores, não clientes e prospects, se aprofunde na política organizacional da empresa.

Com toda essa visão do seu negócio, será possível criar soluções mais certeiras para os problemas que costumavam enfrentar.

Mas não se esqueça NUNCA de analisar cenários comportamentais da região e do país, isso influência em muitos aspectos dos pontos que irá analisar.

 

Ideação

Após a imersão você e sua equipe já terão conseguido observar quais pontos precisam de atenção e mudanças urgentemente, quais conseguem ficar mais para o futuro e quais não precisam ser mexidos.

Identificando essa parte, você já consegue partir para a ideação que nada mais é que colocar em prática as ideias que tiveram referente aos conflitos identificados na etapa 1.

Na hora de trazer à tona as ideias, é importante utilizar técnicas como o big data para aumentar as chances de sucesso das ideias e alcançar o objetivo desejado.

 

Prototipação

Após a junção de ideias, é hora da equipe se reunir e definir quais dessas ideias podem trazer mais resultados para o negócio.

Para que a ideia principal tenha um bom resultado é necessário criar protótipos e ir testando, assim conforme os resultados entregues é possível ir melhorando a cada etapa e na entrega, serão poucas ou nenhuma falhas que terão que ser ajustadas.

Caso seja um serviço, o seu protótipo pode ser algo mais visual e teórico, como gráficos, imagens que representam o resultado esperado daquele serviço.

 

Desenvolvimento

A última etapa é a hora de tirar tudo do papel, ter feito todos os testes e colocar em prática!

É nessa etapa que você irá lançar o seu produto ou serviço e precisará usar de todos os métodos para chamar a atenção do público para isso, como, ações de marketing, ações com os clientes já existentes, apresentar aos colaboradores e etc.

Mas, não é porque chegou ao final desta etapa que o processo todo chegou ao fim, muito pelo contrário, é necessário continuar medindo e acompanhando o desempenho dessa nova mercadoria ou serviço.

 

 

Os benefícios de investir no Design Thinking

Todos sabemos que uma empresa avalia seus lucros e investimentos através do retorno que é obtido por meio de suas vendas, custos e etc.

É nesse ponto que o Design Thinking entra, pois seu custo de implementação é extremamente baixo e o resultado que ele traz para o seu negócio perante a concorrência é enorme.

E isso pode ser de fato, um diferencial para sua empresa ao se colocar à frente dos seus principais concorrentes, sendo uma consequência um lucro maior, uma marca mais fortalecida.

Além de benefícios em dinheiro e imagem no mercado, o design thinking consegue agregar e engajar os colaboradores de todas as áreas e o resultado se torna muito positivo.

Pois, os colaboradores se sentirão valorizados pela empresa e isso motiva os abraçarem a cada vez mais o propósito da organização fazendo com que a jornada até o objetivo principal seja ainda mais rápida e eficiente.

 

O que o Design Thinking proporciona para sua empresa

Atualmente, esse tema está bem difundido, principalmente entre as empresas que possuem visão de produto.

Com esse artigo, sabemos agora o que é e para que funciona o Design Thinking, mas se você ainda está em dúvida sobre como esse processo pode ajudar na sua empresa, vale destacar alguns benefícios:

 

Compreender os clientes: o Design Thinking permite que o negócio seja visto de fora para dentro, ou seja, a visão de quem está sendo impactado de fora da empresa. Com isso, você consegue entender os tipos de clientes que você possui e atrai, além de conseguir criar uma experiência maior a eles e entregar mais valor.

 

 

Entender o negócio: Entender as pessoas de dentro do negócio/empresa é fundamental para mapear os processos de trabalho e assim conseguir compreender o que pode ou não ser feito e melhorado.

 

 

Cocriar soluções: É aqui que é possível sugerir melhorias dos processos junto a cultura da empresa em colaboração com times internos e externos do negócio.

 

3 ferramentas que podem ser usadas no processo de Design Thinking

Para finalizar o tema, ainda falando sobre como estruturar esse processo de Design Thinking, é importante definir as ferramentas que mais se adequam a realidade de cada produto para serem utilizadas nesse momento:

 

Brainstorm

O brainstorm é uma dinâmica em grupo que consiste em compartilhar ideias e soluções para um problema que o time está enfrentando.

