Times Ágeis

by Rodrigo Pinto Rodrigo Pinto Nenhum comentário

O que tem a ver Cultura de Dados e Times de alta performance?

Em um mercado cada vez mais competitivo ter uma estratégia que te faça sair na frente dos concorrentes é incrível, não é mesmo?

A cultura de dados junto com os times de alta performance pode te ajudar nas estratégias da organização como um todo, promovendo resultados exponenciais.

Na coleta de informações, o objetivo de muitas empresas é converter o material bruto em dados úteis, principalmente nesse cenário de constantes mudanças no comportamento de consumo.

Dessa forma, os dados podem ser utilizados para tomada de decisão, no planejamento estratégico e até na reformulação de modelos de trabalho.

 

O que é Cultura de Dados?

A cultura data driven, ou seja, orientada a dados, é um dos exemplos de processo ou ferramenta que auxilia times a serem mais analíticos e focados em pôr sempre o usuário no centro das decisões, fazendo com que o trabalho seja voltado para gerar mais valor para o cliente e, consequentemente, para a organização.

Ser data driven é trabalhar com um conjunto de ações, tomadas de decisões, melhorias de estratégia com base em dados e não em achismos ou estudos genéricos.

É um processo feito por análises detalhadas das informações coletadas de diferentes formas, como formulários de site e aplicativos, eventos, landing pages, e-mail mkt, chatbots, etc.

Todo dado gerado por usuário pode ser utilizado para análises, já que o objetivo dessa verificação é adquirir referências que irão ajudar no planejamento de ações e estratégias.

Segundo dados globais da Gartner, 86% dos executivos das maiores empresas do mundo colocam os dados e estratégia de analytics como prioridade em seus negócios para os próximos anos.

Empresas que começam a agir através da respostas dos dados possuem uma chance muito maior de aumentar seus resultados e atingir uma boa qualidade na entrega para seus clientes.

Para que essa gestão aconteça de forma eficiente, é preciso acompanhar os indicadores mais importantes, e não apenas coletar dados aleatórios, além de ter times multidisciplinares que atuem de ponta a ponta na iniciativa, aumentando muito mais a performance e os resultados.

 

Como times de alta performance ajudam?

Os times de alta performance já são compostos por pessoas que trabalham com a cultura de dados, uma vez que é através de métricas que o time consegue enxergar os resultados da sua equipe podendo melhorar estratégias, entregas e aumentar resultados da empresa como um todo.

Para saber mais sobre esse assunto, clique aqui e leia o nosso post de blog sobre time de alta performance.

O que a cultura de dados e os times de alta performance podem trazer de benefícios para sua empresa:

  1. Melhoria contínua dos processos da empresa: todo negócio quer sempre evoluir para melhor, através das métricas e dados recolhidos é possível melhorar e automatizar processos.
  2. Crescimento nos lucros da empresa: times que fazer boas entregas, garantem melhores resultados e faz com que a empresa consiga aumentar seus lucros.
  3. Identificar as necessidades do cliente antecipadamente: com o uso de dados e análises corretas, será mais fácil e rápido perceber quando há uma demanda de seus clientes e compreender quais suas necessidades.
  4. Melhorar a gestão de processo: toda área pode melhorar seus processos e entregar valor a seus clientes, mas é preciso mudar o mindset primeiro. Com a análise correta de dados – seja do cliente e/ou do colaborador, é possível compreender o que está acontecendo de errado e traçar um plano de ação e melhorias.
  5. Avaliar as metas para a gestão de operação: com dados captados e filtrados é possível direcionar novos processos e estratégias e definir novas metas para que o objetivo da empresa seja atingido.

Portanto, vimos como a cultura data driven é primordial dentro de um modelo de trabalho ágil e digital, fazendo com que dados se transformem em informações importantes e essenciais para o desempenho e crescimento estratégico de uma organização.

Como fazermos aqui na Agile.Inc

Se você já está passando por um processo de transformação digital é muito mais fácil implementar a cultura de dados em sua empresa e estar à frente dos seus concorrentes.

Para que essa mudança aconteça, é preciso ter um time multidisciplinar de alta performance que irá te ajudar a alcançar bons resultados com métricas, ferramentas, papéis e ferramentas corretas.

Em nossas enFocamos nas características de cada empresa, analisamos as condições e contexto, e oferecemos toda nossa expertise para montar times multidisciplinares, adaptados para cada tipo de produto.

Formados por diversos especialistas, nosso time de alta performance avalia – sempre à quatro mãos – o estado atual da empresa, analisa os resultados anterior as mudanças, implementa novas métricas para serem analisadas, cria um backlog de transformação, que será implementado e adaptado ao longo de todo o processo, visando diversas alterações, como:

  • Mudar o mindset e o paradigma de um modelo Tradicional (prescritivo e ordenado) para um modelo Ágil (adaptativo e interativo);
  • Quebrar o status quo, buscando maior produtividade;
  • Criar uma melhor forma de comunicação e promover integração total entre as áreas, para melhores tomadas de decisões;
  • Colocar o cliente no centro de todas as definições e escolhas;
  • Transformar as oportunidades e ideias em produtos de sucesso.

Nosso time é apoiado pela Scrum.org e vai ajudar sua empresa a ser mais inovadora, de forma desejável, viável e factível para a criação de produtos e desenvolvimento de projetos. Conte com a consultoria da Agile Inc. e monte um squad que irá elevar a sua empresa.

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Por que times de alta performance geram mais resultados?

Ter uma equipe auto gerenciada é o sonho de qualquer líder de área, não é mesmo? Mas sabemos que desenvolver colaboradores de perfis diferentes para alcançar o objetivo do produto é ainda mais desafiador. 

Pensando nisso, empresas de diferentes segmentos começaram a buscar por colaboradores de alta performance, mas, seria ainda mais interessante se fosse desenvolvido isso já nos colaboradores que fazem parte da sua empresa, não é mesmo? 

Para entender como funcionam os times de alta performance e como eles podem ajudar a sua empresa a gerar mais resultados é só continuar lendo esse artigo. 

 

Afinal o que é time de alta performance?

As equipes de alta performance possuem elevada competência, expertise e comprometimento com as metas – que são bem claras para todos envolvidos. Geralmente esse tipo de time compartilha da mesma visão, valores e propósito, além disso estão sempre engajadas e alinhadas aos objetivos estratégicos.

Neste caso, a alta performance é mais do que alcançar bons resultados, é ir além do esperado. A alta performance está diretamente ligada a atitudes, senso de dono (ownership) e foco nas entregas de valor.

Um time de alta performance é motivado, possui uma cultura muito forte e está disposto a melhorar, sempre buscando novos desafios.

Nas organizações inovadoras e realmente digitais, podemos chamar uma equipe de alta performance de Squad. Ou seja, um time composto por pessoas de diferentes habilidades, unidas para criar produtos ou iniciativas que geram valor, desde sua ideação, passando por todo desenvolvimento, até a entrega e o monitoramento de uso.

 

Time de Alta Performance: Squad

Basicamente, a Squad é uma estrutura organizacional composta por pessoas de diferentes habilidades, que possuem um objetivo muito claro: ter mais entrega de valor, atuando de ponta a ponta naquele produto.

Diferente do modelo tradicional de criação de softwares e gerenciamento de projetos, as Squads são times multidisciplinares, com menos silos, menos hierarquia, mais autonomia, focada em seus princípios e objetivos, e que trabalham para resolver um problema ou desafio dentro de uma organização.

O Spotify criou esse modelo para resolver um desafio que eles tinham na época e, como se popularizou, muitas pessoas começaram a copiar esse formato de organização de pessoas.

Se quiser entender realmente como surgiu esse modelo de Squads do Spotify, clique aqui e veja essa ótima explicação do Rodrigo Pinto, nosso Agile Chapter Lead.

Logo, uma Squad é um time de Alta Performance que muitas empresas já adotaram junto com o modelo de trabalho Scrum. 

 

Quais as características de times de alta performance

Bom, quando pensamos em desenvolver uma equipe de alta performance, é preciso analisar quais as características são necessárias para o seu desafio.

Ou seja, não existe um modelo padrão, mas sim o que se adequa melhor à sua empresa e aos resultados que precisam ser atingidos. Confira algumas características que uma Squad precisa ter: 

 

Liderança

Ter uma liderança bem definida é essencial para uma equipe de alta performance, essa necessidade se dá ao fato de que os membros da equipe não podem ter dúvidas em relação a quem recorrer quando necessário e nem de quem é a decisão final.

É também muito importante que os líderes sempre estejam não só incentivando, como também inspirando toda a equipe.

 

Autogerenciamento

Apesar da liderança muito presente, o auto gerenciamento também é muito importante. O foco aqui é que cada membro da equipe tenha total responsabilidade por suas funções.

É importante destacar que apesar do líder, cada pessoa pode gerenciar seu tempo, decisões e a forma em que executa as tarefas.

 

Multidisciplinaridade

As equipes de alta performance são nada mais nada menos do que um grupo de pessoas com conhecimentos, culturas e formação em diversas áreas trabalhando em sinergia em busca de um resultado em comum.

Visto isso, a multidisciplinaridade é muito importante, já que aqui as habilidades individuais se complementam fazendo com que todos colaborem entre si para alcançar os melhores resultados.

 

Antecipação

Projetar o que está por vir e pensar a frente é uma característica forte das equipes de alta performance. Esse comportamento ajuda a prevenir problemas e situações que possam comprometer o desempenho da equipe como um todo.

 

Comunicação assertiva

Saber se comunicar é extremamente importante. Os membros de uma equipe de alta performance entendem que uma comunicação assertiva e eficiente impacta nos resultados finais.

Nesse tipo de time, são realizadas reuniões periódicas para acompanhamento, estímulo à troca de experiências e feedbacks. A comunicação interna é valorizada!

 

Colaboração

Para que uma equipe possa alcançar um desempenho elevado, é fundamental que haja colaboração entre os membros.

Em vez de cada um se fechar e focar apenas nas suas tarefas, aqui os membros se ajudam e, de forma colaborativa e integrada, eles conseguem entregar um trabalho mais consistente.

Depois de verificar quais dessas características precisam ser melhoradas em sua equipe, desenvolva um planejamento de capacitação.

 

Mindset diferenciado

Como já dito, para criar uma equipe de alta performance é preciso mudar o mindset da sua empresa, gestores e equipe. 

 

Estruturar o ambiente de trabalho visando uma atmosfera inovadora não significa se inspirar em tendências de empresas do Vale do Silício e colocar pingue-pongue na área comum da sua empresa.

É preciso focar em um aspecto mais físico, como na estrutura das mesas fazendo com que os colaboradores trabalhem mais próximos, estimular as pessoas a saírem do espaço físico da empresa para focar na resolução do problema.

