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Conheça os estágios de maturidade ágil

A transformação ágil é algo muito discutido hoje em dia pelas empresas que querem estar alinhadas com o mercado e desenvolverem melhores produtos e serviços. Entretanto, conseguir identificar em qual nível de maturidade ágil sua empresa se encontra é uma parte importante no processo e, muitas vezes, bem complexa. Entender o quanto sua empresa já é ágil, é uma jornada, às vezes bem longa, que os pessoas precisam passar para saber o que precisa ser transformado dentro de um time, uma área ou até em toda a organização.

Leia este artigo e entenda tudo sobre a transformação ágil de verdade.

Conhecer os níveis de maturidade, vai te ajudar a chegar num estágio alto mais rápido e de forma mais eficaz. Por isso, neste artigo, vamos te explicar o que caracteriza cada estágio de agilidade  para que você consiga identificar onde sua empresa está dentro deste processo de transformação.

 

Os estágios de maturidade e a transformação ágil

Ser ágil é desenvolver capacidades que ofereçam agilidade ao seu negócio. As tecnologias, a cultura e os processos de trabalho criam um ambiente onde é possível realizar pequenas entregas de um produto em um ciclo curto, com o objetivo de provar uma hipótese que irá gerar operações eficientes e maior capacidade de geração nas receitas atuais.

Existem muitos benefícios em ser uma empresa ágil e para que se usufrua destes, é preciso uma visão sistêmica do seu negócio.

As empresas tradicionais, em sua maioria, possuem longos processos, muito comando e controle, falta de engajamento e sentimento de dono entre os colaboradores, áreas que não se conversam, entre outras características. Já uma empresa ágil foca em processos curtos, com entregas em menor tempo e melhorias no alinhamento entre times. Infelizmente, a maioria das empresas do mercado estão no meio do caminho, elas querem ser ágeis mas possuem uma mentalidade tradicional que as travam no processo de transformação.

Segundo o 14th State Of Agile, 95% das empresas que participaram desta pesquisa usam algum tipo de método ágil em seu dia a dia. Entretanto, 82% dessas organizações não incorporaram esses conceitos em toda empresa e ainda precisam aumentar esse nível de maturidade, a fim de expandir esses conceitos para além de pequenos times e iniciativas para a empresa como um todo.

Com processos otimizados e um novo mindset, as empresas ágeis conseguem ter um meio de identificação de falhas mais fácil. Lembrando que, quando falamos em transformação ágil, temos 4 pilares:

  1. comunicação — indivíduos e interações mais que processos e ferramentas;
  2. pragmatismo — produto funcionando mais que documentação abrangente;
  3. colaboração — colaboração com o cliente mais que a negociação de contratos;
  4. adaptabilidade — responder a mudanças mais que seguir um plano.

 

Conhecendo os estágios de maturidade ágil

Estágio 0 – Empresas Tradicionais

São aquelas empresas onde o colaborador ou gerente já escutou falar sobre a transformação ágil mas não colocou em prática ainda.

Normalmente, são empresas que, uma pessoa já leu algum livro ou artigo sobre metodologia ágil, entendeu a importância desse processo como um todo e vai começa a ir em busca de uma consultoria a fim de ter ajuda profissional na transformação.

Ela até tenta implementar alguns conceitos e práticas, mas por não ter tudo isso incorporado como um todo, acaba falhando ou até dando pouco resultado.

 

Estágio 1 – Ágil Mecânico

É o estágio onde a maioria das empresas estão!

Nesse ponto, já se conhece o conceito de transformação ágil, mas não o processo completo.

Normalmente, a empresa já utiliza métodos como o Kanban, possuem alinhamentos diários, muda os nomes de áreas para squads, usam post-its para organizar tarefas e alguns outros métodos organizacionais… Apesar disso, ainda não pode ser considerada, de fato, uma empresa ágil.

 

  • Ainda não é uma organização transparente e com objetivos claros
  • Não possui transparência das informações, com muita gestão visual
  • Ainda não possui entregas em ciclos curtos, com foco na geração de valor
  • Falta mais visibilidade, melhoria em processos e áreas mais colaborativas

 

 Isso é o Ágil Mecânico! Um estágio no qual já se conhece e utiliza alguns conceitos e práticas ágeis, mas a cultura, o mindset ainda é completamente tradicional e taylorista. É possível mudar o comportamento desta empresa e chegar num outro nível de maturidade ágil? Sim, com treinamentos, consultoria e montagem de times de alto desempenho – que é o que fazemos com a ajuda da Agile School – nossa área educacional e na Agile Inc, desenvolvendo soluções corporativas.

 

Estágio 2 – Tentando o ágil

Essas empresas estão em um nível intermediário, no meio do caminho. Apesar de já ter passado da fase ágil mecânico, ainda não possui fluxo de trabalho contínuo para estar no nível avançado.

Os processos ainda precisam ser aprimorados e os colaboradores ainda precisam desenvolver qualificações, conhecimentos e experiências.

É um estágio de processo no qual as empresas estão iniciando a jornada ágil. É um estágio de passagem, onde as empresas ficam por pouco tempo, já que estão na corrida pela transformação ágil e digital.

 

Estágio 3 – Ágil profissional

A empresa já colhe os frutos da transformação ágil e já completou todo o processo de transformação. As áreas se conectam ao trabalharem em conjunto, principalmente suportando as áreas de negócios, e realmente colocam o cliente no centro das tomadas de decisão.

Possuem mais transparência e dar visibilidade ao que está acontecendo para todos. E priorizam as entregas e se perguntar sempre “será que estamos fazendo a coisa certa?”

Empresas que estão rodando um Ágil Profissional, possuem o mindset ágil em uma base diária dentro dos times e descentralizam decisões, mas com alto alinhamento. Não só a liderança, como os times já entendem sobre a importância de ter metas claras e bem definidas, além de alinhamento na execução de processos.

Os times são empoderados, cada um tem certa liberdade de decisão, não ficando tudo centralizado em um único gestor. Além disso, inovações acontecem o tempo todo, já que existe total liberdade de adaptação em todas as áreas da empresa.

 

Os colaboradores trabalham motivados e, por isso, produzem mais soluções.

 

Na liderança ágil, objetivos são determinados, a empresa conhece a fundo o seu cliente, promovendo a entrega de valor e removendo impedimentos. 

 

Os 4Ps da Agilidade

Aqui na Agile.Inc nós classificamos as empresas em 4 estágios, vamos entender melhor cada um deles para que você possa identificar em qual estágio sua empresa se encontra e, assim, fazer melhorias até chegar ao ágil profissional, ou seja, no topo da agilidade.

Processo: times com objetivo, gestão visual, agile product delivery, flow management

Pessoas: papéis e responsabilidades, metas claras, auto-organização, multidisciplinaridade, valores e princípios

Produto: product backlog, management, métricas, UX, UI

Práticas de Engenharia: qualidade, devops, clean code, QA Ágil, automação

 

Os 4P’s no nível Mecânico:

  • time de desenvolvimento que se desentende
  • product owner proxy: só tira pedido sem se importar muito
  • é um time tarefeiro que não pensa na valorização do produto
  • não tem visão integrada
  • não tem portfólio
  • muitas coisas são feitas baseadas por suposições e não por ter estudado métricas
  • scrum master ou agilista: é aquele que está em suas primeiras experiências de agilidade. Ainda não tem muito expertise, trazendo algo mais teórico.
  • não é claro onde começa e onde termina suas responsabilidades
  • liderança preditiva, que monitora seus colaboradores.
  • a equipe serve o líder
  • fluxo demorado, cada área tem sua tarefa e suas prioridades
  • documentações não são claras
  • testes são feitos de forma manual
  • equipe é vista como codificadores

 

Os 4P’s no nível Ágil Profissional

  • o time se entende e trabalha junto
  • tem uma visão totalmente integrada dos processos
  • têm uma visão geral do que está acontecendo
  • os processos colaboram com a entrega de valor do produto
  • as pessoas expõem problemas
  • colaboradores trazem novos insights
  • erros são aceitos e fazem parte do aprendizado
  • é necessário utilizar a auto-organização, usando a sabedoria e inteligência de todo o time. 
  • o time é engajado, motivado e com propósito
  • liderança muda de perfil, sendo uma cultura de entrega de valor, evitando desperdício.
  • o líder serve a equipe
  • times trabalham juntos com o mesmo objetivo, fazendo com que os serviços sejam finalizados de forma rápida
  • equipe é um coautor, ele sabe qual a melhor solução para determinado problema

 

Criar um produto ágil é algo complexo, logo não tem como as coisas serem feitas de forma separada (como é feito no tradicional). Para que tudo funcione de forma correta, as operações, os profissionais precisam estar integrados para que tudo seja feito de forma rápida e com entrega de valor, assim, a empresa consegue identificar um problema ainda na produção, sem que esse problema chegue no usuário

 

Como tudo acontece…

Imaginem o seguinte.

Um gestor da empresa analisa o mercado e percebe que precisa ser mais ágil. Com essa ideia na cabeça, é implantado um método ágil na empresa, mas somente isso.
Não é modificada a cultura da organização, não possui princípios de embasamento, ou seja, essa mínima mudança é feita de forma mecânica.

Isso faz com que a produtividade do time caia, já que o gestor não tem expertise o suficiente para saber sobre a mudança de status quo, ele apenas queria ser mais ágil, mas não fizeram um estudo estratégico sobre isso. 