São sessões sem nenhum tipo de julgamento do que é certo ou errado, assim como diz a tradução literal “tempestade de ideias”.

 

Mapas Mentais

Os mapas mentais são muito eficientes para organizar, desenvolver ideias e pensamentos. O objetivo é deixar visivelmente, o mais claro possível, todo o processo de criação e pode ser muito útil para novos insights ao longo deste processo de Design Thinking;

 

Cocriação com Clientes

Tem se tornado cada vez mais comum a participação de usuários e consumidores no processo criativo do projeto, seja ele um produto ou serviço.

Isso porque você terá uma visão da sua marca do mundo externo do seu negócio. Além disso, os seus clientes podem trazer grandes insights para a evolução do seu projeto, já que sua visão é completamente diferente da formada pelos stakeholders da organização.

 

E se você ainda sente dificuldade em encontrar o modelo ideal para melhorar os resultados do seu negócio ou produto digital, marque uma conversa conosco.

Em um breve diagnóstico, te ajudamos a traçar um plano de ação concreto para te dar mais resultados e vantagem competitiva. Venha bater um papo conosco!

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O que tem a ver Cultura de Dados e Times de alta performance?

Em um mercado cada vez mais competitivo ter uma estratégia que te faça sair na frente dos concorrentes é incrível, não é mesmo?

A cultura de dados junto com os times de alta performance pode te ajudar nas estratégias da organização como um todo, promovendo resultados exponenciais.

Na coleta de informações, o objetivo de muitas empresas é converter o material bruto em dados úteis, principalmente nesse cenário de constantes mudanças no comportamento de consumo.

Dessa forma, os dados podem ser utilizados para tomada de decisão, no planejamento estratégico e até na reformulação de modelos de trabalho.

 

O que é Cultura de Dados?

A cultura data driven, ou seja, orientada a dados, é um dos exemplos de processo ou ferramenta que auxilia times a serem mais analíticos e focados em pôr sempre o usuário no centro das decisões, fazendo com que o trabalho seja voltado para gerar mais valor para o cliente e, consequentemente, para a organização.

Ser data driven é trabalhar com um conjunto de ações, tomadas de decisões, melhorias de estratégia com base em dados e não em achismos ou estudos genéricos.

É um processo feito por análises detalhadas das informações coletadas de diferentes formas, como formulários de site e aplicativos, eventos, landing pages, e-mail mkt, chatbots, etc.

Todo dado gerado por usuário pode ser utilizado para análises, já que o objetivo dessa verificação é adquirir referências que irão ajudar no planejamento de ações e estratégias.

Segundo dados globais da Gartner, 86% dos executivos das maiores empresas do mundo colocam os dados e estratégia de analytics como prioridade em seus negócios para os próximos anos.

Empresas que começam a agir através da respostas dos dados possuem uma chance muito maior de aumentar seus resultados e atingir uma boa qualidade na entrega para seus clientes.

Para que essa gestão aconteça de forma eficiente, é preciso acompanhar os indicadores mais importantes, e não apenas coletar dados aleatórios, além de ter times multidisciplinares que atuem de ponta a ponta na iniciativa, aumentando muito mais a performance e os resultados.

 

Como times de alta performance ajudam?

Os times de alta performance já são compostos por pessoas que trabalham com a cultura de dados, uma vez que é através de métricas que o time consegue enxergar os resultados da sua equipe podendo melhorar estratégias, entregas e aumentar resultados da empresa como um todo.

Para saber mais sobre esse assunto, clique aqui e leia o nosso post de blog sobre time de alta performance.

O que a cultura de dados e os times de alta performance podem trazer de benefícios para sua empresa:

  1. Melhoria contínua dos processos da empresa: todo negócio quer sempre evoluir para melhor, através das métricas e dados recolhidos é possível melhorar e automatizar processos.
  2. Crescimento nos lucros da empresa: times que fazer boas entregas, garantem melhores resultados e faz com que a empresa consiga aumentar seus lucros.
  3. Identificar as necessidades do cliente antecipadamente: com o uso de dados e análises corretas, será mais fácil e rápido perceber quando há uma demanda de seus clientes e compreender quais suas necessidades.
  4. Melhorar a gestão de processo: toda área pode melhorar seus processos e entregar valor a seus clientes, mas é preciso mudar o mindset primeiro. Com a análise correta de dados – seja do cliente e/ou do colaborador, é possível compreender o que está acontecendo de errado e traçar um plano de ação e melhorias.
  5. Avaliar as metas para a gestão de operação: com dados captados e filtrados é possível direcionar novos processos e estratégias e definir novas metas para que o objetivo da empresa seja atingido.