Mas sim, o foco continua sendo a inovação!

E para isso, é preciso mudar o mindset e esquecer aquela ideia de que os diretores ficam em salas separadas e isoladas, é preciso que essas pessoas fiquem sempre em um local de fácil acesso para todos os colaboradores.

Importante: Além dessas características, o gestor ou líder da área precisa compreender o colaborador e incentivá-lo a ser uma pessoa de alta performance. Mas como fazer isso? Aqui vão algumas dicas. 

  • Disponibilize cursos e certificações para que todos possam aprender sobre todos as técnicas que o seu time precisa ter;
  • Incentive o trabalho em equipe, faça reuniões, dinâmicas, etc; 
  • Crie metas desafiadoras, faça seus colaboradores saírem do comodismo e enfrentar novos desafios do dia a dia;
  • Confie no profissional e dê autonomia para eles resolverem e trazerem soluções para os conflitos; 

 

Como montar um time de Alta Performance?

Na Agile.Inc escutamos nossos colaboradores e damos a eles total autonomia para trazer ideias e novos conceitos para que o objetivo da empresa seja alcançado. 

Os nossos times de Alta Performance são divididos por clientes e modulados de acordo com a necessidade do cliente. Ouvimos os nossos clientes e com isso trazemos as melhores qualidades de diferentes pessoas para que as dores do cliente sejam resolvidas. 

Nós também desenvolvemos trilhas de conhecimento compostas por treinamento e certificações para que os colaboradores possam seguir com novas ferramentas de trabalho e, assim, atingir seus objetivos.

Conte conosco, da Agile.Inc e fale com um de nossos profissionais para que nós possamos te ajudar a montar o seu time de Alta Performance

by Rodrigo Pinto Rodrigo Pinto Nenhum comentário

Porque as pessoas NÃO estão fazendo o dobro na metade do tempo com o Scrum

O mundo está mudando em uma velocidade muito grande, as organizações estão cada vez mais tentando atender às necessidades do mercado e se diferenciar em um cenário competitivo. Para isso, são executados projetos e mais projetos a fim de atingir o único objetivo de atender as necessidades do mercado e/ou das pessoas. E o Scrum, pode te ajudar.

 

Scrum: arte de fazer o dobro na metade do tempo.

Em meados da década de 1990, Jeff Sutherland e Ken Schwaber criaram o método Scrum, com o objetivo de solucionar problemas comuns das organizações, garantindo o foco no que realmente gera resultados.

Com o objetivo de explicar os benefícios do Scrum, sua aplicação de forma a obter maior produtividade, Jeff escreveu um livro chamado “Scrum: A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”.

Neste livro, ele conta como utilizou o Scrum em suas experiências pessoais para dar clareza dos problemas e assim atuar sobre eles, de forma a ajudar pessoas e empresas a planejar melhor, ter foco no cliente e na melhoria contínua.

 

Como surgiu o termo método ágil?

O termo método ágil surgiu com o Manifesto Ágil, criado no ano 2001. Esse pequeno documento ficou conhecido por seus 4 valores:

  • Indivíduos e interação entre eles mais que processos e ferramentas;
  • Software em funcionamento mais que documentação abrangente;
  • Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos;
  • Responder a mudanças mais que seguir um plano.

 

Todos os métodos ágeis, desde o Scrum e o XP (os mais conhecidos) são baseados nestes 4 valores.

O principal objetivo dos métodos ágeis é satisfazer o cliente por meio de entregas pequenas e recorrentes de valor, por meio de ciclos curtos e contínuos de desenvolvimento.

 

Como aplicar a metodologia ágil?

Para implementar os métodos ágeis nas empresas, é muito provável que seja necessária uma mudança da cultura organizacional.

Essa metodologia utiliza os princípios de adaptação constante. Têm como objetivo também eliminar e reduzir os desperdícios e ineficiências causados por ruídos da comunicação, burocracia e obstáculos técnicos.

A metodologia ágil funciona em empresas que atuam com alto nível de colaboração, onde os membros contribuem para o desenvolvimento dos projetos/produtos por meio de times pequenos. Vamos conferir algumas mudanças que são geralmente necessárias para tornar as empresas mais ágeis:

  • O objetivo da empresa deve ser agradar ao cliente e entregar o melhor produto para a demanda estabelecida, com total eficiência.
  • O trabalho deve ser feito em times que se auto-organizam, em que o gerenciamento ocorre de forma a capacitar os colaboradores a contribuírem ao máximo.
  • O trabalho deve ser coordenado por metodologias ágeis a partir de ciclos iterativos e feedbacks de clientes e stakeholders.
  • Transparência e melhoria contínua precisam ser valores predominantes.
  • A tomada de decisão na empresa deve ocorrer predominantemente de modo horizontal.

 

Por que as pessoas não estão produzindo?

Agora que já conhecemos o Scrum e sabemos um pouco de princípios para implementar os métodos ágeis, vamos entender melhor sobre erros comuns da aplicação das metodologia ágil, principalmente do Scrum. O grande desafio aqui está nas pessoas compreenderem que não é simplesmente pela mudança de nomes, funções e reuniões que os resultados acontecerão. É necessária uma compreensão mais aprofundada da Agilidade e sua verdadeira aplicação.

 

Erro #1: Pensar que fazer uma reunião diária (Daily Scrum) faz com que você seja ágil

A Daily Scrum é uma parte vital do Scrum, mas apenas fazê-la por fazer não ajuda em nada. 

O objetivo da Daily Scrum é que os desenvolvedores revisem e planejem seu progresso em direção ao objetivo da Sprint (Sprint Goal). É também um fórum para permitir identificar problemas em potencial e lidar com eles rapidamente ou posteriormente. 

Foi projetada para ser um reunião de curta duração, para resolver problemas e garantir (no mínimo) um nível contínuo de comunicação e planejamento da equipe à medida que a Sprint progride.

 

Erro #2: Pensar que um Scrum Master é um gerente de projeto

O Scrum Master tem o papel de suportar a implementação do Scrum em suas práticas de trabalho.

Algumas pessoas assumem que um Scrum Master é o mesmo que um gerente de projeto, porém o Scrum Master provavelmente é um papel novo, talvez nunca visto por alguns, por isso é falho fazer qualquer tipo de paralelos. 

Nas práticas da atuação de um SM, é comum agir como um professor, facilitador, coach e mentor. Tecnicamente, ele não gerencia a equipe. O Scrum Master oferece orientação e aconselhamento aos membros do Time Scrum, especialmente em questões relacionadas às regras de execução framework e cumprimento dos papéis.

 

Erro #3: Deixar o Time Scrum muito grande

Idealmente, um Time Scrum deve ser uma pequena unidade dedicada trabalhando próximos e se auto-organizando. Para que isso aconteça de forma eficiente, ela não pode ser muito grande. O tamanho máximo não deveria superar 10 pessoas, sendo ideal por volta de 8 integrantes.

Jeff Bezos faz uma brincadeira com esse tema dizendo que o tamanho ideal de uma equipe é um número de pessoas que podem ser alimentadas por duas pizzas. Cabe a você determinar o nível de fome e, portanto, o tamanho da pizza. 🙂

 

Erro #4: Fixar o Backlog do Produto

Product Backlog são o que chamamos de artefatos-vivos. Isso significa que eles vão sendo criados e alterados a todo momento, no decorrer da criação do produto e execução das Sprints.

Algumas pessoas que vieram do paradigma tradicional, muito conhecido pelo modelo waterfall, têm certa dificuldade em compreender esse conceito. Elas associam o Product Backlog com o escopo fechado de um projeto e isso está completamente incorreto!

A premissa do Backlog é ser flexível, ou seja, com os aprendizados adquiridos a cada Sprint, o time (na pessoa do Product Owner) vai adaptando o Product Backlog para que o mesmo estaja cada vez mais aderente ao que o cliente necessita. 

 

Erro #5: não ter paciência para seguir o processo

É necessário entender que na Agilidade não existe uma solução única para todos e não há uma receita pronta de como deve funcionar, ou seja, pode ser que algumas práticas e ferramentas sirvam para você e outras não. 

Cada time e empresa deve buscar trilhar seu próprio caminho de aprendizado. Um princípio básico que fecha todo nosso conceitual teórico é a melhoria contínua. Um time não pode se dizer ágil se faz as mesmas coisas, da mesma maneira durante muito tempo.

Logo ao aplicar as primeiras ferramentas, alguns times não tem a paciência necessária para corrigir os erros, aprender, formar melhor as pessoas e permitir que os princípios de melhoria surtam efeito.

 

Conclusão

Por fim, espera-se que o verdadeiro entendimento dos princípios ágeis sejam suficientes para que os times geralmente colham os benefícios que a Agilidade visa entregar. Conforme os dias vão passando, os times ágeis devem crescer nesse entendimento (que é novo para muitos) encontrando, testando e validando formas melhores de trabalhar. Isso promove o crescimento da produtividade da equipe e maximiza a entrega de valor.

by Rodrigo Pinto Rodrigo Pinto Nenhum comentário

Eleve seu nível de maturidade ágil com 4 práticas simples

Uma das grandes necessidades das empresas nos dias atuais é ter melhores resultados, mais produtividade, é conseguirem realmente se conectar cada vez mais com seus clientes. 

A questão é que a corrida para ter mais vantagem competitiva no mercado só aumenta e muitas organizações ainda não estão conseguindo desenvolver produtos digitais que te deixam a frente dos concorrentes, e que encantem seus usuários de verdade.

Muitas empresas se dizem digitais ou ágeis, mas lá no fundo vemos que elas ainda são tradicionais, com uma mudança, na maioria das vezes, de fachada.

Todos os dias muitas dúvidas chegam até nós. São pedidos de ajudas, para as pessoas que querem mudar esse cenário nos seus times. As principais dúvidas que chegam são:

  • Como faço para criar melhores produtos digitais?
  • Como faço uma transformação ágil de verdade?
  • Onde termina o ágil e começa o digital?
  • Mas porquê todos esses problemas acontecem? 
  • Será tudo isso normal? 

 

Começando pela última pergunta: sim, tudo isso é normal. Esse é um processo comum no mercado, e normal de acontecer com sua empresa.

Porém, é necessário que as empresas deem os próximos passos o quanto antes, que consigam evitar erros e falhas básicas para realmente serem ágeis e digitais.

As empresas que melhor passarem por essa fase, conseguirão se destacar muito, e realmente terão vantagem competitiva.

E os profissionais que conseguirem fazer essa evolução nas empresas, com certeza vão se destacar perante a média de pessoas. 

 

Transformação Ágil de verdade

A verdadeira transformação ágil, que é a base da transformação digital, é uma longa jornada e não apenas uma instalação de algum modelo pronto.