Nesse ponto que entra a famosa Curva J, que explicaremos a seguir.

 

Curva em J – A Curva da mudança

A Curva em J foi desenvolvida pela psicoterapeuta Virginia Satir. Na psicoterapia, o modelo de mudança é descrito em 5 estágios, que surtem efeito sobre os sentimentos, pensamentos, desempenho e filosofia. Ao passar por esses efeitos você conseguiria melhorar a forma em que processa a mudança e como ajuda outras pessoas a processá-las.

Quando falamos em agilidade organizacional, pode-se também usar a curva em J como uma estrada a ser percorrida. Em diversos aspectos, um nível de agilidade ajuda a reduzir riscos. Mas, quando estamos falando de mudança organizacional, essa agilidade, na maioria das vezes, irá expressar primeiramente em um leve declínio de desempenho. 

É importante dizer que isso é totalmente normal, e está diretamente ligado a mudanças no status quo da organização, que logo após o declínio irá começar a elevar seu desempenho.

No geral, este processo acontece quando uma pessoa da organização lê algo sobre agilidade e percebe que precisam da transformação (mesmo sem saber ao certo, o que é ser ágil). Por conta dessa percepção rasa do ‘ser ágil’, o método é implantado nessa organização de forma mecânica, fazendo com que a produtividade do time caia. Isso é exatamente o que diz a Curva J.

 

Identificando o estágio de maturidade da minha empresa.

Existem algumas perspectivas que podem ser analisadas e levadas em consideração para se analisar o quão ágil a sua empresa é considerada.

 

Práticas e papéis

Têm-se como objetivo compreender se a organização está utilizando os processos de forma eficiente e, ainda, se todos sabem suas respectivas funções dentro da empresa.

Se você não sabe como identificar isso, existem algumas perguntas que devem ser feitas:

  • Existe clareza de quais são as responsabilidades dos papéis disponíveis na empresa atualmente?
  • O fluxo de trabalho das equipes está visível?
  • As equipes possuem políticas explícitas (ex: definição de pronto para ser trabalhado, definição de pronto etc.)?
  • Gargalos e filas estão visíveis no fluxo de trabalho das equipes?
  • As equipes possuem clareza das principais fontes de retrabalho?
  • Práticas de engenharia de software estão sendo utilizadas para manter o código saudável?
  • O processo de publicação está automatizado?
  • Existem testes automatizados?

 

Métricas

A intenção é compreender se a sua empresa tem utilizado métricas de negócio e de processo. E, se sim, em qual nível?

Precisa-se reforçar a importância de desenvolver métricas de referência que irão ajudar na melhoria do seu negócio. Para analisar isto, pergunte-se:

  • As métricas de negócio estão sendo utilizadas no processo de tomada de decisão?
  • Estão visíveis para todas as pessoas da empresa analisarem?
  • São utilizadas como referência no processo de definição de uma iniciativa (ex: quais indicadores de negócio serão alavancados pelo projeto X)?
  • As equipes utilizam métricas de processo para projetar prazos de entrega?
  • E para analisarem a saúde do processo?

 

Priorização orientada ao negócio

A sua organização define prioridades? Ou tudo é visto como prioridade? Quando isso acontece, na verdade nada é prioridade, afinal tudo está no mesmo nível.

É preciso entender se existe um processo estruturado de priorização. Pergunte-se:

  • Existem critérios claros de priorização?
  • A priorização tem levado em consideração as necessidades dos clientes?
  • As métricas de negócio são utilizadas no processo de priorização das iniciativas?
  • É realizada uma análise das dependências entre as iniciativas antes da finalização do processo de priorização?

 

Resultado financeiro

A sua empresa mensura os resultados financeiros de suas iniciativas? Isso é algo muito importância no processo ágil e para descobrir se já está fazendo isso ou não, pergunte-se:

  • A liderança da organização tem clareza dos objetivos de negócio de cada iniciativa?
  • As equipes estão metrificando o resultado financeiro das entregas?
  • A organização consegue classificar as iniciativas quanto ao resultado esperado (ex: essa iniciativa gerará maior eficiência no negócio, ajudará a conquistar market share, será uma inovação, antecipará o custo do atraso?)

Essas 4 análises irão ajudar a diagnosticar em qual etapa de agilidade a sua empresa está e onde você precisa melhorar.

 

Ok, eu sei meu estágio, como melhorar?

Agora que você já identificou em qual estágio a sua empresa está, nós da Agile Inc. temos algumas soluções que podem ser feitas para que a sua empresa avance na Curva J de forma mais rápida e chegue ao status quo desejado. 

Nesse caso, será analisado algumas coisas, como:

  • qual o problema de maturidade da empresa?
  • qual o mindset do executivo
  • como está o seu time, ele está alinhado?
  • como os métodos ágeis foram implantados até agora?

 

Depois de analisar esse pitch e o gestor entender que têm um problema a ser resolvido. Nós iremos te ajudar a acelerar a Curva J e assim, fazer com que a sua empresa avance na trajetória da transformação. Essas soluções consistem em treinamentos, consultorias e montagem de squads.

Primeiramente, iremos fazer um radar da sua organização, que consiste em entender onde estão as falhas, onde precisa melhorar, para que assim possamos montar uma estratégia certeira otimizada para sua empresa.

 

Squad

É importante contar com um time de pessoas com habilidades adequadas para alguns processos, os SQUADs. Como cada cliente é único, é preciso analisar as condições de trabalho para montar uma equipe multidisciplinar adaptada.

 

Consultoria

Usa-se de metodologias ágeis para transformar o modo como se cria produtos, como ajuda na conexão com seus clientes e gera vantagem competitiva. 

Com a ajuda de uma consultoria é possível realizar a ruptura da mentalidade tradicional para assim ocorrer a transformação ágil.

 

Treinamentos

Treinamentos para adaptação e melhoria da equipe de acordo com a necessidade da sua empresa e dos seus colaboradores. Todos certificados pela Scrum.org e realizados pela Agile School.

 

Agora que você já sabe seu estágio de agilidade, entre em contato com nossos consultores e transforme a sua empresa de verdade.

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Você sabe o que quer dizer Transformação Ágil de verdade?

Adotar uma metodologia ágil é o que todos querem fazer. As empresas ágeis podem aumentar a produtividade, encurtar o ciclo de entrega e ainda assim melhorar a qualidade. Não é por menos que todos estão na corrida pela transformação ágil.

 

Porém, para muitos isso é um grande desafio que envolve diversas reformulações. Quando a empresa trabalha de forma tradicional, o caminho para a transformação ágil é um pouco mais longo, incluindo:

  • novos valores
  • mindset diferenciado
  • ferramentas novas 
  • mudança de atitude e interação com o mundo

Ou seja, uma renovação total na cultura organizacional da empresa.

 

Por conta disso, a transformação ágil precisa ser planejada e executada por profissionais experientes, englobando diversas áreas da organização. Tendo a missão, com um time multifuncional, de otimizar a cadeia de valor com o objetivo de realizar os desejos e necessidades dos clientes em soluções efetivas de verdade.

Mas a sua empresa está se transformando de forma correta? Sua empresa é ágil mesmo?

 

Transformação Ágil

A Transformação Ágil está impulsionando a Transformação Digital. No mundo da Transformação Digital, as empresas rompem barreiras com produtos inovadores que atendem desejos que os clientes não sabiam que possuíam. Os produtos e serviços são feitos sob-medida agregando valor ao negócio. 

Em um mundo de mudanças, é importante estar na frente. Estimular conhecimento, aprimorar processos, dar visibilidade às pessoas, ou seja, entregar soluções que irão agregar valor, esse é o conceito de transformação ágil.

Resumindo, o objetivo do uso dos conceitos ágeis é simplificar a maneira em que os projetos são executados de forma que eles tenham um resultado final cada vez mais positivo.

Enquanto os modelos mais tradicionais utilizam longos processos com objetivos definidos, nos métodos ágeis, usa-se uma proposta de processos mais curtos, com entregas em menor espaço de tempo que focam na melhoria e no alinhamento do time. Fazendo com que a identificação de falhas seja mais fácil e gere uma maior flexibilidade na metodologia de trabalho.

Quando falamos de transformação ágil, falamos de 4 pilares:

  1. comunicação — indivíduos e interações mais que processos e ferramentas;
  2. pragmatismo — produto funcionando mais que documentação abrangente;
  3. colaboração — colaboração com o cliente mais que a negociação de contratos;
  4. adaptabilidade — responder a mudanças mais que seguir um plano.

 

Mas a transformação ágil deve fazer parte da sua empresa ou ela é só para a área de TI?

 

Transformação ágil é só para TI?

Quando se tem uma empresa, é importante abraçar riscos. Não é algo que se faz de modo automático, mas é uma prática muito necessária na jornada de transformação rumo à uma nova forma de gerir um negócio utilizando cada vez mais tecnologias digitais e integradas.

As metodologias Ágeis farão com que o seu negócio supere as barreiras operacionais, de planejamento ao adotar uma postura mais flexível, capaz de mudar. 

As empresas precisam dar o primeiro passo, começar a ver os benefícios de se transformar e parar de se esconder atrás dos que dizem que transformação ágil é só para TI. Todos podem tirar bons proveitos e mudar a história de suas áreas.

 

Estágios de maturidade ágil

Para ajudar uma empresa a entender onde ela está num estágio da maturidade ágil, utilizamos um conceito próprio, os 4P’s:

  • Processos: como estão os processos internos
  • Produtos: como são os produtos criados
  • Práticas: como são as práticas e ferramentas utilizadas
  • Pessoas: como estão as pessoas nesta organização.