Portanto, vimos como a cultura data driven é primordial dentro de um modelo de trabalho ágil e digital, fazendo com que dados se transformem em informações importantes e essenciais para o desempenho e crescimento estratégico de uma organização.

Como fazermos aqui na Agile.Inc

Se você já está passando por um processo de transformação digital é muito mais fácil implementar a cultura de dados em sua empresa e estar à frente dos seus concorrentes.

Para que essa mudança aconteça, é preciso ter um time multidisciplinar de alta performance que irá te ajudar a alcançar bons resultados com métricas, ferramentas, papéis e ferramentas corretas.

Em nossas enFocamos nas características de cada empresa, analisamos as condições e contexto, e oferecemos toda nossa expertise para montar times multidisciplinares, adaptados para cada tipo de produto.

Formados por diversos especialistas, nosso time de alta performance avalia – sempre à quatro mãos – o estado atual da empresa, analisa os resultados anterior as mudanças, implementa novas métricas para serem analisadas, cria um backlog de transformação, que será implementado e adaptado ao longo de todo o processo, visando diversas alterações, como:

  • Mudar o mindset e o paradigma de um modelo Tradicional (prescritivo e ordenado) para um modelo Ágil (adaptativo e interativo);
  • Quebrar o status quo, buscando maior produtividade;
  • Criar uma melhor forma de comunicação e promover integração total entre as áreas, para melhores tomadas de decisões;
  • Colocar o cliente no centro de todas as definições e escolhas;
  • Transformar as oportunidades e ideias em produtos de sucesso.

Nosso time é apoiado pela Scrum.org e vai ajudar sua empresa a ser mais inovadora, de forma desejável, viável e factível para a criação de produtos e desenvolvimento de projetos. Conte com a consultoria da Agile Inc. e monte um squad que irá elevar a sua empresa.

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Por que times de alta performance geram mais resultados?

Ter uma equipe auto gerenciada é o sonho de qualquer líder de área, não é mesmo? Mas sabemos que desenvolver colaboradores de perfis diferentes para alcançar o objetivo do produto é ainda mais desafiador. 

Pensando nisso, empresas de diferentes segmentos começaram a buscar por colaboradores de alta performance, mas, seria ainda mais interessante se fosse desenvolvido isso já nos colaboradores que fazem parte da sua empresa, não é mesmo? 

Para entender como funcionam os times de alta performance e como eles podem ajudar a sua empresa a gerar mais resultados é só continuar lendo esse artigo. 

 

Afinal o que é time de alta performance?

As equipes de alta performance possuem elevada competência, expertise e comprometimento com as metas – que são bem claras para todos envolvidos. Geralmente esse tipo de time compartilha da mesma visão, valores e propósito, além disso estão sempre engajadas e alinhadas aos objetivos estratégicos.

Neste caso, a alta performance é mais do que alcançar bons resultados, é ir além do esperado. A alta performance está diretamente ligada a atitudes, senso de dono (ownership) e foco nas entregas de valor.

Um time de alta performance é motivado, possui uma cultura muito forte e está disposto a melhorar, sempre buscando novos desafios.

Nas organizações inovadoras e realmente digitais, podemos chamar uma equipe de alta performance de Squad. Ou seja, um time composto por pessoas de diferentes habilidades, unidas para criar produtos ou iniciativas que geram valor, desde sua ideação, passando por todo desenvolvimento, até a entrega e o monitoramento de uso.

 

Time de Alta Performance: Squad

Basicamente, a Squad é uma estrutura organizacional composta por pessoas de diferentes habilidades, que possuem um objetivo muito claro: ter mais entrega de valor, atuando de ponta a ponta naquele produto.