Não basta “comprar o ágil” de alguma consultoria tradicional, treinar todo mundo, mudar nomes de métodos, e pronto, achar que já é ágil.

Você só será ágil quando você conseguir ter:

  • Pessoas com mais habilidades para construção de produtos digitais;
  • Melhores e mais ágeis processos para essa criação;
  • Visão de verdade sobre produtos digitais;
  • Boas práticas de engenharia;
  • Uma liderança realmente ágil, entre outros.

 

Porém para atingir esse objetivo, existe uma jornada, existem estágios, existem fases por onde a empresa passa, para conseguir criar realmente melhores produtos digitais.

Você não mede se a empresa é ágil ou não, mas sim, o quanto ágil ou não ela é. 

 

Estágios da mudança

Imagine essa situação: existe um problema, você percebe que a organização está perdendo dinheiro, você sabe que pode ter melhores processos, que precisa de times de alto desempenho e de entregas que realmente agregam valor, mas não sabe como, nem por onde começar a mudar.

Atualmente, as organizações querem ser ágeis, mas, na maioria dos casos, elas nem sabem o porquê querem…

Elas apenas decidem isso e acreditam que a agilidade vá resolver essas situações citadas acima.

E, por conta dessa decisão sem propósito, é comum implantar algum método ágil de forma mecânica, sem aprender profundamente e incorporar no dia a dia os conceitos e princípios, sem mudar o status quo.

E o resultado disso é que a produtividade dos times pode cair!

Isso acontece por conta da curva da mudança, a Curva em J, um processo complexo explicado pela psicoterapia.

Desenvolvida pela psicoterapeuta Virginia Satir, o modelo é descrito em 5 estágios, que surtem efeito sobre os sentimentos, pensamentos, desempenho e filosofia.

Ao passar por esses efeitos você consegue melhorar a forma em que processa a mudança e como ajuda outras pessoas a processá-las.

Quando falamos em agilidade organizacional, pode-se também usar a curva em J como uma estrada a ser percorrida.

Em diversos aspectos, a agilidade ajuda a reduzir riscos.

Mas, quando estamos falando de mudança organizacional, essa agilidade, na maioria das vezes, irá expressar primeiramente em um leve declínio de desempenho. 

Portanto, é importante dizer que isso é totalmente normal, e está diretamente ligado a mudanças no status quo da organização, que logo após esse declínio irá começar a elevar seus resultados e a performance dos times.

 

4 praticas simples para você elevar o seu estágio de Maturidade Ágil

 

No geral, este processo acontece quando uma pessoa ou um pequeno time busca entender melhor sobre os conceitos ágeis e começa pequenas iniciativas.

Ao perceber os benefícios, ela sente que precisa passar por essa transformação (mesmo sem saber ao certo o que é ser ágil).

Por conta dessa percepção rasa do significado de “ser ágil”, algum método implantado nessa organização de forma mecânica e sem estratégia, seja Scrum, Kanban, entre outros, fará com que a produtividade do time caia. Isso é exatamente o que diz a Curva J.

Para evitar que os erros citados acima continuem acontecendo, é preciso ter as pessoas corretas para passar por esse processo de mudanças.

E elas devem começar entendendo primeiro o cenário no qual se está. 

Após muitos estudos, identificamos que existem quatro estágios, nos quais é possível entender o quanto as empresas estão atrasadas no desenvolvimento de produtos digitais ou o quanto estão sendo realmente ágeis e criando produtos da melhor forma possível.

Podemos classificá-los como estágios de maturidade ágil e eles são divididos em 4 níveis: empresas tradicionais; ágil mecânico; tentando ser ágil e ágil profissional. 

  • As empresas tradicionais são essas que entendem um pouco sobre agilidade e tentam implementar alguns conceitos e práticas de forma rasa;
  • Já a maior parte das organizações estão praticando o que chamamos de ágil mecânico, no qual já se conhece a transformação ágil, se aplica no dia a dia, mas não o processo completo ou de forma realmente incorporada;
  • No segundo nível estão as empresas que estão tentando ser ágil, numa fase de transição na qual elas ainda não são realmente ágeis, mas estão caminhando bem para tal;

E no terceiro estágio, temos as organizações que rodam o ágil profissional, que são aquelas que estão à frente no mercado e desenvolvem produtos digitais com os profissionais corretos, com os melhores processos e práticas de engenharia, com a correta visão de produto.

 

4 praticas simples para você elevar o seu estágio de Maturidade Ágil

 

Quanto mais a maturidade, é nítido que maiores benefícios serão colhidos, e assim a empresa terá maior produtividade, desempenho, maior conexão com o cliente, e terá então a vantagem perante os concorrentes.

 

Conhecendo os 4 estágios de maturidade ágil, em busca do alto desempenho

 

Estágio 0 – Empresas Tradicionais

São aquelas empresas onde o colaborador ou gerente já escutou falar sobre a transformação ágil mas não colocou em prática ainda.

Normalmente, são empresas que, uma pessoa já leu algum livro ou artigo sobre metodologia ágil, entendeu a importância desse processo como um todo e vai começa a ir em busca de uma consultoria a fim de ter ajuda profissional na transformação.

É aquela empresa que está iniciando no mundo da transformação digital e está com receio das mudanças que precisam ser feitas.

Apesar de tentar implementar alguns conceitos e práticas, ainda não conseguiu incorporar a mentalidade ágil no esqueleto da empresa, fazendo com que os resultados não cheguem.

 

Estágio 1 – Ágil Mecânico

É o estágio onde a maioria das empresas estão!

Nesse ponto, já se conhece o conceito de transformação ágil, mas não o processo completo.

Normalmente, a empresa já utiliza métodos como o Kanban, possuem alinhamentos diários, muda os nomes de áreas para squads, usam post-its para organizar tarefas e alguns outros métodos organizacionais…

Apesar disso, ainda não pode ser considerada, de fato, uma empresa ágil.

  • Ainda não é uma organização transparente e com objetivos claros
  • Não possui transparência das informações, com muita gestão visual
  • Ainda não possui entregas em ciclos curtos, com foco na geração de valor
  • Falta mais visibilidade, melhoria em processos e áreas mais colaborativas

 

4 praticas simples para você elevar o seu estágio de Maturidade Ágil

 

Isso é o Ágil Mecânico! Um estágio no qual já se conhece e utiliza alguns conceitos e práticas ágeis, mas a cultura, o mindset, ainda é completamente tradicional e taylorista.

É possível mudar o comportamento desta empresa e chegar num outro nível de maturidade ágil?

Sim, com treinamentos, consultoria e montagem de times de alto desempenho – que é o que fazemos com a ajuda da Agile School – nossa área educacional – e na Agile Inc, desenvolvendo soluções corporativas.

Esse estágio também é conhecido como Ágil Zumbi. 

  • Zumbi é uma pessoa, não é? Tem braços, pernas, um pedaço da cabeça. Mas sabemos que o zumbi não é uma pessoa de verdade pois não tem cérebro pensante e nem coração pulsante. 
  • Fazendo um paralelo, muitas empresas estão maturidade Ágil Zumbi: elas até rodam um processo ágil, até tem um agilista e um product owner certificado, mas no fundo, elas não tem um agilista que remove impedimentos, não tem um product owner com autoridade sobre o produto, não tem um líder que entende o que é ser líder, só tem quadros kanban mas não analisam fluxo. Ou seja, são mais parecidos com Zumbi!

 

Estágio 2 – Tentando o ágil

Essas empresas estão em um nível intermediário, bem no meio do caminho. Apesar de já ter passado da fase ágil mecânico, ainda não possui fluxo de trabalho contínuo para pode ser considerada uma empresa ágil profissional.

Os processos ainda precisam ser aprimorados e os colaboradores ainda precisam desenvolver qualificações, conhecimentos e experiências.

É um estágio de processo no qual as empresas estão iniciando a jornada ágil. É um período de passagem, onde as empresas ficam por pouco tempo, já que estão na corrida pela transformação ágil e digital.

Nesse ponto, as empresas estão a cada dia que passa se transformando mais em uma organização ágil, estão no processo de adaptação e implantação de novas culturas e metodologias. 

 

Estágio 3 – Ágil profissional

A empresa já colhe os frutos da transformação ágil e já completou todo o processo de transformação, ela conseguiu concluir a etapa anterior.

Agora, as áreas se conectam ao trabalharem em conjunto, principalmente dando suporte as áreas de negócios, e realmente colocam o cliente no centro das tomadas de decisão.

Possuem mais transparência e se preocupam em dar visibilidade ao que está acontecendo para todos.

Além disso, priorizam as entregas e se perguntam sempre “será que estamos fazendo a coisa certa?”

Empresas que estão rodando um Ágil Profissional, possuem o mindset ágil em uma base diária dentro dos times e descentralizam decisões, mas sempre possuem um alto alinhamento entre todos os setores.

Não só a liderança, como os times já entendem sobre a importância de ter metas claras e bem definidas, além de alinhamento na execução de processos.

Os times são empoderados, cada um tem certa liberdade de decisão, não ficando tudo centralizado em um único gestor.

Além disso, inovações acontecem o tempo todo, já que existe total liberdade de adaptação em todas as áreas da empresa.

 

Os colaboradores trabalham motivados e, por isso, produzem mais soluções.

 

Na liderança ágil, objetivos são determinados, a empresa conhece a fundo o seu cliente, promovendo a entrega de valor e removendo impedimentos. 

Nós, da Agile Inc. te ajudamos a chegar nesse ponto. Nosso objetivo é encurtar a jornada da transformação ágil te entregando valor.

Ao fim do processo, quando sua empresa for ágil profissional, ou seja, ágil de verdade, você terá conquistado:

melhor eficiência operacional, melhor valor para seu cliente e gestão de risco (governança ágil que diminuirá seus riscos internos).

 

Como construir essa jornada de evolução?

Para você evoluir e chegar a ser uma empresa no estágio 3 – Profissional, é necessário que você monte seu plano de desenvolvimento, olhando algumas perspectivas.

 

4 praticas simples para você elevar o seu estágio de Maturidade Ágil

 

Aqui na Agile.Inc nós classificamos as organizações em 4 pilares, após criarmos um radar com perspectivas que mesclam o olhar operacional, tático, estratégico.

Vamos entender melhor cada um deles para que você possa identificar em qual estágio sua empresa se encontra e, assim, fazer melhorias até chegar ao ágil profissional, ou seja, desenvolvendo produtos digitais realmente inovadores.

Esses quatro pilares são Processo, Pessoas, Produto e Práticas de Engenharia.