 

Analisando esses 4 P’s é possível identificar em qual estágio de maturidade a sua empresa está e ver quais os pontos são necessários melhorar:

0. Empresa Tradicional

É aquela empresa onde algum colaborador escutou falar sobre transformação ágil, leu algum livro sobre o assunto (como oA arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”, do Jeff Sutherland) e percebeu que aquilo era necessário para ele e, nesse ponto, procura uma consultoria para ajudar na transformação.

 

1. Ágil Mecânico

A maioria das organizações se encontram nesse ponto, onde conhecem o conceito, realizam partes da transformação ágil mas não o processo inteiro. 

Nessa etapa, normalmente, a empresa já utiliza o kanban, post-its, e métodos organizacionais, porém não é o suficiente para ser considerada ágil, já que ainda tem muito processo engessado.

As falhas costumam ser mal vistas e, por isso, não é uma organização transparente e com objetivos claros.

 

Analisando os 4P’s do ágil mecânico:

Processos: não escalados, não possuem métricas, fluxo de valor… 

Produto: Não tem visão de produto, não costuma conhecer bem o cliente.

Prática: não tem qualidade ágil, engenharia ágil.

Pessoas: ainda possuem cultura tradicional.

Com consultorias, treinamentos e um bom squad é fácil elevar deste nível para o nível de ágil profissional.

 

2. Praticando o Ágil

A empresa que está no nível “praticando o ágil”, está bem no meio da estrada. Ela já superou boa parte das disfunções do ágil mecânico mas ainda não atingiu o fluxo contínuo de valor do “ágil profissional”. É um momento onde os processos ainda precisam ser aprimorados, pessoas necessitam desenvolver suas qualificações, conhecimento e experiência. Com a ajuda de especialistas, ou seja, pessoas mais experimentadas na jornada, é mais fácil percorrer esse estágio e ir ao próximo nível.

 

3. Ágil Profissional

Aqui é o que todos desejamos desde o início. Quando falamos de benefícios da agilidade, todos eles podem ser colhidos nesse estágio. Tanto o time quanto a liderança entenderam a importância de metas claras e alinhamento na execução.

Descentralização acontece, times são empoderados para tomada de decisão (mas claro, com restrição). Inovações englobam todas as áreas, já que todos têm liberdade para se adaptar.

Colaboradores e clientes, ou seja, pessoas estão no centro de tudo. Valor é gerado continuamente pois colaboradores motivados produzem as soluções com foco no usuário.

Liderança ágil determina objetivos, conhece o cliente, promove a entrega de valor, remove impedimentos, sabe suportar e desenvolver os membros da equipe. 

Isso faz com que tudo na empresa gire de forma rápida e, de fato, ágil. 

“Quando se tem um processo ágil e claro, com regras bem definidas, qualquer projeto pode ter mais sucesso.”

 

Métodos Ágeis

Agora que você já sabe o que é transformação ágil e já identificou em qual nível de maturidade a sua empresa se encontra, vamos entender um pouco mais sobre os métodos ágeis, como eles funcionam e claro, como aplicá-los.

 

Scrum

É uma das formas de utilizar os métodos ágeis em projetos. O seu principal objetivo é auxiliar na gestão e desenvolvimento de produtos, se encaixando muito bem em projetos de médio e longo prazo.

Por ser um dos métodos mais populares é muito confundido com o próprio conceito de metodologia ágil.

Para colocá-lo em prática, é necessário conhecer todos os pontos positivos e negativos da sua equipe, e definir para cada colaborador o papel e função.

No Scrum, existem novos papéis como o Product Owner que define o Backlog de coisas que o time deve fazer, bem como define o que é valor para a entrega, o Scrum Master que tem o objetivo de ajudar o time na entrega, e garante que os conceitos ágeis estão sendo aplicados e há também o Time de Desenvolvimento que são pessoas de diferentes áreas, com diferentes habilidades, que fazem as entregas de valor. Esse time vai fazer entregas de maior valor e mais rápido, gerando soluções inovadoras, e um aumento de vantagem competitiva para a área ou empresa. 

O método Scrum é muito importante para projetos de alta complexidade e urgência de entrega. Para isso, criam-se ciclos conhecidos como Sprints, que nada mais são que intervalos de tempo para desenvolvimento de pedaços da solução. Tudo começa com o planejamento do que será feito naquele ciclo, seguido da etapa de desenvolvimento. Ao final de cada Sprint há uma revisão do que fizemos e uma retrospectiva para melhoria como um todo. Assim, são executados os ciclos de desenvolvimento do produto no Scrum.

 

eXtreme Programming (XP)

XP, junto do Scrum, é um dos primeiros métodos ágeis e se destina a melhorar a qualidade do software e a capacidade de resposta às mudanças no que é gerado ao cliente. Esse método defende entregas frequentes em ciclos de desenvolvimento curtos, com o objetivo de melhorar a produtividade e introduzir pontos de verificação nos quais novos requisitos do cliente possam ser adotados.

Outros elementos da XP incluem: programação em pares, revisão de código, testes unitários, arquitetura emergente, simplicidade e clareza do código, mudanças nos requisitos do cliente com o passar do tempo e comunicação frequente do cliente com o time de desenvolvimento. A metodologia leva no nome a ideia de que os elementos benéficos das práticas tradicionais de engenharia de software devem ser levados a níveis “extremos”.

 

Kanban

É um dos métodos ágeis mais novos e simples de se utilizar. Ele é composto por elementos visuais e práticas para promover o fluxo das atividades.

O kanban ganhou posição de destaque pode ser uma forma de realizar gerenciamento de projetos de forma super adaptável.

A ideia principal do kanban é buscar a evolução, permitindo que a organização dos processos seja feita de forma visual. Em sua forma mais simples, é preciso montar um quadro e dividí-lo da seguinte forma:

  • To Do — atividades que precisam ser realizadas;
  • Doing — atividades que estão sendo realizadas;
  • Done — atividades que já foram finalizadas, avaliadas e aprovadas pela equipe.

 

Tão importante quanto criar essa lista de tarefas é a gestão do fluxo sendo feita de forma constante pela equipe. Métricas como quantidade de tarefas e tempo de execução são comuns de serem acompanhadas em times que utilizam o kanban.

 

Como fazer a transformação ágil

Implementar a transformação ágil não é somente começar a usar Kanban, Scrum e os outros métodos. É preciso fazer um análise completa da sua empresa a fim de identificar os pontos positivos e os negativos do processo com um todo.

Para realizar essa análise, o método mais utilizado é o da análise SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities, Threats), em português, FOFA (Força, Oportunidade, Fraqueza, Ameaça). Mas para que serve essa análise?

O objetivo da análise SWOT é traçar um planejamento estratégico para empresas ou novos projetos, realizando um diagnóstico completo que irá identificar oportunidades de melhoria e definir planos de ação.

 

Aprimoramento de processos

A transformação ágil afeta toda a empresa, é importante analisar e enxergar quais são os problemas internos da organização, onde estão os gargalos e onde os projetos costumam falhar. Afinal, esse é o grande objetivo da transformação ágil: buscar soluções.

 

Troca de conhecimento

Para haver o aprimoramento dos processos, é preciso estimular a cultura do conhecimento. Qualificar o seu time e incentivar o compartilhamento de conhecimento e comunicação.

Para isso, é muito importante haver sempre respeito sobre as diferenças e individualidades de cada pessoa para que nenhum espaço seja invadido e possa gerar um desconforto.

 

Comunicação

Como dito acima, é importante aprimorar a comunicação interna.

Debater problemas, encontrar soluções, qualificar-se, colocar as mudanças em prática, tudo isso é a transformação ágil sendo aplicada de forma verdadeira e correta.

Quando falta informação interna, o time está, na maioria das vezes, desunido e focado no produto final, e não no processo, dessa forma, fica muito difícil enxergar os problemas.

 

Transformação de dentro para fora

Ao querer transformar uma empresa, é necessário trabalhar primeiro internamente. É algo que demanda trabalho e paciência, mas que dá ótimos resultados no final.

Alguns pontos para a transformação ágil acontecer:

  • Incentivar ciclos curtos e com entregas mensuráveis;
  • Promover a comunicação efetiva entre todos os envolvidos no desenvolvimento e entrega do serviço ou produto;
  • Dar visibilidade para os problemas e ações do time;
  • Entregar soluções com valor para o negócio;
  • Incentivar a troca de experiência no time buscando uma cultura do aprendizado e melhoria contínua.

 

Estabelecendo pequenas metas e as cumprindo, a transformação ágil vai acontecendo de forma total e de acordo com os valores da organização. Não é preciso querer mudar toda uma empresa de uma hora para outra, são passos pequenos que são dados rumo a transformação.

 

Usar o Ágil para implantar o Ágil

Implantar a agilidade em uma área ou empresa, de forma que atinja a alta maturidade é muito complexo. Por isso, esse próprio projeto deve ser feito de forma ágil. É dessa forma que nós da Agile.Inc minimizamos os riscos e aumentamos a chance de sucesso, na sua real transformação, para que ela não pare no nível 1, apenas.

 

Scrum Day Brazil

Se você ainda tem dúvida em como funciona a Transformação Ágil e como ela funciona para você, nós falamos sobre esse assunto no Scrum Day Brazil 2020 e você pode assistir tudo que aconteceu por lá clicando aqui.