Diferente do modelo tradicional de criação de softwares e gerenciamento de projetos, as Squads são times multidisciplinares, com menos silos, menos hierarquia, mais autonomia, focada em seus princípios e objetivos, e que trabalham para resolver um problema ou desafio dentro de uma organização.

O Spotify criou esse modelo para resolver um desafio que eles tinham na época e, como se popularizou, muitas pessoas começaram a copiar esse formato de organização de pessoas.

Se quiser entender realmente como surgiu esse modelo de Squads do Spotify, clique aqui e veja essa ótima explicação do Rodrigo Pinto, nosso Agile Chapter Lead.

Logo, uma Squad é um time de Alta Performance que muitas empresas já adotaram junto com o modelo de trabalho Scrum. 

 

Quais as características de times de alta performance

Bom, quando pensamos em desenvolver uma equipe de alta performance, é preciso analisar quais as características são necessárias para o seu desafio.

Ou seja, não existe um modelo padrão, mas sim o que se adequa melhor à sua empresa e aos resultados que precisam ser atingidos. Confira algumas características que uma Squad precisa ter: 

 

Liderança

Ter uma liderança bem definida é essencial para uma equipe de alta performance, essa necessidade se dá ao fato de que os membros da equipe não podem ter dúvidas em relação a quem recorrer quando necessário e nem de quem é a decisão final.

É também muito importante que os líderes sempre estejam não só incentivando, como também inspirando toda a equipe.

 

Autogerenciamento

Apesar da liderança muito presente, o auto gerenciamento também é muito importante. O foco aqui é que cada membro da equipe tenha total responsabilidade por suas funções.

É importante destacar que apesar do líder, cada pessoa pode gerenciar seu tempo, decisões e a forma em que executa as tarefas.

 

Multidisciplinaridade

As equipes de alta performance são nada mais nada menos do que um grupo de pessoas com conhecimentos, culturas e formação em diversas áreas trabalhando em sinergia em busca de um resultado em comum.

Visto isso, a multidisciplinaridade é muito importante, já que aqui as habilidades individuais se complementam fazendo com que todos colaborem entre si para alcançar os melhores resultados.

 

Antecipação

Projetar o que está por vir e pensar a frente é uma característica forte das equipes de alta performance. Esse comportamento ajuda a prevenir problemas e situações que possam comprometer o desempenho da equipe como um todo.

 

Comunicação assertiva

Saber se comunicar é extremamente importante. Os membros de uma equipe de alta performance entendem que uma comunicação assertiva e eficiente impacta nos resultados finais.

Nesse tipo de time, são realizadas reuniões periódicas para acompanhamento, estímulo à troca de experiências e feedbacks. A comunicação interna é valorizada!

 

Colaboração

Para que uma equipe possa alcançar um desempenho elevado, é fundamental que haja colaboração entre os membros.

Em vez de cada um se fechar e focar apenas nas suas tarefas, aqui os membros se ajudam e, de forma colaborativa e integrada, eles conseguem entregar um trabalho mais consistente.

Depois de verificar quais dessas características precisam ser melhoradas em sua equipe, desenvolva um planejamento de capacitação.

 

Mindset diferenciado

Como já dito, para criar uma equipe de alta performance é preciso mudar o mindset da sua empresa, gestores e equipe. 

 

Estruturar o ambiente de trabalho visando uma atmosfera inovadora não significa se inspirar em tendências de empresas do Vale do Silício e colocar pingue-pongue na área comum da sua empresa.

É preciso focar em um aspecto mais físico, como na estrutura das mesas fazendo com que os colaboradores trabalhem mais próximos, estimular as pessoas a saírem do espaço físico da empresa para focar na resolução do problema.

Mas sim, o foco continua sendo a inovação!

E para isso, é preciso mudar o mindset e esquecer aquela ideia de que os diretores ficam em salas separadas e isoladas, é preciso que essas pessoas fiquem sempre em um local de fácil acesso para todos os colaboradores.

Importante: Além dessas características, o gestor ou líder da área precisa compreender o colaborador e incentivá-lo a ser uma pessoa de alta performance. Mas como fazer isso? Aqui vão algumas dicas. 