 

Processo: diz respeito à forma como criamos os produtos digitais. Envolvem assuntos como objetivos estratégicos, métricas, gestão visual,gestão de impedimentos, agile product delivery, flow management, data driven, kaizen;

 

Pessoas: é importante entender se temos as pessoas corretas, no lugar correto, e com a motivação correta. Nesse pilar olhamos papéis e responsabilidades, senso de dono, metas claras, auto-organização, multidisciplinaridade, valores e princípios, comunidade de práticas, mindset de produto, product manager;

 

Produto: qual o produto que queremos criar, qual a visão de onde queremos chegar? Nesse pilar puxamos assuntos como product backlog management, métricas, UX, UI, visão de produto, maximização de ROI, foco no cliente e no valor, roadmap, backlog de portfólio;

 

Práticas de Engenharia: somente com as práticas de engenharia corretas é que conseguiremos ser ágeis de verdade, por isso alguns assuntos são extremamente vitais, como Automação, QA Ágil, DevOps, Definition of Done, Clean code, esteira ágil, arquitetura, integração do produto, times cross e enablers.

 

Baseado nesses pilares, e hora olhando mais de forma operacional, hora no prisma tático e hora estratégico, montamos um plano de evolução na jornada da empresa.

Plano esse que deve ser revisado constantemente, como se fosse um Product Backlog de um produto, mas nesse caso, um Change Backlog, para deixar sua empresa mais perta do Ágil Profissional.

Olhando os 4Ps e os níveis de maturidade, encontramos algumas características interessantes, que pode ser útil para você analisar se você está mais perto do tradicional ou mais perto do profissional.

 

Características desses pilares de uma empresa no nível Ágil Mecânico:

  • Time de desenvolvimento que se desentende
  • Product owner proxy: só tira pedido sem se importar muito
  • É um time tarefeiro que não pensa na valorização do produto
  • Não tem visão integrada
  • Não tem portfólio
  • Muitas decisões são tomadas baseadas por suposições e achismos, 
  • Faltam métricas, baseadas em dados
  • Scrum Master/ Agilista é aquela pessoa que está em suas primeiras experiências de agilidade. Ainda não tem muita expertise
  • Áreas divididas por pessoas que pensam e pessoas que fazem.
  • Times voltados para eficiência / tarefeiros
  • Não é claro onde começa e onde terminam suas responsabilidades
  • Liderança preditiva, que monitora seus colaboradores
  • A equipe serve o líder
  • Fluxo demorado, cada área tem sua tarefa e suas prioridades
  • Documentações não são claras
  • Testes são feitos de forma manual
  • Equipe é vista como codificadores
  • Ignoram ou escondem problemas técnicos

 

Características desses pilares de uma empresa no nível Ágil Profissional:

  • Foco no cliente como princípio básico
  • O time se entende e trabalha junto
  • Têm uma visão totalmente integrada dos processos
  • Têm uma visão geral do que está acontecendo, como um coach da organização
  • Os processos colaboram com a entrega de valor do produto
  • As pessoas expõem problemas
  • Colaboradores trazem novos insights
  • Erros são aceitos e fazem parte do aprendizado
  • É necessário utilizar a auto-organização, usando a sabedoria e inteligência de todo o time. 
  • O time é engajado, motivado e com propósito
  • Liderança muda de perfil, sendo uma cultura de entrega de valor, evitando desperdício.
  • O líder serve a equipe
  • Times trabalham juntos com o mesmo objetivo, fazendo com que as entregas sejam realizadas de forma rápida
  • Times multidisciplinares organizados não por áreas, mas por visão de produtos
  • Equipe é uma co autora, sabe qual a melhor solução para determinado problema
  • Dão transparência aos problemas técnicos, pois entendem que representam um risco a entrega e reservam tempo para resolvê-los

 

Criar um produto digital que realmente é ágil é algo complexo, logo não tem como as coisas serem feitas de forma separada (como é feito em empresas tradicionais).

Para que tudo funcione corretamente, as operações e os profissionais precisam estar integrados para que tudo seja feito de forma rápida, porém eficiente, e com foco na entrega de valor. 

 

Identificando o estágio de maturidade da minha empresa

Existem algumas perspectivas que podem ser analisadas e levadas em consideração para se identificar o quão ágil a sua empresa é considerada.

Confira quais são essas áreas e o que pode ser analisado:

 

Práticas e papéis

Têm-se como objetivo compreender se a organização está utilizando os processos de forma eficiente e, ainda, se todos sabem suas respectivas funções dentro da empresa.

Se você ainda não sabe como identificar isso, existem algumas perguntas que devem ser feitas:

  • Existe clareza de quais são as responsabilidades dos papéis disponíveis na empresa atualmente?
  • O fluxo de trabalho das equipes está visível?
  • As equipes possuem políticas explícitas (ex: definição de pronto para ser trabalhado, definição de pronto etc.)?
  • Gargalos e filas estão visíveis no fluxo de trabalho das equipes?
  • As equipes possuem clareza das principais fontes de retrabalho?
  • Práticas de engenharia de software estão sendo utilizadas para manter o código saudável?
  • O processo de publicação está automatizado?
  • Existem testes automatizados?

 

Métricas

Aqui a intenção é compreender se a sua empresa tem utilizado métricas de negócio e de processo.

E, se sim, em qual nível? É preciso reforçar a importância de desenvolver métricas de referência que irão ajudar na melhoria do seu produto.

Para analisar isto, pergunte-se:

  • As métricas de negócio estão sendo utilizadas no processo de tomada de decisão?
  • As métricas de negócio estão visíveis para todas as pessoas da empresa analisarem?
  • As métricas de negócio são utilizadas como referência no processo de definição de uma iniciativa (ex: quais indicadores de negócio serão alavancados pelo projeto X)?
  • As equipes utilizam métricas de processo para projetar prazos de entrega?
  • As equipes utilizam métricas de processo para analisarem a saúde do processo?

 

Priorização orientada ao negócio

A sua organização define prioridades?

É importante considerar que quando tudo é uma prioridade, na verdade nada é importante.

Afinal, tudo está no mesmo nível, precisando de atenção e urgência.

Por isso, é preciso entender se existe um processo estruturado de priorização.

Pergunte-se:

  • Existem critérios claros de priorização?
  • A priorização tem levado em consideração as necessidades dos clientes?
  • As métricas de negócio são utilizadas no processo de priorização das iniciativas?
  • É realizada uma análise das dependências entre as iniciativas antes da finalização do processo de priorização?

 

Resultado financeiro

A sua empresa mensura os resultados financeiros de suas iniciativas?

Isso é algo de muita importância numa jornada ágil.

Para descobrir se já estão fazendo isso ou não, pergunte-se:

  • A liderança da organização tem clareza dos objetivos de negócio de cada iniciativa?
  • As equipes estão metrificando o resultado financeiro das entregas?
  • A organização consegue classificar as iniciativas quanto ao resultado esperado (ex: essa iniciativa gerará maior eficiência no negócio, ajudará a conquistar market share, será uma inovação, antecipará o custo do atraso?)

 

Essas análises irão te ajudar a diagnosticar em qual etapa de agilidade a sua empresa está e onde você precisa melhorar.

 

Ok, eu sei meu estágio, como melhorar?

Agora que você já identificou em qual estágio a sua empresa está – e podemos afirmar que 85% das empresas estão mais próximas do Ágil Mecânico – existem algumas soluções que podem ser feitas para que a sua empresa avance na curva de mudanças de forma mais rápida e chegue ao status quo desejado. 

Nesse caso, será analisado algumas questões, sendo elas:

  • qual o problema de maturidade da empresa?
  • qual o mindset a nível executivo?
  • como está o seu time, ele está alinhado?
  • como os métodos ágeis foram implantados até agora?

 

Depois dessas análises, é importante saber que se você não tiver uma boa visão de produto, processos claros e organizados, pessoas com uma cultura e um mindset diferente, engajadas com propósito da organização, provavelmente, você não conseguirá chegar num outro status quo, nem avançar nos estágios de maturidade ágil de forma efetiva.

Para isso, você precisa dos profissionais e fornecedores corretos.

Essa é a melhor forma de ter um radar da sua organização, no qual apresentará onde estão as falhas, onde é preciso melhorar, para que assim seja possível montar uma estratégia efetiva e otimizada para a sua realidade.

 

E você pode fazer isso de três formas: com treinamentos, consultoria e com montagem de times de alta performance.

 

Treinamentos

É preciso elevar o nível de conhecimento das pessoas e incorporar o mindset ágil de verdade, de acordo com a necessidade da empresa e de seus colaboradores.

Todos os treinamentos oferecidos por nós, por exemplo, são certificados por organizações internacionais – como a Scrum.org, e realizados pela Agile School – nosso braço de educação.

 

Consultoria

Com a ajuda de consultores é possível realizar a ruptura da mentalidade tradicional para assim entender o modo no qual sua empresa pode criar e desenvolver produtos digitais, que geram maior vantagem competitiva.

 

Squads

Um time de pessoas com habilidades adequadas, conhecimentos corretos e experiência de mercado para executar toda essa jornada de mudanças, os SQUADs. Como cada cliente é único, é preciso analisar as condições de trabalho para montar uma equipe multidisciplinar adaptada para o seu tipo de negócio e necessidades.

Agora que você já sabe seu estágio de agilidade e o que deve fazer para chegar no ágil profissional, entre em contato com nossos consultores e transforme a sua empresa para sempre.

by Rodrigo Pinto Rodrigo Pinto Nenhum comentário

Descubra se a sua empresa é Ágil Mecânico e aprenda como mudar

 

As empresas querem e precisam criar melhores produtos digitais. O que adianta ter um ótimo modelo de negócio se não tem um produto digital que consiga entregar todos os benefícios?

Essa se tornou uma questão de sobrevivência!

Por isso, esse artigo faz parte de uma série na qual falamos dos estágios de maturidade das empresas, e como as organizações podem ter grandes vantagens ao sair de um nível de baixa maturidade ágil e atingir um estágio profissional.

 

Vamos falar de forma mais detalhada quais são as características de empresas que estão no Ágil Mecânico e como isso pode “matar” seu produto.

Se você já utiliza conceitos e práticas ágeis, mas não possui pessoas com as habilidades corretas para construção de produtos digitais; falta visão de produto no dia a dia; não possui boas práticas de engenharia e nem uma liderança realmente ágil, você está ou desperdiçando dinheiro com a transformação ágil ou fazendo algo apenas de fachada e que não te trará resultados concretos. 

Entenda agora as 7 características de empresas e pessoas que estão utilizando a Agilidade de forma mecânica e não estão mudando sua forma de criar produtos digitais.

 

Cultura ágil

Em organizações que a Agilidade está sendo utilizada de forma mecânica, as ações ágeis são mais reativas, com o objetivo de “apagar incêndios”, do que estratégicas ou proativas.

Isso acontece muito por que as empresas não têm uma visão clara do que são times de alta performance – que dominam todas as áreas para a criação de ótimos produtos digitais.