O Scrum Day Brazil 2021, já tem data e os ingressos já estão à venda com preços especiais, garanta o seu aqui e participe!

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Contratar mais pessoas ou revisar o processo?

Entenda como organizar melhor sua equipe para ter mais eficiência e resultados

Por Antonio Costa

Durante nossos processos de consultoria e coaching, muitas vezes nos deparamos com um cenário no qual surgem frases ou dúvidas como:

– Quero tentar mudar alguma coisa, mas não sei o quê… 

– Da forma como estou fazendo não sou tão efetivo, mas o que mudar?

– Já consumimos muito conteúdo, mas será que é o suficiente?

– Acho que preciso de mais gente na equipe, mas como convencer a diretoria a fornecer budget? 

– Quais os papéis necessários para que eu tenha um time adequado?

Basicamente, os líderes querem entregar mais resultado, ter times eficientes e eficazes, e sempre surge a hipótese de que métodos ágeis ajudariam nessa produtividade. Mas não sabem como e nem em qual ordem: “Primeiro contrato ou arrumo o processo?”; “Se tenho que ter pessoas, qual o papel que tenho que contratar?”; “Ou antes eu revisito o processo?”; “O que vem primeiro?”.

Então, o que fazer?

Não tem uma resposta pronta e vou falar de forma geral, pois cada caso é um caso.

Primeiro ponto é que, às vezes, é muito nítido que tem uma skill faltando. O problema é tão grande, tão gritante, que nem é preciso rever o processo, mas sim já contratar uma pessoa. Veja se você tem algum caso gritante!

Caso contrário, quando não é tão nítido a falta de uma pessoa:

Primeiro aconselhamos a empresa analisar seu processo atual – entender o que está acontecendo, se dá para fazer mais resultado com as mesmas pessoas. E, somente depois, analisar a necessidade de contratar mais pessoas.

Duas pessoas sentadas num ambiente de trabalho, usando um computador

Por que revisitar o modo de trabalhar é importante?

Muitas vezes as empresas não tem um processo bem definido e esse, por sua vez, possui gaps, gargalos, indefinições e desperdícios. Uma outra dúvida muito comum é: “E se contratar mais pessoas e continuar tendo dificuldades de entrega?”

Bom, se não tiver o processo correto e bem definido, existe a chance de colocar mais pessoas e amplificar ou “mascarar” o problema, por exemplo:

  • Mascarar o problema: você coloca 160h (1 pessoa) a mais, mas no final você aumenta sua produtividade real em 40h. Sendo que as outras 120h acaba sendo improdutivas – isso acaba mascarando o problema
  • Amplificar o problema: você coloca mais pessoas no time e a produtividade cai no final, pois a complexidade do time aumenta e algo que não estava bom, fica pior.

Em outras palavras, rever o modo de trabalho consiste em ter uma jornada ágil para sua área, com processos ágeis bem desenhados e definidos, para seu time entregar mais.

Como funciona normalmente?

Durante a revisão do processo, o primeiro ponto que tentamos responder é: “hoje, é claro nosso processo? Ele está bem definido?” Ou seja, é preciso ter clareza do processo e não estou dizendo que tem que ser engessado, mas sim, claro para todos.

Outra pergunta que fazemos é: “Seu processo é burocrático? Tem como ser mais Lean, ou seja, mais enxuto?”

Com essas perguntas, começamos a revisão propriamente dita, a fim de descobrir a eficiência atual com métricas e identificar os principais gargalos. Em nossa consultoria, nós definimos o modelo AS IS (como funciona hoje) e o TO BE (como deve ser um processo no futuro, bem definido e ágil, com um fluxo mais otimizado).

Pontos chaves durante a revisão de um processo, que fazem um time produzir mais:

  • PRIORIZAÇÃO E GESTÃO DE DEMANDAS

Durante a revisão do processo, é comum identificarmos, por exemplo, que pelo menos 50% dos requisitos solicitados por Negócios não são necessários. A correta priorização dos requisitos é fundamental, para depois você alocar um time para desenvolver o sistema. Para cada requisito, devemos ter com relativa clareza o propósito do negócio, qual o valor de negócios que se busca, para o desenvolvimento criar o código.

  • REFINAMENTO

Os itens requisitados não estão em uma boa granularidade, na qual o DEV precisa perder tempo tentando entender o que tem que fazer e obtendo mais retrabalho.

  • QUALIDADE

“Tem pontos que preciso melhorar na minha política de qualidade, para eu ter menos retrabalho?”; “O produto acaba tendo muitos bugs e o backlog de correção e sustentação é grande?”; Identificar essas questões melhoraram o aspecto da qualidade e ajuda muito na economia de trabalho.

  • ARQUITETURA

“Tenho problemas arquiteturais no meu sistema, o que faz que eu demore para desenvolver algo?” Esse é o famoso cenário de backlog técnico, no qual é tão necessário um refractories.

  • OTIMIZAÇÃO

Tem alguém com alto índice de retrabalho, ou sobrecarregado, ou com partes do processo desnecessários? Tem etapas onde está demorando muito a execução das tarefas? Esse também é um ponto muito importante a ser revisado!

Aí então, busque a contratação

Tendo mais controle sobre o processo e ele sendo otimizado e ágil, aí chega o momento de você buscar saber como fazer mais:

– Contratar mais pessoas, novos skills

Durante essa análise, você pode identificar que o time precisa de uma competência inexistente para ser mais produtivo. Por exemplo, ter uma pessoa Engenheira de QA ou Devops. Nessa fase, você consegue saber quais papeis precisa para ter uma equipe multidisciplinar produtiva, com skills que não podem faltar. 

– Colocando mais pessoas – mesmo skill para ganhar mais vazão

Acontece quando você otimizou seu processo e apresenta um cenário no qual o time consegue atacar X coisas por mês, mas a necessidade de Negócios é de mais de X. Neste caso, você contrata pessoas com os mesmos skills, para ganhar mais vazão.

Formação da equipe também é algo importante

Às vezes é necessário até mexer na estrutura organizacional da empresa ou mexer na organização dos times… Mas isso é feito de forma gradual. 

“Ter um component team ou um feature team?”; “Organizar por value stream?”; “Juntar ou separar os skills?”; “Separa novos desenvolvimentos do time de suporte?”… Se a sua dúvida é alguma dessas (como estruturar seu time), você precisa repensar a formação da sua equipe.

Conclusão

A decisão de contratar mais pessoas ou revisar o processo, depende muito de cenário para cenário, mas, primeiro, aconselhamos você definir a sua jornada ágil, revisitar seu processo, e depois dessa otimização, aí você pensa em contratação de pessoas.

Se quiser ajuda com a sua jornada ágil,revisar o processo ou até mesmo ter pessoas qualificadas para ter um time mais eficiente, podemos te ajudar! 

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Treinamento ou consultoria? 8 dicas para descobrir a jornada para implementar os métodos ágeis

Saiba qual a melhor solução para o cenário que você se encontra e alcance os reais benefícios de ser ágil

Por Antonio Costa

Ter mais performance, mais produtividade e ser mais ágil é um dos principais objetivos de diversas pessoas atualmente, em qualquer área, não é mesmo? Você sabe que precisa trabalhar de forma diferente, quer ter entregas que atendam realmente o cliente e atingir da melhor forma os objetivos da organização… Mas o ponto é: para poder chegar até lá, é necessário o apoio de consultoria? Preciso treinar minha equipe, e em quais treinamentos? Como monto esse quebra cabeça entre treinamento, consultoria ou contratação?

E a nossa resposta é: depende muito do estágio que você está! Em alguns momentos é possível fazer alguns treinamentos e aprender técnicas e maneiras de resolver estes desafios. Em outros, é necessário ter um apoio de um especialista externo para ajudar a incorporar e colocar em prática todo esse ensinamento.

Treinamento ou consultoria 8 dicas para implementar métodos ágeis em uma empresa

Para ajudar a entender melhor, vou sugerir a seguir alguns cenários bem comuns para você tentar se identificar em alguma situação e entender em qual passo você está e como a Agilidade pode te auxiliar, seja com treinamento ou consultoria. Confira:

1 – “Ainda não conheço sobre métodos ágeis, só ouvi falar.”

Se você ouve muito falar sobre Agilidade mas não entende muito bem sobre esse assunto, existem algumas literaturas que podem te ajudar, como: “A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”, do Jeff Sutherland e “Scrum e XP direto das Trincheiras”, do Henrik Kniberg. Esses dois livros são indispensáveis para quem está começando nesse universo! Agora se você precisa de um material mais rico, e contar com o apoio de uma pessoa que te ensine na prática, sanando as dúvidas mais específicas, treinamentos como o Professional Scrum Foundations te proporcionarão esse conhecimento rápido e aplicável, e além disso, você ganha um voucher para fazer a prova PSMI oficial da Scrum.org.

2 – “Pesquisei sobre, sei um pouco, mas tenho dúvidas se funciona na minha realidade.”

Se os métodos e conceitos ágeis já não são mais um bicho de sete cabeças, mas você ainda sente dificuldade em incorporar ao seu dia a dia, você pode destravar essa oportunidade com a ajuda de um profissional experiente no assunto. Isso é bem comum de acontecer e pode ser facilmente resolvido com um diagnóstico rápido. Entre em contato com a gente, que agendamos uma reunião sem custo para fazer esse diagnóstico.