  • Disponibilize cursos e certificações para que todos possam aprender sobre todos as técnicas que o seu time precisa ter;
  • Incentive o trabalho em equipe, faça reuniões, dinâmicas, etc; 
  • Crie metas desafiadoras, faça seus colaboradores saírem do comodismo e enfrentar novos desafios do dia a dia;
  • Confie no profissional e dê autonomia para eles resolverem e trazerem soluções para os conflitos; 

 

Como montar um time de Alta Performance?

Na Agile.Inc escutamos nossos colaboradores e damos a eles total autonomia para trazer ideias e novos conceitos para que o objetivo da empresa seja alcançado. 

Os nossos times de Alta Performance são divididos por clientes e modulados de acordo com a necessidade do cliente. Ouvimos os nossos clientes e com isso trazemos as melhores qualidades de diferentes pessoas para que as dores do cliente sejam resolvidas. 

Nós também desenvolvemos trilhas de conhecimento compostas por treinamento e certificações para que os colaboradores possam seguir com novas ferramentas de trabalho e, assim, atingir seus objetivos.

Conte conosco, da Agile.Inc e fale com um de nossos profissionais para que nós possamos te ajudar a montar o seu time de Alta Performance

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Porque as pessoas NÃO estão fazendo o dobro na metade do tempo com o Scrum

O mundo está mudando em uma velocidade muito grande, as organizações estão cada vez mais tentando atender às necessidades do mercado e se diferenciar em um cenário competitivo. Para isso, são executados projetos e mais projetos a fim de atingir o único objetivo de atender as necessidades do mercado e/ou das pessoas. E o Scrum, pode te ajudar.

 

Scrum: arte de fazer o dobro na metade do tempo.

Em meados da década de 1990, Jeff Sutherland e Ken Schwaber criaram o método Scrum, com o objetivo de solucionar problemas comuns das organizações, garantindo o foco no que realmente gera resultados.

Com o objetivo de explicar os benefícios do Scrum, sua aplicação de forma a obter maior produtividade, Jeff escreveu um livro chamado “Scrum: A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”.

Neste livro, ele conta como utilizou o Scrum em suas experiências pessoais para dar clareza dos problemas e assim atuar sobre eles, de forma a ajudar pessoas e empresas a planejar melhor, ter foco no cliente e na melhoria contínua.

 

Como surgiu o termo método ágil?

O termo método ágil surgiu com o Manifesto Ágil, criado no ano 2001. Esse pequeno documento ficou conhecido por seus 4 valores:

  • Indivíduos e interação entre eles mais que processos e ferramentas;
  • Software em funcionamento mais que documentação abrangente;
  • Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos;
  • Responder a mudanças mais que seguir um plano.

 

Todos os métodos ágeis, desde o Scrum e o XP (os mais conhecidos) são baseados nestes 4 valores.

O principal objetivo dos métodos ágeis é satisfazer o cliente por meio de entregas pequenas e recorrentes de valor, por meio de ciclos curtos e contínuos de desenvolvimento.

 

Como aplicar a metodologia ágil?

Para implementar os métodos ágeis nas empresas, é muito provável que seja necessária uma mudança da cultura organizacional.

Essa metodologia utiliza os princípios de adaptação constante. Têm como objetivo também eliminar e reduzir os desperdícios e ineficiências causados por ruídos da comunicação, burocracia e obstáculos técnicos.

A metodologia ágil funciona em empresas que atuam com alto nível de colaboração, onde os membros contribuem para o desenvolvimento dos projetos/produtos por meio de times pequenos. Vamos conferir algumas mudanças que são geralmente necessárias para tornar as empresas mais ágeis:

  • O objetivo da empresa deve ser agradar ao cliente e entregar o melhor produto para a demanda estabelecida, com total eficiência.
  • O trabalho deve ser feito em times que se auto-organizam, em que o gerenciamento ocorre de forma a capacitar os colaboradores a contribuírem ao máximo.
  • O trabalho deve ser coordenado por metodologias ágeis a partir de ciclos iterativos e feedbacks de clientes e stakeholders.
  • Transparência e melhoria contínua precisam ser valores predominantes.
  • A tomada de decisão na empresa deve ocorrer predominantemente de modo horizontal.

 

Por que as pessoas não estão produzindo?