E, essa falta de visão, faz elas acharem que já está tudo bem, e não mostra a necessidade de criar um plano claro de melhoria e evolução.

Em empresas com nível de maturidade ágil profissional, todas as pessoas trabalham com foco no cliente como princípio básico, guiadas por metas claras e objetivos estratégicos.

 

Apenas método

Esses times ficam mais discutindo se o framework Scrum é melhor ou pior do que o Kanban; Se o nome do papel vai ser Agile Master, Scrum Master ou Agile Coach; Ou seja, estão perdendo tempo discutindo isso, ao invés de responder a pergunta “O que está nos impedindo como área, de entregar melhores produtos para nossos clientes?”.

 

Stakeholder centric

Nesses times mecânicos, muito se fala de customer centric, mas pouco se sabe ou se aplica de verdade. No fundo, ainda são stakeholder centric – um gerente de negócio olha para o cliente e pensa “o que faço no meu produto para esse cliente?”.

Na sequência dessa pergunta, as hipóteses são levantadas e viram itens para a implementação ser feita pelo time de Desenvolvimento. 

Isso gera muito desperdício de tempo, dinheiro, além de aumentar a complexidade do desenvolvimento, por estar desenvolvendo algo que não precisava ser desenvolvido.

É difícil deixar claro para os líderes que pedidos pessoais não são critérios de aceite para desenvolver algo.

 

Liderança que “parou no tempo”

A liderança não evolui no quesito conhecimento ágil e tendências para o desenvolvimento de produtos digitais.

A empresa ainda existe para servir o C-level, com orçamentos anuais pesados e briga entre áreas.

Os líderes acham que tem o maior conhecimento e que devem dar mastigado para os times apenas executarem. 

Nesse tipo de situação, a auto-organização ainda é algo desejado, mas muito mal aplicada.

A liderança ainda cobra muito aumento de produtividade, de mais entrega de tarefas, mas não consegue atuar como um verdadeiro líder, gerando objetivos e métricas mais claras, removendo impedimentos e fazendo a gestão de motivação e pessoas. 

Em empresas realmente digitais, a liderança propaga uma cultura de entrega de valor, evitando desperdício, servindo as equipe, todos trabalhando com o mesmo propósito.

Dessa forma, a produtividade dos times acaba sendo MUITO maior!

 

Baixa visão de produto unificada

Dado o mundo que estamos vivendo, em constantes transformações, existe uma carência de planejamento estratégico nas organizações.

Falta visão de produto, uma visão de negócio unificada. Isso não quer dizer que a empresa não tenha nada planejado à nível estratégico.

Tem boas ideias e visões sim, mas ela não é compartilhada e unificada entre os times. 

Isso faz com que as pessoas que constroem o produto, fiquem distantes dos resultados necessários.

O time acaba sendo visto apenas como uma fábrica para construir algo, e não um time que resolve um problemas do usuário e realmente agrega valor ao negócio.

 

Negócios X TI

Em empresas que usam conceitos e práticas ágeis de forma mecânica, as áreas de Negócios e TI ainda são muito distantes.

Distantes no sentido de que não trabalham diariamente juntas. Em times profissionais de alto desempenho, algumas metas de TI e Negócios são compartilhadas e os profissionais trabalham diariamente juntos para resolver os problemas. 

Já no ágil mecânico, a área de TI ainda é vista como uma área que atua como suporte para entregar os roadmaps prometidos.

Isso reflete ainda uma estrutura de empresa com muitos silos, onde cada um trabalha para resolver o seu problema e tirar qualquer foco de atraso da sua área, por exemplo.

 

Não sabe diferenciar o que é transformação Ágil de Digital

Acha que o Ágil já não é algo tão bonito de falar e agora é a hora de falar de Transformação Digital. Mas quando se pergunta o que é uma e a outra, não se sabe responder.

A Transformação Digital, tão falada nos últimos tempos, é um movimento que requer uma adoção muito mais ampla de tecnologia e é ancorada numa mudança cultural. 

É mais sobre pessoas do que sobre tecnologia digital.

Requer mudanças organizacionais centradas no cliente, apoiadas pela liderança servidora, impulsionadas por desafios radicais à cultura corporativa e a alavancagem de tecnologias que capacitam e habilitam os colaboradores.

Entre os diversos pilares dessa jornada, está a adoção de práticas e conceitos ágeis, que fazem parte de diversas etapas da Transformação Digital.

 

O Ágil não está ajudando

No geral, vemos que os conceitos ágeis e o mindset digital foram aplicados de forma mecânica, apenas discutindo processos e que a cultura ainda é Taylorista.

Essa estrutura com baixa maturidade já gera algum ganho, mas ainda está longe de ser considerada uma estrutura de empresas realmente digitais.

Fato é, as organizações realmente digitais (por exemplo, instituições bancárias e meios de pagamentos) estão ganhando muito mercado, podendo contratar os melhores profissionais, estão sendo mais produtivas…

Tudo isso, graças a um modelo diferente de trabalhar e de criar seus serviços e produtos.

As empresas tradicionais querem muito esses benefícios e resultados, mas ainda não sabem o que é realmente preciso para iniciar essa jornada de mudanças.

Os profissionais que está conseguindo resolver esses problemas nesses tipos de empresas, estão ganhando muito espaço e visibilidade no mercado, tornando-se escassos.

 

Mas e aí, o que fazer?

Pare de ler este artigo por um minuto e analise a sua organização.

A introdução daquele simples método Kanban, sozinho, foi capaz de realizar todas essas mudanças da sua empresa?

Começar a usar Scrum, fazer reuniões diárias, ter entregas feitas por Sprints te trouxe resultados expressivos?

Posso afirmar que não.

E esse é o grande perigo da primeira etapa de transformação, essa fase de ágil mecânico…

Quando se começa um processo tão grande como esse, você, como líder, vê mudanças e acredita nelas.

Mas, culturalmente, notasse o quanto sua empresa segue sendo tradicional.

O seu colaborador ainda tem medo de se expor; os ciclos de entregas ainda duram semanas e até meses; cada um trabalha por si, faz a sua função e ninguém sabe ao certo como colaborar com o outro…

Ainda falta um propósito claro, um processo organizado!

Ser ágil é ter times colaborativos, equipes que enxergam os processos como um todo, que focam no cliente para e que querem evoluir e crescer junto a empresa.

Ser ágil é ter uma equipe que veste a camisa, mas, enquanto estiver num estágio de ágil mecânico, isso não acontecerá. 

Você vai ficar aí, dizendo ser ágil, quando na verdade não é?

Ou você vai seguir em frente, colocar a mão na massa e dar o passo necessário para a transformação? 

 

E agora? Como mudar de estágio?

É algo simples de explicar, porém muito difícil de se aplicar.

Uma das melhores soluções é elevar o nível de conhecimento de algumas áreas e/ou times, no que se refere a criação de produtos digitais.

Aqui na Agile.Inc dividimos esse aumento de conhecimento em quatro áreas: Processos, Produtos, Pessoas e Cultura e Práticas de Engenharia.

São mais de 20 subáreas, formando o arcabouço necessário de conhecimento e aplicação para os times serem realmente digitais, criarem produtos que encantem, sejam produtivos, e deem vantagem para as empresas.

Foi assim que fizemos no Sem Parar – uma das maiores empresas de serviços para pedágios e estacionamentos – gerando um aumento de 315% em sua base de usuários do app Sem Parar.

 

Ser mais digital já virou questão de sobrevivência para as empresas nos dias de hoje. E nossa missão é ajudar cada vez mais pessoas a chegar lá! 

Fale com um de nossos consultores agora para entender como podemos te ajudar.

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Pilares da transformação ágil para desenvolver melhores produtos digitais

Continuando a falar sobre como é possível desenvolver produtos digitais que realmente entreguem valor e se destaquem no mercado, além de entender o atual cenário de sua empresa, é importante entender que a organização precisa passar por mudanças de estrutura, processos e cultura.

Neste artigo, vamos conhecer melhor quais são os pilares que precisam passar por uma jornada de mudanças para criar serviços e produtos digitais de forma mais ágil e inovadora. 

 

Os pilares da transformação ágil

Aqui na Agile.Inc, acreditamos que existem 5 áreas nas organizações que precisam evoluir, ter uma cultura ágil, um mindset muito mais digital, para realmente criar produtos e serviços que atendam as necessidades dos usuários nos dias de hoje.

Esses 5 pilares são: Cultura, Capacidades Internas, Estrutura e Governança, Pessoas e Modelos de Negócio.

Para ser ágil e digital de verdade, é importante garantir a continuidade e a adesão dos processos de mudança em todos os níveis da empresa. Conheça abaixo os 5 pilares da transformação ágil:

 

Cultura

Como já dito anteriormente, é muito importante que haja uma mudança de cultura na organização, já que essas é umas das principais áreas que mostram se uma empresa está passando por uma transformação digital. Afinal, tudo se resume em uma mudança cultural e de mindset. 

Nesse pilar, as principais mudanças que percebemos são:

  • Colocar realmente o cliente como ponto central do seu negócio;
  • Ter uma cultura de inovação aplicada;
  • Empoderar os times, mas com alto alinhamento;
  • Criar uma cultura de “não ter medo de falhas” e
  • ter mais transparência nas ações, decisões e planos

 

Capacidades Internas

Os times da sua empresa irão começar a resolver questões mais complexas, logo, precisarão ter novas habilidades e se capacitar para acompanhar a transformação

É importante que os profissionais da sua organização:

  • Saibam trabalhar com novas tecnologias (Big Data, Blockchain, Machine Learning, entre outras);
  • Possuam agilidade no desenvolvimento de produtos,
  • Tenham uma gestão lean na concepção de produtos;
  • Façam uso do Design de maneira estratégica.

Essas são algumas das capacidades que os profissionais precisam desenvolver para ser mais digital, dependendo do contexto de cada negócio.

 

Estrutura e Governança

Como a sua empresa está organizada? A forma que a estrutura e a governança da sua empresa é composta mostra se ela ainda está num paradigma tradicional ou digital.

Para descobrir isso, é preciso levantar alguns questionamentos, como por exemplo:

  • Como as áreas da empresa estão estruturadas?
  • Como quebrar os silos da organização?
  • Como o budget é definido?
  • Como as iniciativas são priorizadas?
  • Como o acompanhamento do trabalho é feito de forma transparente?
  • Como criar maior eficiência operacional, por exemplo, com automação?

 

Novamente, esses são alguns exemplos de questionamentos que são abordados durante essa transição de empresas Tradicional para a era Digital.

Por isso, é importante ter os especialistas corretos te ajudando nesse processo de mudanças, te indicando a melhor forma de estruturar sua empresa para ser mais digital.