Outra forma de saber se aplica na sua realidade é ver esse vídeo – explicamos sobre como implementar os princípios ágeis em qualquer time, seja na área de Marketing, Recursos Humanos, Financeira, Jurídica, Operações, entre outras, principalmente fora da TI. Clique aqui e assista!

3 – “Li bastante, mas não sei se estou aplicando da melhor maneira.”

Você já reorganizou seu time para usar Scrum e outros conceitos ágeis, leu alguns livros e aprendeu algumas dinâmicas, mas ainda percebe que essa não tem sido a melhor maneira ou que tem itens a melhorar para deixar o time mais efetivo? Calma que dá pra melhorar e ajustar muito mais o método para o seu dia a dia. É ideal sim buscar esse conhecimento de forma empírica, aprendendo e melhorando diariamente, mas se você precisa acelerar esse processo para ter melhores resultados, minha dica é investir em conhecimento prático. 

E isso pode ocorrer de duas formas: com um curso de Fundamentos com técnicas práticas e avançadas para sua empresa, para capacitar um grupo de pessoas através de treinamentos in company. Ou ter o apoio de uma consultoria especializada para aumentar a maturidade ágil dos envolvidos. Dessas maneiras citadas, você vai descobrir o melhor jeito de implementar os métodos ágeis em seu dia a dia, tendo benefícios visíveis a curto prazo.

4 – “Quero aprender mais, mas tenho dinheiro limitado.”

Ok, se o momento não é apropriado para um grande investimento em capacitação de pessoas dentro de sua empresa, há diversas opções de treinamentos individuais que podem ser feitos de acordo com a área de atuação de cada pessoa. Esse é o momento de escolher algumas pessoas da sua equipe, ou você mesmo, e buscar a profissionalização dos mesmos. 

Além do curso de Scrum Foundations – essencial para todos que estão começando na Agilidade, você pode dar um passo a mais e se especializar fazendo os treinamentos de Product Owner ou de Scrum Master, por exemplo e replicar todo esse conhecimento internamente, em sua organização. Se você é um líder da sua organização, o PAL-E é uma ótima forma de aprender mais sobre como deixar os times mais ágeis.

5 – “Sei que posso ter benefícios e que se aplica em minha realidade, mas não sei quais, nem sei como…”

Nesta fase, para ter esses resultados de forma mais rápida e assertiva é essencial apostar num bom diagnóstico para ter uma solução focada em sua realidade. Para esses novos conceitos realmente gerarem valor, é preciso incorporá-los de maneira profunda, profissional e customizada às suas necessidades. Não corra o risco de implantar a Agilidade em sua área de forma mecânica! Em um diagnóstico gratuito e de apenas 2 horas, podemos te ajudar a entender qual o melhor processo ágil para o seu time ter mais resultados e mais produtividade. 

Clique aqui e tenha seu diagnóstico rápido 

6 – “Já tentei usar as práticas, mas sinto que ainda faço coisas erradas e por isso não tenho todos os benefícios.”

Se esse é o seu desafio atualmente, é importante ter pessoas chaves para se capacitar e fazer treinamentos de acordo com sua área de atuação e levar esse conhecimento para outras camadas da empresa, como líderes, gerentes e diretores, para assim o impacto desse novo conhecimento ser muito maior e proporcionar mais resultados em diversas áreas. 

Conheça os treinamentos de Scrum Master, Agile Leadership Essentials e Scaled Professional Scrum.

Mas, se ainda assim é difícil para você enxergar como esses métodos te ajudam a ser mais ágil, a ter mais produtividade e melhores entregas, busque uma consultoria que vai te ajudar a identificar as melhores práticas para a sua realidade e remover amarras do sistema que você possui hoje.

7 – “Já faço muitas práticas ágeis, mas sinto que minha empresa ainda tem amarras…”

É isso! Se você já consegue identificar os impedimentos que atrapalham o desempenho do time e as entregas, mas ainda assim não consegue removê-los, é preciso trabalhar na cultura, nas práticas, no produto e nas pessoas, de forma que todo o mindset seja transformado, seja realmente ágil.

Entenda como funciona nossa Consultoria Enterprise

8 – “Tenho profissionais que ainda precisam evoluir em suas áreas de especialização.”

Sem dúvida nenhuma, nessa situação é preciso treinar! É muito comum vermos no mercado, diversos Scrum Masters e/ou Product Owners imaturos, atuando de forma mecânica e que precisam aprender o verdadeiro ágil. Se este é o cenário que você se encontra, a capacitação é a melhor escolha. Confira os treinamentos oficiais da Scrum.org no Brasil e veja qual mais se encaixa em seu papel e dia a dia.

Mas qual é a melhor solução?

Se sua dor não é uma das descritas acima ou se ainda está em dúvida sobre todo esse processo, nos envie uma mensagem, teremos o maior prazer em lhe ajudar.  Vale ressaltar que o fator financeiro também é determinante nestas escolhas… E investir um pouco mais – seja em treinamentos ou consultoria – te ajuda a ter os reais benefícios a curto prazo, com muito mais chances de sucesso.

Se já descobriu que precisa de treinamento – cuidado com os cursos que te ensinam apenas o básico. Aprenda direto com quem trabalha com os criadores e aprenda o verdadeiro ágil. Se o seu caso precisa de um apoio de consultoria, podemos bater um papo sobre como te ajudar nesse processo!

De forma macro, você pode investir em treinamentos individuais, treinamentos in company, ter um diagnóstico rápido para entender mais, ter um diagnóstico mais aprofundado para saber como vai ser aplicado no seu caso, ou já ter o apoio da consultoria nessa jornada. Essas são as ferramentas que você pode usar para te apoiar na sua jornada ágil.

Montar essa quebra cabeça é complexo e difícil… Mas as coisas certas, nos lugares certos, fazem você ganhar mais o jogo e atingir uma maturidade ágil elevada e um novo mindset.

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Aumente as chances de sucesso na transformação ágil com essa dica

Aprenda com a dinâmica “Why Agile” a entender os reais motivos pelos quais você quer ser mais ágil e extrair ao máximo os benefícios desse processo 

Por Antonio Costa

Uma das técnicas que aprendemos com a Scrum.org e aplicamos em todos processos de consultoria que fazemos é a “Why Agile?”. Essa prática é o ponto inicial dos nossos trabalhos dentro de uma organização e você pode aplicar também em seu dia a dia para ter mais sucesso na transformação ágil.

Mas por quê a resposta do “Why Agile?” é tão importante? Porque se você não definir claramente o motivo pelo qual está buscando Agilidade para sua empresa; se você não estabelecer quais são os benefícios esperados dessa iniciativa, a grande chance é que este trabalho será feito apenas pelo método e não pelos resultados.

Por isso, quando nós começamos um processo de transformação ágil dentro de uma organização, fazemos uma série de dinâmicas e isso envolve várias etapas, reunindo vários stakeholders para entender o “por que ágil?”.

Num primeiro momento, não existe um consenso, nem muita clareza do motivo, e essas é uma das dinâmicas que nos ajudam à ir construindo isso, consolidando e aterrizando…

Foto conceitual com carros ágeis

Cinco motivos comuns de quem busca a Agilidade

Entre as diversas respostas que ouvimos quando aplicamos essa dinâmica do “Why Agile?”, neste texto, quero te apresentar as cinco mais comuns e que podem te ajudar a ter mais sucesso na transformação ágil. Confira:

“Porque o mercado está fazendo isso, outras empresas também e eu preciso fazer.”

O “porque está na moda” é uma das respostas que mais ouvimos ao perguntar o motivo pelo qual se está querendo implementar Agilidade em uma organização. Talvez não seja essa a resposta que mais gostamos de ouvir, mas, sem julgamento, é um motivo bem comum.

“Porque eu quero ser mais ágil.”

Ok, mas o que é ser mais ágil para você? Essa é uma outra resposta comum, mas na qual muitas pessoas não tem uma definição clara do que é “ser mais ágil”. Para entender melhor esse cenário, fazemos um processo de coaching para entender o real motivo por trás dessa resposta.

Ser mais ágil é entregar mais valor? É entregar mais tarefas em menos tempo? É ter mais produtividade? Com esses feedbacks, é possível definir melhor o que é Agilidade para aquela organização e para aquele grupo de lideranças. A maior parte das pessoas querem ser mais ágeis para serem mais produtivas e entregar mais valor. 

“Porque eu quero ter melhores entregas.”

É comum ouvirmos que os times trabalham demais, fazem várias horas extras, possuem uma rotina super desgastante e alguns acabam até se desligando da empresa. Isso traz um impacto imenso nas entregas, que poderiam ser melhores e com menos sofrimento. Por isso, querem implementar a Agilidade para ter uma rotina mais fluida e entregas com mais qualidade.

“Com a agilidade eu vou conseguir governar melhor os times e projetos.”

Em muitas empresas, o motivo principal pelo qual se está buscando a Agilidade é para ter mais transparência, mais visibilidade, remover os impedimentos e conseguir ajudar a destravar o potencial das pessoas, e fazer com que as coisas fluam melhor.

“Quero mitigar os riscos da minha área.”

Por fim, essa também é uma resposta bem comum… Muitos líderes querem ser mais ágeis para ter controle dos riscos. Da mesma forma, querem ter entregas mais curtas, precisam de uma definição de objetivo do produto mais clara e de uma boa interação entre os stakeholders.

Esses são os principais motivos que vemos em nosso dia a dia pelos quais empresas buscam transformação ágil. Em resumo, quando você define claramente o que é o ponto B, ou seja, aquele lugar onde se deseja chegar e o você espera de resultados, é muito mais fácil traçar o caminho para chegar lá.