Agora que já conhecemos o Scrum e sabemos um pouco de princípios para implementar os métodos ágeis, vamos entender melhor sobre erros comuns da aplicação das metodologia ágil, principalmente do Scrum. O grande desafio aqui está nas pessoas compreenderem que não é simplesmente pela mudança de nomes, funções e reuniões que os resultados acontecerão. É necessária uma compreensão mais aprofundada da Agilidade e sua verdadeira aplicação.

 

Erro #1: Pensar que fazer uma reunião diária (Daily Scrum) faz com que você seja ágil

A Daily Scrum é uma parte vital do Scrum, mas apenas fazê-la por fazer não ajuda em nada. 

O objetivo da Daily Scrum é que os desenvolvedores revisem e planejem seu progresso em direção ao objetivo da Sprint (Sprint Goal). É também um fórum para permitir identificar problemas em potencial e lidar com eles rapidamente ou posteriormente. 

Foi projetada para ser um reunião de curta duração, para resolver problemas e garantir (no mínimo) um nível contínuo de comunicação e planejamento da equipe à medida que a Sprint progride.

 

Erro #2: Pensar que um Scrum Master é um gerente de projeto

O Scrum Master tem o papel de suportar a implementação do Scrum em suas práticas de trabalho.

Algumas pessoas assumem que um Scrum Master é o mesmo que um gerente de projeto, porém o Scrum Master provavelmente é um papel novo, talvez nunca visto por alguns, por isso é falho fazer qualquer tipo de paralelos. 

Nas práticas da atuação de um SM, é comum agir como um professor, facilitador, coach e mentor. Tecnicamente, ele não gerencia a equipe. O Scrum Master oferece orientação e aconselhamento aos membros do Time Scrum, especialmente em questões relacionadas às regras de execução framework e cumprimento dos papéis.

 

Erro #3: Deixar o Time Scrum muito grande

Idealmente, um Time Scrum deve ser uma pequena unidade dedicada trabalhando próximos e se auto-organizando. Para que isso aconteça de forma eficiente, ela não pode ser muito grande. O tamanho máximo não deveria superar 10 pessoas, sendo ideal por volta de 8 integrantes.

Jeff Bezos faz uma brincadeira com esse tema dizendo que o tamanho ideal de uma equipe é um número de pessoas que podem ser alimentadas por duas pizzas. Cabe a você determinar o nível de fome e, portanto, o tamanho da pizza. 🙂

 

Erro #4: Fixar o Backlog do Produto

Product Backlog são o que chamamos de artefatos-vivos. Isso significa que eles vão sendo criados e alterados a todo momento, no decorrer da criação do produto e execução das Sprints.

Algumas pessoas que vieram do paradigma tradicional, muito conhecido pelo modelo waterfall, têm certa dificuldade em compreender esse conceito. Elas associam o Product Backlog com o escopo fechado de um projeto e isso está completamente incorreto!

A premissa do Backlog é ser flexível, ou seja, com os aprendizados adquiridos a cada Sprint, o time (na pessoa do Product Owner) vai adaptando o Product Backlog para que o mesmo estaja cada vez mais aderente ao que o cliente necessita. 

 

Erro #5: não ter paciência para seguir o processo

É necessário entender que na Agilidade não existe uma solução única para todos e não há uma receita pronta de como deve funcionar, ou seja, pode ser que algumas práticas e ferramentas sirvam para você e outras não. 

Cada time e empresa deve buscar trilhar seu próprio caminho de aprendizado. Um princípio básico que fecha todo nosso conceitual teórico é a melhoria contínua. Um time não pode se dizer ágil se faz as mesmas coisas, da mesma maneira durante muito tempo.

Logo ao aplicar as primeiras ferramentas, alguns times não tem a paciência necessária para corrigir os erros, aprender, formar melhor as pessoas e permitir que os princípios de melhoria surtam efeito.

 

Conclusão

Por fim, espera-se que o verdadeiro entendimento dos princípios ágeis sejam suficientes para que os times geralmente colham os benefícios que a Agilidade visa entregar. Conforme os dias vão passando, os times ágeis devem crescer nesse entendimento (que é novo para muitos) encontrando, testando e validando formas melhores de trabalhar. Isso promove o crescimento da produtividade da equipe e maximiza a entrega de valor.

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