 

Pessoas

Todos os membros da sua equipe sabem seus papéis e responsabilidades? Numa cultura ágil é importante ter essas questões resolvidas de forma clara, para ter pessoas mais engajadas.

  • Papéis e responsabilidades (destacando que, não adianta estar apenas definido, mas deve ser seguido e monitorado de forma natural por todos), 
  • Como está a motivação das pessoas;
  • E qual modelo de liderança a ser aplicado.

 

Aqui na Agile.Inc, pensamos que, ao final do dia, são sempre pessoas trabalhando com pessoas para criar produtos e serviços para outras pessoas. 

Mas, infelizmente, ainda vemos muitas empresas tratando profissionais como recursos, de uma forma bem “comoditizada”, no qual basta apenas contratar colaboradores da consultoria que for mais barata, por exemplo.

 

Modelos de Negócios

O quinto pilar da Transformação Digital consiste em pensar em novos modelos de negócios para o mundo VUCA. A forma como as pessoas compram e consomem serviços está mudando e as empresas precisam se adaptar o mais rápido possível.

O trabalho consiste então em desenvolver esses cinco pilares para uma Transformação Digital correta nas organizações. Sentimos que cada empresa possui um dos pilares mais ou menos desenvolvido, ou com a necessidade de desenvolvimento de um pilar primeiro, etc.

Entretanto, acreditamos muito que alguns pontos são alavancas propulsoras para a transformação, ou seja, nem tudo vai acontecer ao mesmo tempo. As alavancas são:

  • Desenvolver a liderança
  • Capacitar os times
  • Aplicar conceitos de Agilidade

 

Mas como iniciar o processo de transformação?

Para iniciar o processo da transformação ágil, nós da Agile Inc. fornecemos diversos produtos que irão te acompanhar ao longo dessa estrada até o momento que você comece a caminhar sozinho.

 

Montagem de Squad

É importante contar com um time de pessoas com habilidades adequadas para alguns processos, os SQUADs. Cada cliente é único e específico, sendo preciso analisar as condições de trabalho para montar uma equipe multidisciplinar adaptada que irá ajudar a sua equipe a melhorar e se tornar cada vez mais ágil.

 

Consultoria

Usamos conceitos, métodos e ferramentas adequadas para transformar o modo como se cria produtos, para ajudar na conexão com seus clientes e gerar vantagem competitiva. 

Com a ajuda de especialistas é possível realizar a ruptura da mentalidade tradicional para assim ocorrer a transformação ágil. É com esse tipo de serviço que você chega mais rápido no topo do pilar da estrutura e governança.

 

Treinamentos

Realizamos treinamentos para adaptação e melhoria da equipe de acordo com a necessidade da sua empresa e dos seus colaboradores. Todos nossos certificados são em parceria com a Scrum.org e realizados pela Agile School.

 

Agora que você já sabe os principais pilares para desenvolver melhores produtos digitais, entre em contato com nossos consultores e transforme a sua empresa para sempre.

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Conheça os estágios de maturidade ágil

A transformação ágil é algo muito discutido hoje em dia pelas empresas que querem estar alinhadas com o mercado e desenvolverem melhores produtos e serviços. Entretanto, conseguir identificar em qual nível de maturidade ágil sua empresa se encontra é uma parte importante no processo e, muitas vezes, bem complexa. Entender o quanto sua empresa já é ágil, é uma jornada, às vezes bem longa, que os pessoas precisam passar para saber o que precisa ser transformado dentro de um time, uma área ou até em toda a organização.

Leia este artigo e entenda tudo sobre a transformação ágil de verdade.

Conhecer os níveis de maturidade, vai te ajudar a chegar num estágio alto mais rápido e de forma mais eficaz. Por isso, neste artigo, vamos te explicar o que caracteriza cada estágio de agilidade  para que você consiga identificar onde sua empresa está dentro deste processo de transformação.

 

Os estágios de maturidade e a transformação ágil

Ser ágil é desenvolver capacidades que ofereçam agilidade ao seu negócio. As tecnologias, a cultura e os processos de trabalho criam um ambiente onde é possível realizar pequenas entregas de um produto em um ciclo curto, com o objetivo de provar uma hipótese que irá gerar operações eficientes e maior capacidade de geração nas receitas atuais.

Existem muitos benefícios em ser uma empresa ágil e para que se usufrua destes, é preciso uma visão sistêmica do seu negócio.

As empresas tradicionais, em sua maioria, possuem longos processos, muito comando e controle, falta de engajamento e sentimento de dono entre os colaboradores, áreas que não se conversam, entre outras características. Já uma empresa ágil foca em processos curtos, com entregas em menor tempo e melhorias no alinhamento entre times. Infelizmente, a maioria das empresas do mercado estão no meio do caminho, elas querem ser ágeis mas possuem uma mentalidade tradicional que as travam no processo de transformação.

Segundo o 14th State Of Agile, 95% das empresas que participaram desta pesquisa usam algum tipo de método ágil em seu dia a dia. Entretanto, 82% dessas organizações não incorporaram esses conceitos em toda empresa e ainda precisam aumentar esse nível de maturidade, a fim de expandir esses conceitos para além de pequenos times e iniciativas para a empresa como um todo.

Com processos otimizados e um novo mindset, as empresas ágeis conseguem ter um meio de identificação de falhas mais fácil. Lembrando que, quando falamos em transformação ágil, temos 4 pilares:

  1. comunicação — indivíduos e interações mais que processos e ferramentas;
  2. pragmatismo — produto funcionando mais que documentação abrangente;
  3. colaboração — colaboração com o cliente mais que a negociação de contratos;
  4. adaptabilidade — responder a mudanças mais que seguir um plano.

 

Conhecendo os estágios de maturidade ágil

Estágio 0 – Empresas Tradicionais

São aquelas empresas onde o colaborador ou gerente já escutou falar sobre a transformação ágil mas não colocou em prática ainda.

Normalmente, são empresas que, uma pessoa já leu algum livro ou artigo sobre metodologia ágil, entendeu a importância desse processo como um todo e vai começa a ir em busca de uma consultoria a fim de ter ajuda profissional na transformação.

Ela até tenta implementar alguns conceitos e práticas, mas por não ter tudo isso incorporado como um todo, acaba falhando ou até dando pouco resultado.

 

Estágio 1 – Ágil Mecânico

É o estágio onde a maioria das empresas estão!

Nesse ponto, já se conhece o conceito de transformação ágil, mas não o processo completo.

Normalmente, a empresa já utiliza métodos como o Kanban, possuem alinhamentos diários, muda os nomes de áreas para squads, usam post-its para organizar tarefas e alguns outros métodos organizacionais… Apesar disso, ainda não pode ser considerada, de fato, uma empresa ágil.

 

  • Ainda não é uma organização transparente e com objetivos claros
  • Não possui transparência das informações, com muita gestão visual
  • Ainda não possui entregas em ciclos curtos, com foco na geração de valor
  • Falta mais visibilidade, melhoria em processos e áreas mais colaborativas

 

 Isso é o Ágil Mecânico! Um estágio no qual já se conhece e utiliza alguns conceitos e práticas ágeis, mas a cultura, o mindset ainda é completamente tradicional e taylorista. É possível mudar o comportamento desta empresa e chegar num outro nível de maturidade ágil? Sim, com treinamentos, consultoria e montagem de times de alto desempenho – que é o que fazemos com a ajuda da Agile School – nossa área educacional e na Agile Inc, desenvolvendo soluções corporativas.

 

Estágio 2 – Tentando o ágil

Essas empresas estão em um nível intermediário, no meio do caminho. Apesar de já ter passado da fase ágil mecânico, ainda não possui fluxo de trabalho contínuo para estar no nível avançado.

Os processos ainda precisam ser aprimorados e os colaboradores ainda precisam desenvolver qualificações, conhecimentos e experiências.

É um estágio de processo no qual as empresas estão iniciando a jornada ágil. É um estágio de passagem, onde as empresas ficam por pouco tempo, já que estão na corrida pela transformação ágil e digital.

 

Estágio 3 – Ágil profissional

A empresa já colhe os frutos da transformação ágil e já completou todo o processo de transformação. As áreas se conectam ao trabalharem em conjunto, principalmente suportando as áreas de negócios, e realmente colocam o cliente no centro das tomadas de decisão.

Possuem mais transparência e dar visibilidade ao que está acontecendo para todos. E priorizam as entregas e se perguntar sempre “será que estamos fazendo a coisa certa?”

Empresas que estão rodando um Ágil Profissional, possuem o mindset ágil em uma base diária dentro dos times e descentralizam decisões, mas com alto alinhamento. Não só a liderança, como os times já entendem sobre a importância de ter metas claras e bem definidas, além de alinhamento na execução de processos.

Os times são empoderados, cada um tem certa liberdade de decisão, não ficando tudo centralizado em um único gestor. Além disso, inovações acontecem o tempo todo, já que existe total liberdade de adaptação em todas as áreas da empresa.

 

Os colaboradores trabalham motivados e, por isso, produzem mais soluções.

 

Na liderança ágil, objetivos são determinados, a empresa conhece a fundo o seu cliente, promovendo a entrega de valor e removendo impedimentos. 

 

Os 4Ps da Agilidade

Aqui na Agile.Inc nós classificamos as empresas em 4 estágios, vamos entender melhor cada um deles para que você possa identificar em qual estágio sua empresa se encontra e, assim, fazer melhorias até chegar ao ágil profissional, ou seja, no topo da agilidade.

Processo: times com objetivo, gestão visual, agile product delivery, flow management

Pessoas: papéis e responsabilidades, metas claras, auto-organização, multidisciplinaridade, valores e princípios

Produto: product backlog, management, métricas, UX, UI

Práticas de Engenharia: qualidade, devops, clean code, QA Ágil, automação

 

Os 4P’s no nível Mecânico:

  • time de desenvolvimento que se desentende
  • product owner proxy: só tira pedido sem se importar muito
  • é um time tarefeiro que não pensa na valorização do produto
  • não tem visão integrada
  • não tem portfólio
  • muitas coisas são feitas baseadas por suposições e não por ter estudado métricas
  • scrum master ou agilista: é aquele que está em suas primeiras experiências de agilidade. Ainda não tem muito expertise, trazendo algo mais teórico.
  • não é claro onde começa e onde termina suas responsabilidades
  • liderança preditiva, que monitora seus colaboradores.
  • a equipe serve o líder
  • fluxo demorado, cada área tem sua tarefa e suas prioridades
  • documentações não são claras
  • testes são feitos de forma manual
  • equipe é vista como codificadores

 

Os 4P’s no nível Ágil Profissional

  • o time se entende e trabalha junto
  • tem uma visão totalmente integrada dos processos
  • têm uma visão geral do que está acontecendo
  • os processos colaboram com a entrega de valor do produto
  • as pessoas expõem problemas
  • colaboradores trazem novos insights
  • erros são aceitos e fazem parte do aprendizado
  • é necessário utilizar a auto-organização, usando a sabedoria e inteligência de todo o time. 
  • o time é engajado, motivado e com propósito
  • liderança muda de perfil, sendo uma cultura de entrega de valor, evitando desperdício.
  • o líder serve a equipe
  • times trabalham juntos com o mesmo objetivo, fazendo com que os serviços sejam finalizados de forma rápida
  • equipe é um coautor, ele sabe qual a melhor solução para determinado problema

 

Criar um produto ágil é algo complexo, logo não tem como as coisas serem feitas de forma separada (como é feito no tradicional). Para que tudo funcione de forma correta, as operações, os profissionais precisam estar integrados para que tudo seja feito de forma rápida e com entrega de valor, assim, a empresa consegue identificar um problema ainda na produção, sem que esse problema chegue no usuário

 

Como tudo acontece…

Imaginem o seguinte.