“Se você não tem clareza para onde quer ir, qualquer caminho serve.”

https://www.youtube.com/watch?v=lTVQ6y_wnXI&feature=youtu.be

Replique essa técnica em seu processo

Espero que essa técnica consiga te ajudar a começar seu processo de transformação ágil. Se você quer um pouco mais de detalhes sobre essa dinâmica, como fazemos e quanto tempo leva, ou sobre alguma outra relacionada, mande uma mensagem aqui para nós

Ter essa resposta é muito importante para te ajudar não apenas para ter um propósito claro ao implementar a agilidade em sua organização, mas a chegar num outro nível de produtividade e obter ao máximo os benefícios desse processo, de uma forma muito mais simplificada.

Agora, se você quer aplicar essa técnica em sua área para saber realmente o seu objetivo com o ágil – e com isso encurtar o caminho para a transformação, fornecemos consultoria especializada que te ajudará a fazer a transformação ágil com sucesso, obtendo mais valor com menos dor.


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Como as metodologias ágeis podem organizar processos de trabalho

Entenda agora como funciona a aplicação de metodologias ágeis na prática para ter um time mais eficiente e ágil

Muito se fala sobre os benefícios do uso de metodologias ágeis, não apenas na área de tecnologia, mas em diversas outras como Marketing, RH, Vendas, Financeira, etc… Entretanto, uma das dúvidas mais frequentes relacionada à esse assunto é “como um processo ágil organizado funciona de verdade na prática?”. Também surgem perguntas como: “Ok, eu quero ser mais ágil, mas como isso pode funcionar pra mim?”

Antes de responder essa pergunta, vale ressaltar que, se você não possui um processo de trabalho bem estruturado e bem implantado, provavelmente seu time deve estar com desperdícios ou sendo muito improdutivo no dia a dia. E isso acontece por diversos motivos:

  • Falta de objetivo claro e propósito
  • Falta de clareza sobre papéis e responsabilidades 
  • Incertezas perante à organização
  • Muito retrabalho e desperdícios

Ou seja, não adianta ter um processo de trabalho organizado, armazenado num documento dentro de uma rede, e não implantado, que as pessoas não vivam em uma base diária.

Benefícios de um time ágil

Além disso, se você tem um processo bem definido e ele não for tradicional, se ele tiver conceitos ágeis incorporados, e for praticado por cada pessoa, no dia a dia do time, os benefícios são imensos. 

Ao implementar os conceitos e metodologias ágeis em um time, ele passa a:

  • Ter chances de produzir muito mais
  • Ser mais assertivo nas tarefas 
  • Entrar em ciclos de melhoria contínua
  • Evitar o desperdício e o retrabalho
  • Ter mais coordenação e dar mais visibilidade para a liderança
  • Melhorar a comunicação entre todos os envolvidos
  • Ser mais eficaz e eficiente como um todo

Como implementar essas mudanças na prática

Tudo parece lindo na teoria, mas e na prática? Para deixar seu time mais ágil e com um processo melhor estruturado, primeiramente, é necessário entender que cada time e empresa vai ter uma solução diferente. Ou seja, não existe certo ou errado, mas sim um método organizado para atender às SUAS necessidades e te ajudar a atingir os SEUS objetivos.

Esse é o nosso modelo de implementação de um processo ágil para uma área de marketing, neste caso. Não necessariamente é o que vai funcionar para você, mas já pode servir como base e te auxiliar a descobrir o seu formato ideal. 

Foto de um modelo de Processo Ágil Organizado usado em uma área de Marketing
Foto de um modelo usado em uma área de Marketing

Para te ajudar nesse processo, selecionamos os principais pontos de uma implementação de um processo ágil:

Definir os objetivos de forma clara 

Não adianta querer usar novos conceitos de trabalho dentro de um time, se ele não tem uma visão bem clara de qual o propósito das iniciativas. As técnicas de OKR são ideais para definir os objetivos e resultados-chaves para atingir as metas  e ter clareza do que está acontecendo no dia a dia de trabalho.

“Se você não sabe para onde ir, provavelmente seu time estará sempre perdendo.”

Estruturando a lista de tarefas 

Quando definimos a visão do projeto ou produto, começamos uma estruturação do backlog, ou seja, criamos uma lista ordenada de tarefas a serem executadas para atingir determinado objetivo. Usamos diversas dinâmicas e técnicas para selecionar esses itens (Design Sprint, Lean Inception, etc) e assim criamos o Product Backlog.

Em seguida, é muito importante fazer a correta priorização e ordenação desse backlog, começando os trabalhos pelas tarefas mais importantes, ou pelas que possuem mais dependência, identificando e removendo os impedimentos, etc.

Começando as Sprints

Depois de refinar os itens e definir o Sprint Backlog e começamos a trabalhar nas Sprints – que são ciclos constantes com períodos pré-definidos para desenvolver as entregas. Neste exemplo da campanha de marketing, como o time era muito volátil, fizemos Sprints de uma semana, pois além do cenário ainda incerto, tudo era adaptação e as pessoas estavam sendo treinadas e trabalhando neste novo formato, ao mesmo tempo.

Quadro Kanban para gestão visual em um time ágil em uma área de Marketing

Nesse primeiro ciclo, o time deve trabalhar focado no Sprint Goal (objetivo daquele período) e, ao final de cada Sprint, chamamos uma série de stakeholders para falar das entregas, dos resultados, ter o momento dos feedbacks e ajustar qualquer item para o próximo ciclo de trabalho.

Vale ressaltar aqui que a transparência e a gestão visual são essenciais nesse novo formato de trabalho. Usamos diversas técnicas e conceitos de Scrum, Kanban, Gestão 3.0, entre outras.

Entre num processo de melhoria contínua

Ao final desse novo ciclo de trabalho, pare e pense: se você pudéssemos voltar no passado e fazer tudo de novo, faríamos tudo igual? Ou teríamos feito algo diferente? Nessa retrospectiva, é possível identificar e selecionar um ponto de melhoria, e ter um plano de ação para trabalhar nele, junto com os outros itens do backlog, na Sprint seguinte… Iniciando assim um processo de melhoria contínua.

Treine as pessoas

Uma das fases mais importantes de uma implementação de metodologias ágeis é a de aculturamento. Esse é o momento no qual as pessoas passam por uma série de treinamentos, com objetivo de não apenas aprender novos conceitos, mas de realmente mudar o paradigma e atingir os objetivos. Aplicamos diversos treinamentos oficiais (com certificação) para elevar o nível de conhecimento e de experiência prática das pessoas. 

Tenha métricas e dados 

De nada adianta esse novo formato de trabalho, se não é possível mensurar! Tenha dados e métricas, tanto métricas de resultado (outcome), como de tarefas (output). Elas servem para entender o quanto essa iniciativa está sendo positiva ou precisa de ajustes. São esses indicadores que ajudam a guiar o time para ser melhor a cada Sprint!

Lembrando que, se você não tiver as pessoas corretas para te ajudar, toda essa iniciativa para ter um processo ágil, mais organizado e estruturado, pode fracassar. Se você ainda tem alguma dúvida sobre essa transformação, fale com um de nossos consultores e solicite um diagnóstico para saber se as metodologias ágeis vão funcionar para o seu time.

Quer que seu time trabalhe de forma mais ágil e estruturada?

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Métodos Ágeis: Como ter um time mais eficiente e ágil como um todo

Entenda como os métodos ágeis podem ajudar diversas áreas e times a ter mais produtividade e organização

Métodos Ágeis funcionam para times de Marketing, RH, Vendas, entre outros

Dia após dia, diversos profissionais de áreas como Marketing, times de RH, times de projetos diversos, vem até nós, perguntando: será que os métodos ágeis podem realmente me ajudar a ser mais eficiente, ser mais ágil?

Em 90% dos casos, a resposta é SIM.

Quando conversamos um pouco mais com essas pessoas, citamos algumas situações comuns em times que precisam ser mais ágeis. Alguns desses problemas são:

  • Muitas interferências externas
  • Coisas que impedem de você entregar suas tarefas, e que muitas vezes precisaria de uma ajuda da liderança
  • Mudanças de prioridade – às vezes se perde sem saber qual a próxima prioridade
  • Pouca visibilidade do que está acontecendo na organização
  • Pouca visibilidade dos pares – às vezes alguns ficam bem sobrecarregados, e outros nem tantos
  • Muitas incertezas com relação a qual o real objetivo do projeto, como saber se o que estou fazendo está realmente gerando valor
  • Problemas de produtividade e entrega
  • Processos às vezes burocráticos

E, algumas vezes, até perguntamos para a liderança, além das características da lista acima, se eles possuem algum desses problemas a mais:

  • Baixa visibilidade e transparências dos times;
  • Dificuldade de organização entre times;
  • Dificuldade em ter datas e prazos;
  • Estrutura complexa para liderar;
  • Problemas para as tomadas de decisão;

Basicamente, se algum desses pontos acima estão presentes no dia a dia do seu time, seja qual for sua área, nossa resposta será: “SIM, os métodos ágeis podem te ajudar no aumento de controle e produtividade“.

Muitas vezes, as pessoas gastam demasiado tempo em coisas que não geram o real valor, nem para suas entregas, nem para a organização como um todo. Com isso, gera-se uma perda muito grande de produtividade!

É como se uma área ou um determinado time fossem uma máquina, que não está sendo eficiente e está causando desperdícios diversos…

Como usar métodos Ágeis para ser mais eficiente em qualquer área?

Ser ágil não é apenas passar por um processo para ser mais eficiente e ter mais resultados. É passar por uma mudança de paradigma, de mindset, usando não apenas os métodos ágeis, mas diversas ferramentas e técnicas que fazem deste processo uma verdadeira Transformação Ágil.

Essencialmente, usamos os conceitos de Scrum, Kanban, Gestão 3.0 e OKRs para definir papeis e responsabilidades, eventos e detalhes dos novos processos de trabalho deste time.

Os princípios e características de um time realmente ágil são:

  • Pessoas que possuem transparência das informações, com muita gestão visual, escalando problemas rapidamente; 
  • Times com objetivos claros e engajados, trabalhando em formato de SQUADs;
  • Visão de produto customer centric, mapeados em um backlog único;
  • Possuem métricas importantes visíveis;
  • Conseguem resolver problemas complexos;
  • Fazem entregas em ciclos curtos (são iterativos e incremental);
  • Promovem a melhoria contínua;
  • Identificam e removem impedimentos de forma rápida.

Como aplicamos na prática

Para te ajudar a visualizar melhor esse processo de mudanças, seguem alguns exemplos de Transformação Ágil em diferentes áreas:

Área Jurídica

Um time de um projeto formado por especialistas da área Financeira, Logística, Contadores e Advogados, tinha o desafio de mudar a estrutura de produção de bens de consumo, com a meta de ter ganhos fiscais chegar na casa de milhões por ano.

Passaram vários meses e esse problema não era resolvido. Com uma mini Lean Inception, criaram o backlog, montaram a Squad e, com gestão visual e indicadores, começaram a rodar os Sprints. Em pouco tempo, os problemas e impedimentos foram aparecendo e sendo escalados para a diretoria. Pouco a pouco, as situações foram sendo resolvidas, focando no objetivo daquela indiciativa e os benefícios começaram a ser atingidos.

Área de Marketing

Alguns times de uma área de marketing queriam ter mais controle sobre as demandas e processos. Com alguns conceitos de agilidade aplicados – e também de ágil escalado – criou-se um processo de governança, além de ajudar nas entregas dos times na operação. Rapidamente, os times entraram num fluxo de melhoria continua, até chegarem no processo ideal para realmente serem mais eficientes e ágeis como um todo.

Área de Recursos Humanos

Um departamento de RH precisava deixar suas entregas mais ágeis, porém com mais valor para a organização. Para isso, foi mapeada a jornada dos colaboradores – desde quando eles entravam na empresa; quando eles tinham dúvidas; quando eles usam o processo mês a mês e quando eles se desligam da empresa.

Para cada parte desta jornada do usuário – no caso, o colaborador, foi montada uma Squad, com um backlog, usando Kanban, trabalhando com Sprints e OKRs. Semana a semana, a jornada do colaborador foi sendo melhorada, visando o atingimento dos objetivos da área.

Treinamentos para toda a empresa

Nesse caso, os conceitos já citados acima precisam ser aplicados para toda empresa, mas não em plenitude. Isso significa que, muitas vezes, uma organização não vai ter Squads, Sprints, etc, em toda organização, mas muitas dessas práticas e a mudança de paradigma, são os principais pontos que ajudarão na produtividade como um todo.

Para isso, treinamentos como o Ágil Além da TI, é feito para toda a empresa. Cada funcionário vai identificar o que pode ou não ser aplicado – técnicas de visualização do fluxo, mapeamento de impedimentos, reunião diária, sprints, entre outros temas. Vale ressaltar aqui que, capacitando seu time, ele se torna mais produtivo!

Esperamos que você realmente consiga deixar seu time, sua área ou sua empresa mais ágil e mais eficiente com essas dicas.

 

Leia também: A agilidade funciona para áreas como Marketing, RH, Jurídico ou Operação?

 

 

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Será que SQUADs realmente funciona para organizar times?

Entenda como essas equipes multidisciplinares ajudam uma empresa a entregar mais 

Por Antonio Costa
Entenda como o formato de organizar times em SQUADs é benéfico para uma empresa entregar mais, ser mais eficiente e produtiva

Nós visitamos diversas áreas e empresas ao longo do nosso processo de consultoria, seja do setor de desenvolvimento de produtos, de programação, recursos humanos, financeiro, vendas, área de negócios, entre outras, e uma dúvida muito comum é:

Será que o formato de SQUADs realmente funciona para organizar times?

Se funciona, será que a forma como estamos fazendo realmente é eficaz? É possível melhorar algo? 

Basicamente, as SQUADs são uma estrutura organizacional de pessoas de diferentes habilidades, que possuem um objetivo muito claro: ter mais entrega de valor. Diferente do modelo Tradicional, SQUADS são times multidisciplinares, com menos silos, menos hierarquia, mais autonomia, focada em seus princípios e objetivos, que trabalham para resolver um problema ou desafio dentro de uma organização.

O Spotify criou esse modelo para resolver um desafio que eles tinham na época e, como se popularizou, muitas pessoas começaram a copiar esse formato de organização de pessoas. E assim virou uma manada, ganhou uma proporção gigante, muitos passaram a se organizar em SQUADS, mas sem ter o mínimo de noção de Agilidade, de desenvolvimento de Produtos, acreditando que ter SQUADs já as tornavam empresas ágeis. 

Como não existe um órgão que determina e regulamenta essa questão, neste texto, vamos abordar esse tema com base em nossa experiência sobre esse assunto. 

Os pilares para bons SQUADs

Mas, de fato, qual o propósito por trás delas? Como citamos acima, as SQUADs são focadas em maximizar a entrega de valor, para isso, são ancoradas por quatro pilares:

– Equipe multidisciplinar

Elas são compostas por pessoas de diferentes habilidades que, juntas, possuem a missão de resolver problemas em uma determinada área da empresa ou desafios no desenvolvimento de Produtos.

– Autonomia

Dentro de uma SQUAD, as pessoas possuem autonomia para dizer como elas resolvem determinado problema. É muito comum ver times nos quais os integrantes apenas executam diversas ações que o chefe determina. Se ainda existe um comando externo com muito controle, você está ferindo esse princípio da autonomia dentro de uma SQUAD.

A ideia é juntar pessoas de diferentes habilidades em um time, tornando-o mais produtivo e criativo possível, dando autonomia para essas pessoas resolverem um problema.

– Objetivo claro

Nada disso funciona se os objetivos não forem claros! Isso mesmo. É preciso ter o propósito dessa iniciativa bem explícito: “qual problema é preciso resolver?”. 

– Restrições

Esses limites devem ser criados para que as pessoas possam fazer o que elas quiserem, desde que não infrinjam alguma dessas restrições. Algumas restrições comuns são: determinar um tempo para criar e desenvolver aquele produto; ou quantidade de dinheiro; ou até uma restrição que não fira os princípios da organização. 

Leia também: As 5 disfunções de um time e como evitá-las para ter pessoas mais engajadas

Resumindo…

O conceito de SQUAD vem de esquadrão, pelotão – assim como em uma war room – você monta um esquadrão, no qual “missão dada é missão cumprida”. Ou seja, uma SQUAD no primeiro dia de trabalho é praticamente um “quarto de guerra”: você junta pessoas de diferentes habilidades, com um propósito muito claro, dá algumas restrições e elas trabalham para resolver esse problema.

Mas dá pra escalar esse formato para toda organização?

Sim! O modelo Spotify sugere diversas formas de como resolver um problema muito complexo, com várias SQUADS, através de outras estruturas como tribos, capítulos e guildas… Mas isso rende um outro artigo! Se você quer saber mais sobre como essa parte de escala do modelo Spotify funciona, deixe sua sugestão aqui nos comentários que podemos falar sim sobre isso! 

Além de todas as técnicas de escala, o modelo de SQUADs do Spotify também têm uma série de princípios como: 

  • Aversão ao desperdício – no qual buscam continuamente pontos de melhorias para evitar a perda de tempo ou dinheiro; 
  • 100% de previsibilidade é igual à  zero por cento de inovação – ou seja, se você quer fazer algo realmente inovador, não tem como ser totalmente previsível… É preciso permitir que as pessoas falhem, ou que a falha seja mais bem vista, desde que aconteça para em busca de resolver aquele determinado problema;
  • Entre outros princípios…

Se quiserem saber mais dos princípios, deixe sua sugestão aqui nos comentários que podemos falar também sobre isso!  

Não tente se encaixar em um modelo!

A grande mensagem que quero deixar para finalizar esse texto é a partir de um erro que vi em uma empresa e que cabe trazer aqui para exemplificar algo que você não deve fazer:  apenas mudar o nome de “time” para “squad” e não incorporar de verdade os princípios que o modelo possui.

Será que você também não está tentando encaixar sua área ou empresa numa caixa, num formato já pronto?

Não copie o Spotify! Entenda os princípios, os propósitos e aprenda com ele para criar o SEU MODELO, aquele que mais combina com sua realidade. O próprio Spotify não usaria este modelo hoje, pois eles aprenderam com esse formato, usaram várias técnicas como Scrum, Kanban e foram o adaptando para usar da forma que mais cabe atualmente, sempre focando no objetivo de desenvolver bons produtos, com eficiência e eficácia.

Quer alcançar esses resultados, assim como o Spotify, ser mais digital e entregar mais valor à sua organização, mas não sabe por onde começar, nós te ajudamos!