Um gestor da empresa analisa o mercado e percebe que precisa ser mais ágil. Com essa ideia na cabeça, é implantado um método ágil na empresa, mas somente isso.
Não é modificada a cultura da organização, não possui princípios de embasamento, ou seja, essa mínima mudança é feita de forma mecânica.

Isso faz com que a produtividade do time caia, já que o gestor não tem expertise o suficiente para saber sobre a mudança de status quo, ele apenas queria ser mais ágil, mas não fizeram um estudo estratégico sobre isso. 

Nesse ponto que entra a famosa Curva J, que explicaremos a seguir.

 

Curva em J – A Curva da mudança

A Curva em J foi desenvolvida pela psicoterapeuta Virginia Satir. Na psicoterapia, o modelo de mudança é descrito em 5 estágios, que surtem efeito sobre os sentimentos, pensamentos, desempenho e filosofia. Ao passar por esses efeitos você conseguiria melhorar a forma em que processa a mudança e como ajuda outras pessoas a processá-las.

Quando falamos em agilidade organizacional, pode-se também usar a curva em J como uma estrada a ser percorrida. Em diversos aspectos, um nível de agilidade ajuda a reduzir riscos. Mas, quando estamos falando de mudança organizacional, essa agilidade, na maioria das vezes, irá expressar primeiramente em um leve declínio de desempenho. 

É importante dizer que isso é totalmente normal, e está diretamente ligado a mudanças no status quo da organização, que logo após o declínio irá começar a elevar seu desempenho.

No geral, este processo acontece quando uma pessoa da organização lê algo sobre agilidade e percebe que precisam da transformação (mesmo sem saber ao certo, o que é ser ágil). Por conta dessa percepção rasa do ‘ser ágil’, o método é implantado nessa organização de forma mecânica, fazendo com que a produtividade do time caia. Isso é exatamente o que diz a Curva J.

 

Identificando o estágio de maturidade da minha empresa.

Existem algumas perspectivas que podem ser analisadas e levadas em consideração para se analisar o quão ágil a sua empresa é considerada.

 

Práticas e papéis

Têm-se como objetivo compreender se a organização está utilizando os processos de forma eficiente e, ainda, se todos sabem suas respectivas funções dentro da empresa.

Se você não sabe como identificar isso, existem algumas perguntas que devem ser feitas:

  • Existe clareza de quais são as responsabilidades dos papéis disponíveis na empresa atualmente?
  • O fluxo de trabalho das equipes está visível?
  • As equipes possuem políticas explícitas (ex: definição de pronto para ser trabalhado, definição de pronto etc.)?
  • Gargalos e filas estão visíveis no fluxo de trabalho das equipes?
  • As equipes possuem clareza das principais fontes de retrabalho?
  • Práticas de engenharia de software estão sendo utilizadas para manter o código saudável?
  • O processo de publicação está automatizado?
  • Existem testes automatizados?

 

Métricas

A intenção é compreender se a sua empresa tem utilizado métricas de negócio e de processo. E, se sim, em qual nível?

Precisa-se reforçar a importância de desenvolver métricas de referência que irão ajudar na melhoria do seu negócio. Para analisar isto, pergunte-se:

  • As métricas de negócio estão sendo utilizadas no processo de tomada de decisão?
  • Estão visíveis para todas as pessoas da empresa analisarem?
  • São utilizadas como referência no processo de definição de uma iniciativa (ex: quais indicadores de negócio serão alavancados pelo projeto X)?
  • As equipes utilizam métricas de processo para projetar prazos de entrega?
  • E para analisarem a saúde do processo?

 

Priorização orientada ao negócio

A sua organização define prioridades? Ou tudo é visto como prioridade? Quando isso acontece, na verdade nada é prioridade, afinal tudo está no mesmo nível.

É preciso entender se existe um processo estruturado de priorização. Pergunte-se:

  • Existem critérios claros de priorização?
  • A priorização tem levado em consideração as necessidades dos clientes?
  • As métricas de negócio são utilizadas no processo de priorização das iniciativas?
  • É realizada uma análise das dependências entre as iniciativas antes da finalização do processo de priorização?

 

Resultado financeiro

A sua empresa mensura os resultados financeiros de suas iniciativas? Isso é algo muito importância no processo ágil e para descobrir se já está fazendo isso ou não, pergunte-se:

  • A liderança da organização tem clareza dos objetivos de negócio de cada iniciativa?
  • As equipes estão metrificando o resultado financeiro das entregas?
  • A organização consegue classificar as iniciativas quanto ao resultado esperado (ex: essa iniciativa gerará maior eficiência no negócio, ajudará a conquistar market share, será uma inovação, antecipará o custo do atraso?)

Essas 4 análises irão ajudar a diagnosticar em qual etapa de agilidade a sua empresa está e onde você precisa melhorar.

 

Ok, eu sei meu estágio, como melhorar?

Agora que você já identificou em qual estágio a sua empresa está, nós da Agile Inc. temos algumas soluções que podem ser feitas para que a sua empresa avance na Curva J de forma mais rápida e chegue ao status quo desejado. 

Nesse caso, será analisado algumas coisas, como:

  • qual o problema de maturidade da empresa?
  • qual o mindset do executivo
  • como está o seu time, ele está alinhado?
  • como os métodos ágeis foram implantados até agora?

 

Depois de analisar esse pitch e o gestor entender que têm um problema a ser resolvido. Nós iremos te ajudar a acelerar a Curva J e assim, fazer com que a sua empresa avance na trajetória da transformação. Essas soluções consistem em treinamentos, consultorias e montagem de squads.

Primeiramente, iremos fazer um radar da sua organização, que consiste em entender onde estão as falhas, onde precisa melhorar, para que assim possamos montar uma estratégia certeira otimizada para sua empresa.

 

Squad

É importante contar com um time de pessoas com habilidades adequadas para alguns processos, os SQUADs. Como cada cliente é único, é preciso analisar as condições de trabalho para montar uma equipe multidisciplinar adaptada.

 

Consultoria

Usa-se de metodologias ágeis para transformar o modo como se cria produtos, como ajuda na conexão com seus clientes e gera vantagem competitiva. 

Com a ajuda de uma consultoria é possível realizar a ruptura da mentalidade tradicional para assim ocorrer a transformação ágil.

 

Treinamentos

Treinamentos para adaptação e melhoria da equipe de acordo com a necessidade da sua empresa e dos seus colaboradores. Todos certificados pela Scrum.org e realizados pela Agile School.

 

Agora que você já sabe seu estágio de agilidade, entre em contato com nossos consultores e transforme a sua empresa de verdade.

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Você sabe o que quer dizer Transformação Ágil de verdade?

Adotar uma metodologia ágil é o que todos querem fazer. As empresas ágeis podem aumentar a produtividade, encurtar o ciclo de entrega e ainda assim melhorar a qualidade. Não é por menos que todos estão na corrida pela transformação ágil.

 

Porém, para muitos isso é um grande desafio que envolve diversas reformulações. Quando a empresa trabalha de forma tradicional, o caminho para a transformação ágil é um pouco mais longo, incluindo:

  • novos valores
  • mindset diferenciado
  • ferramentas novas 
  • mudança de atitude e interação com o mundo

Ou seja, uma renovação total na cultura organizacional da empresa.

 

Por conta disso, a transformação ágil precisa ser planejada e executada por profissionais experientes, englobando diversas áreas da organização. Tendo a missão, com um time multifuncional, de otimizar a cadeia de valor com o objetivo de realizar os desejos e necessidades dos clientes em soluções efetivas de verdade.

Mas a sua empresa está se transformando de forma correta? Sua empresa é ágil mesmo?

 

Transformação Ágil

A Transformação Ágil está impulsionando a Transformação Digital. No mundo da Transformação Digital, as empresas rompem barreiras com produtos inovadores que atendem desejos que os clientes não sabiam que possuíam. Os produtos e serviços são feitos sob-medida agregando valor ao negócio. 

Em um mundo de mudanças, é importante estar na frente. Estimular conhecimento, aprimorar processos, dar visibilidade às pessoas, ou seja, entregar soluções que irão agregar valor, esse é o conceito de transformação ágil.

Resumindo, o objetivo do uso dos conceitos ágeis é simplificar a maneira em que os projetos são executados de forma que eles tenham um resultado final cada vez mais positivo.

Enquanto os modelos mais tradicionais utilizam longos processos com objetivos definidos, nos métodos ágeis, usa-se uma proposta de processos mais curtos, com entregas em menor espaço de tempo que focam na melhoria e no alinhamento do time. Fazendo com que a identificação de falhas seja mais fácil e gere uma maior flexibilidade na metodologia de trabalho.

Quando falamos de transformação ágil, falamos de 4 pilares:

  1. comunicação — indivíduos e interações mais que processos e ferramentas;
  2. pragmatismo — produto funcionando mais que documentação abrangente;
  3. colaboração — colaboração com o cliente mais que a negociação de contratos;
  4. adaptabilidade — responder a mudanças mais que seguir um plano.

 

Mas a transformação ágil deve fazer parte da sua empresa ou ela é só para a área de TI?

 

Transformação ágil é só para TI?

Quando se tem uma empresa, é importante abraçar riscos. Não é algo que se faz de modo automático, mas é uma prática muito necessária na jornada de transformação rumo à uma nova forma de gerir um negócio utilizando cada vez mais tecnologias digitais e integradas.

As metodologias Ágeis farão com que o seu negócio supere as barreiras operacionais, de planejamento ao adotar uma postura mais flexível, capaz de mudar. 

As empresas precisam dar o primeiro passo, começar a ver os benefícios de se transformar e parar de se esconder atrás dos que dizem que transformação ágil é só para TI. Todos podem tirar bons proveitos e mudar a história de suas áreas.