Leia mais:

Assista:

https://youtu.be/-GPItbQKp8M
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7 maiores erros em um processo de Transformação Ágil

Entenda como essas falhas estão atrapalhando os resultados de sua empresa durante o processo de Transformação Ágil

Por Antonio Costa

Muitas empresas querem fazer a transformação ágil para que consigam organizar melhor seus times, com o intuito de entregar mais valor e garantir mais vantagem competitiva para a organização. Entretanto, ao longo desse movimento de mudanças, ao passarmos por diversas empresas com nosso processo de consultoria ou montagem de squads, identificamos alguns comportamentos bem comuns.

E resolvemos agrupar esses principais erros durante uma transformação ágil, que estão atrapalhando as empresas a atingirem os resultados e extrair ao máximo os benefícios desse processo. Confira:

Não ter entregas curtas 

Tanto no processo de transformação (executamos o processo de Transformação Ágil, de forma Ágil / incremental – clique aqui e saiba mais), quanto no dia a dia dos próprios times que atuam no desenvolvimento do Produto, é essencial ter entregar curtas para ser realmente ágil. São essas entregas, feitas com o fatiamento e a priorização correta, que promovem o mecanismo de inspecionar e adaptar – um dos principais pilares da agilidade.

Pensar somente em processo e esquecer da Engenharia

Outro erro típico que vemos dentro de empresas que estão passando por uma transformação ágil é dar muito foco para o processo e deixar de lado a engenharia de software. Para extrair ao máximo os benefícios dessa jornada de mudanças, é necessário dedicar atenção à qualidade de sua engenharia.

Um dos itens do Manifesto Ágil é justamente ter uma boa arquitetura de software e um design adequado para habilitar as equipes a terem mais entregas mais curtas e que consigam fazer os conceitos de Agilidade ser bem usados dentro da rotina dos times.

Fazer o mecânico e achar que está bom

Outra falha que acontece bastante é achar que os conceitos e pilares da Transformação Ágil ou Digital são apenas mais processos e não dar a correta profundidade que eles possuem. Não dá para ter uma mentalidade tradicional (waterfall), usando apenas algumas técnicas ou processos mecânicos dos frameworks ágeis e atingir os resultados estimados. É preciso ter uma mudança verdadeira de mindset!

Quer realmente mudar o mindset de sua organização e ter times mais engajados e com mais produtividade? Clique aqui e agende uma conversa conosco.

Escalar muito cedo

Falando ainda sobre profundidade, se você ainda não conseguiu fazer essa transformação em uma célula pequena dentro de sua empresa, não comece a escalar essa iniciativa para toda a organização. Esse processo de transformações, seja ele ágil ou digital, é fundamentado por uma mudança cultural, de virada de chave do pensamento das pessoas… E essa mudança pede que sejam feitas as corretas capacitações, a quebra de amarras que existem no dia a dia dos times – que fazem com que eles não tenham a performance necessária, entre outras características, que levam tempo para serem modificadas. Portanto, é importante saber a hora certa de começar a escalar!

Não medir e aprender durante a transformação

O quinto erro que mais identificamos nas empresas durante a transformação ágil é não medir e não aprender ao longo deste processo. As entregas estão sendo curtas, a engenharia de software está tendo a correta atenção, você está colocando em prática os princípios ágeis da forma certa, está escalando no momento correto, mas, você tem indicadores de tudo isso? 

É preciso ser data driven e usar os dados para medir o que está acontecendo. Isso vai te ajudar a saber se você está realmente entregando mais valor para a organização com essas iniciativas. Será que a produtividade dos times está maior? Será que a quantidade de impedimentos está diminuindo? Será que o lead time está diminuindo? Será que os usuários e clientes estão satisfeitos com o produto? Esses são alguns questionamentos que precisam de respostas, dados e análises para te ajudar a medir e aprender com esse processo de transformação.

Pouco foco no produto e no cliente

Quando falamos em transformação ágil, temos três grandes pilares: processos e/ou gestão, engenharia e produto/cliente. Quando você não dá o devido foco no produto e no cliente, você não possui, por exemplo, técnicas de priorização e não sabe o que é realmente valor e o que é sucesso para um projeto. Você pode trabalhar com qualquer método, mas se não dar a devida atenção para o produto e seu usuário, provavelmente, você está gerando muito desperdício no desenvolvimento deste negócio.

Leia mais: Você parece Ágil, mas não tem foco no Cliente? Provavelmente está perdendo o jogo!

Achar que o Ágil é um fim e não um meio

O sétimo erro que mais vemos em processos de transformação ágil praticamente consolida todas as falhas anteriores, que é achar que o Agile é um fim e não um meio. Isso é muito comum! Durante nossas consultorias, ouvimos muito as pessoas dizerem que querem ser mais ágeis, querem implantar o modelo Spotify, etc… Mas o que as organizações devem desejar não são esses formatos e sim:

  • Ter mais resultados
  • Fazer mais com menos
  • Aumentar a eficiência e a eficácia 
  • Vantagem competitiva
  • Fazer com que a área de tecnologia seja protagonista dentro da organização
  • Entregar mais valor para o negócio

E, para atingir os objetivos acima, a Agilidade entra como um meio! Se para isso, seja preciso usar outros princípios e conceitos diferentes dos Ágeis, tudo bem. O importante nessa iniciativa de transformação é alcançar os objetivos, esse é o fim. 

Se você identificou alguns desses erros em seu dia a dia e quer corrigi-los, fale conosco. Podemos fazer esse diagnóstico em sua empresa e ajudá-la a ter mais resultados!

by Thiago Fregni Thiago Fregni Nenhum comentário

A agilidade funciona para áreas como Marketing, RH, Jurídico ou Operação?

Entenda como é possível ter mais produtividade e entregas efetivas em qualquer área de sua empresa e tornando-los mais ágeis

Será que consigo aplicar agilidade em qualquer área da empresa?
A resposta é SIM, mas depende de alguns pontos.

Ser ágil hoje em dia deixou de ser uma particularidade de TI ou de Produtos Digitais. Grandes organizações possuem diversos projetos em todos os departamentos, que buscam:
– Antecipação do RoI
– Inovar mais
– Melhorar os processos existentes
– Atender melhor às necessidades e objetivos da área

Os projetos hoje em dia estão cercados de complexidade e não conseguimos prever antecipadamente tudo que precisamos fazer para atingir os objetivos, e nem como fazer os times produzirem e se comunicarem mais.

Os times acabam tendo problemas diversos como:

  • Muitas interferências externas
  • Mudanças de prioridade
  • Baixa visibilidade e transparências
  • Muitas incertezas com relação as necessidades do cliente

O problema não está muitas vezes no profissional – você tem pessoas boas que trabalham muito (às vezes, nem tanto), mas, no final surge o sentimento que algo está travado e que não conseguiram entregar o necessário para a empresa.

Os modelos tradicionais de gestão através de microgerenciamento focado eficiência/produtividade das pessoas, exigem cada vez mais e o resultados não chegam a lugar algum.

Além dos prejuízos financeiros, este cenário impacta diretamente na produtividade e moral do time e isto gera frustração para todos os envolvidos.

Você já se viu nesta situação? Se sim, fique calmo. Existe sim, uma luz no fim do túnel.

Nós podemos nos apoiar no método científico para isto e promover a agilidade em qualquer área da empresa. Ao utilizar um processo empírico conseguimos, através de ciclos curtos, validar uma hipótese, aprender com os feedbacks e adaptar o plano se necessário.

Veja como foi a adoção da Agilidade na Roche

Quando falamos de agilidade em qualquer área da empresa, na verdade estamos falando de organizações que aprendem!

O primeiro passo é prover transparência! Deixamos muito claro: 

  • quais são objetivos; 
  • as falhas;
  • o plano de ação;
  • os próximos entregáveis. 

Com a transparência, iniciamos ciclos curtos de inspeção e adaptação.
Isso gera confiança entre todos os envolvidos e abra caminho para melhoria contínua.

Muitas vezes temos uma equipe muito boa, mas, sem ferramental para entregar mais.

A agilidade provê as ferramentas para dar apoio para essas equipes brilharem. Os problemas cada vez mais se tornam visíveis e ações são tomadas para esta melhoria.

Em muitos casos temos problemas de falta de foco, cada pessoa do time tem metas diferentes, e em períodos de fechamento de ciclo cada um começa a olhar exclusivamente para sua meta e deixa a equipe em segundo plano.

Através dos ciclos de Transparência, Inspeção e Adaptação conseguimos entender o que está ocorrendo e fazemos as adaptações necessárias

Muitas vezes a própria organização crias essas barreiras que impedem o time de focar na geração de valor.

Em um dos projetos pelos quais passei um dos diretores disse:
“Ninguém nessa empresa imaginava que conseguiríamos fazer tudo isso em três meses!” Neste caso foi uma iniciativa de CRM, não havia desenvolvedores de softwares, na maior parte eram pessoas de áreas negócio como marketing e vendas.

O time teve que aprender a dizer não, ajudamos eles a definir um objetivo, claro de curto prazo e o time todo trabalhou focado neste objetivo.
E sabe o mais bacana de tudo isso? O time trabalhou em um ritmo sustentável, sem necessidade de horas extras.

Quer entender mais como este processo funciona e como podemos te ajudar a se tornar uma organização ágil? Clique aqui e entre em contato!

Teremos um imenso prazer em contar com mais detalhes em um bate-papo.

Um abraço!

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