 

Estágios de maturidade ágil

Para ajudar uma empresa a entender onde ela está num estágio da maturidade ágil, utilizamos um conceito próprio, os 4P’s:

  • Processos: como estão os processos internos
  • Produtos: como são os produtos criados
  • Práticas: como são as práticas e ferramentas utilizadas
  • Pessoas: como estão as pessoas nesta organização.

 

Analisando esses 4 P’s é possível identificar em qual estágio de maturidade a sua empresa está e ver quais os pontos são necessários melhorar:

0. Empresa Tradicional

É aquela empresa onde algum colaborador escutou falar sobre transformação ágil, leu algum livro sobre o assunto (como oA arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”, do Jeff Sutherland) e percebeu que aquilo era necessário para ele e, nesse ponto, procura uma consultoria para ajudar na transformação.

 

1. Ágil Mecânico

A maioria das organizações se encontram nesse ponto, onde conhecem o conceito, realizam partes da transformação ágil mas não o processo inteiro. 

Nessa etapa, normalmente, a empresa já utiliza o kanban, post-its, e métodos organizacionais, porém não é o suficiente para ser considerada ágil, já que ainda tem muito processo engessado.

As falhas costumam ser mal vistas e, por isso, não é uma organização transparente e com objetivos claros.

 

Analisando os 4P’s do ágil mecânico:

Processos: não escalados, não possuem métricas, fluxo de valor… 

Produto: Não tem visão de produto, não costuma conhecer bem o cliente.

Prática: não tem qualidade ágil, engenharia ágil.

Pessoas: ainda possuem cultura tradicional.

Com consultorias, treinamentos e um bom squad é fácil elevar deste nível para o nível de ágil profissional.

 

2. Praticando o Ágil

A empresa que está no nível “praticando o ágil”, está bem no meio da estrada. Ela já superou boa parte das disfunções do ágil mecânico mas ainda não atingiu o fluxo contínuo de valor do “ágil profissional”. É um momento onde os processos ainda precisam ser aprimorados, pessoas necessitam desenvolver suas qualificações, conhecimento e experiência. Com a ajuda de especialistas, ou seja, pessoas mais experimentadas na jornada, é mais fácil percorrer esse estágio e ir ao próximo nível.

 

3. Ágil Profissional

Aqui é o que todos desejamos desde o início. Quando falamos de benefícios da agilidade, todos eles podem ser colhidos nesse estágio. Tanto o time quanto a liderança entenderam a importância de metas claras e alinhamento na execução.

Descentralização acontece, times são empoderados para tomada de decisão (mas claro, com restrição). Inovações englobam todas as áreas, já que todos têm liberdade para se adaptar.

Colaboradores e clientes, ou seja, pessoas estão no centro de tudo. Valor é gerado continuamente pois colaboradores motivados produzem as soluções com foco no usuário.

Liderança ágil determina objetivos, conhece o cliente, promove a entrega de valor, remove impedimentos, sabe suportar e desenvolver os membros da equipe. 

Isso faz com que tudo na empresa gire de forma rápida e, de fato, ágil. 

“Quando se tem um processo ágil e claro, com regras bem definidas, qualquer projeto pode ter mais sucesso.”

 

Métodos Ágeis

Agora que você já sabe o que é transformação ágil e já identificou em qual nível de maturidade a sua empresa se encontra, vamos entender um pouco mais sobre os métodos ágeis, como eles funcionam e claro, como aplicá-los.

 

Scrum

É uma das formas de utilizar os métodos ágeis em projetos. O seu principal objetivo é auxiliar na gestão e desenvolvimento de produtos, se encaixando muito bem em projetos de médio e longo prazo.

Por ser um dos métodos mais populares é muito confundido com o próprio conceito de metodologia ágil.

Para colocá-lo em prática, é necessário conhecer todos os pontos positivos e negativos da sua equipe, e definir para cada colaborador o papel e função.

No Scrum, existem novos papéis como o Product Owner que define o Backlog de coisas que o time deve fazer, bem como define o que é valor para a entrega, o Scrum Master que tem o objetivo de ajudar o time na entrega, e garante que os conceitos ágeis estão sendo aplicados e há também o Time de Desenvolvimento que são pessoas de diferentes áreas, com diferentes habilidades, que fazem as entregas de valor. Esse time vai fazer entregas de maior valor e mais rápido, gerando soluções inovadoras, e um aumento de vantagem competitiva para a área ou empresa. 

O método Scrum é muito importante para projetos de alta complexidade e urgência de entrega. Para isso, criam-se ciclos conhecidos como Sprints, que nada mais são que intervalos de tempo para desenvolvimento de pedaços da solução. Tudo começa com o planejamento do que será feito naquele ciclo, seguido da etapa de desenvolvimento. Ao final de cada Sprint há uma revisão do que fizemos e uma retrospectiva para melhoria como um todo. Assim, são executados os ciclos de desenvolvimento do produto no Scrum.

 

eXtreme Programming (XP)

XP, junto do Scrum, é um dos primeiros métodos ágeis e se destina a melhorar a qualidade do software e a capacidade de resposta às mudanças no que é gerado ao cliente. Esse método defende entregas frequentes em ciclos de desenvolvimento curtos, com o objetivo de melhorar a produtividade e introduzir pontos de verificação nos quais novos requisitos do cliente possam ser adotados.

Outros elementos da XP incluem: programação em pares, revisão de código, testes unitários, arquitetura emergente, simplicidade e clareza do código, mudanças nos requisitos do cliente com o passar do tempo e comunicação frequente do cliente com o time de desenvolvimento. A metodologia leva no nome a ideia de que os elementos benéficos das práticas tradicionais de engenharia de software devem ser levados a níveis “extremos”.

 

Kanban

É um dos métodos ágeis mais novos e simples de se utilizar. Ele é composto por elementos visuais e práticas para promover o fluxo das atividades.

O kanban ganhou posição de destaque pode ser uma forma de realizar gerenciamento de projetos de forma super adaptável.

A ideia principal do kanban é buscar a evolução, permitindo que a organização dos processos seja feita de forma visual. Em sua forma mais simples, é preciso montar um quadro e dividí-lo da seguinte forma:

  • To Do — atividades que precisam ser realizadas;
  • Doing — atividades que estão sendo realizadas;
  • Done — atividades que já foram finalizadas, avaliadas e aprovadas pela equipe.

 

Tão importante quanto criar essa lista de tarefas é a gestão do fluxo sendo feita de forma constante pela equipe. Métricas como quantidade de tarefas e tempo de execução são comuns de serem acompanhadas em times que utilizam o kanban.

 

Como fazer a transformação ágil

Implementar a transformação ágil não é somente começar a usar Kanban, Scrum e os outros métodos. É preciso fazer um análise completa da sua empresa a fim de identificar os pontos positivos e os negativos do processo com um todo.

Para realizar essa análise, o método mais utilizado é o da análise SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities, Threats), em português, FOFA (Força, Oportunidade, Fraqueza, Ameaça). Mas para que serve essa análise?

O objetivo da análise SWOT é traçar um planejamento estratégico para empresas ou novos projetos, realizando um diagnóstico completo que irá identificar oportunidades de melhoria e definir planos de ação.

 

Aprimoramento de processos

A transformação ágil afeta toda a empresa, é importante analisar e enxergar quais são os problemas internos da organização, onde estão os gargalos e onde os projetos costumam falhar. Afinal, esse é o grande objetivo da transformação ágil: buscar soluções.

 

Troca de conhecimento

Para haver o aprimoramento dos processos, é preciso estimular a cultura do conhecimento. Qualificar o seu time e incentivar o compartilhamento de conhecimento e comunicação.

Para isso, é muito importante haver sempre respeito sobre as diferenças e individualidades de cada pessoa para que nenhum espaço seja invadido e possa gerar um desconforto.

 

Comunicação

Como dito acima, é importante aprimorar a comunicação interna.

Debater problemas, encontrar soluções, qualificar-se, colocar as mudanças em prática, tudo isso é a transformação ágil sendo aplicada de forma verdadeira e correta.

Quando falta informação interna, o time está, na maioria das vezes, desunido e focado no produto final, e não no processo, dessa forma, fica muito difícil enxergar os problemas.

 

Transformação de dentro para fora

Ao querer transformar uma empresa, é necessário trabalhar primeiro internamente. É algo que demanda trabalho e paciência, mas que dá ótimos resultados no final.

Alguns pontos para a transformação ágil acontecer:

  • Incentivar ciclos curtos e com entregas mensuráveis;
  • Promover a comunicação efetiva entre todos os envolvidos no desenvolvimento e entrega do serviço ou produto;
  • Dar visibilidade para os problemas e ações do time;
  • Entregar soluções com valor para o negócio;
  • Incentivar a troca de experiência no time buscando uma cultura do aprendizado e melhoria contínua.

 

Estabelecendo pequenas metas e as cumprindo, a transformação ágil vai acontecendo de forma total e de acordo com os valores da organização. Não é preciso querer mudar toda uma empresa de uma hora para outra, são passos pequenos que são dados rumo a transformação.

 

Usar o Ágil para implantar o Ágil

Implantar a agilidade em uma área ou empresa, de forma que atinja a alta maturidade é muito complexo. Por isso, esse próprio projeto deve ser feito de forma ágil. É dessa forma que nós da Agile.Inc minimizamos os riscos e aumentamos a chance de sucesso, na sua real transformação, para que ela não pare no nível 1, apenas.

 

Scrum Day Brazil

Se você ainda tem dúvida em como funciona a Transformação Ágil e como ela funciona para você, nós falamos sobre esse assunto no Scrum Day Brazil 2020 e você pode assistir tudo que aconteceu por lá clicando aqui.

O Scrum Day Brazil 2021, já tem data e os ingressos já estão à venda com preços especiais, garanta o seu aqui e participe!

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Contratar mais pessoas ou revisar o processo?

Entenda como organizar melhor sua equipe para ter mais eficiência e resultados

Por Antonio Costa

Durante nossos processos de consultoria e coaching, muitas vezes nos deparamos com um cenário no qual surgem frases ou dúvidas como:

– Quero tentar mudar alguma coisa, mas não sei o quê… 

– Da forma como estou fazendo não sou tão efetivo, mas o que mudar?

– Já consumimos muito conteúdo, mas será que é o suficiente?

– Acho que preciso de mais gente na equipe, mas como convencer a diretoria a fornecer budget? 

– Quais os papéis necessários para que eu tenha um time adequado?

Basicamente, os líderes querem entregar mais resultado, ter times eficientes e eficazes, e sempre surge a hipótese de que métodos ágeis ajudariam nessa produtividade. Mas não sabem como e nem em qual ordem: “Primeiro contrato ou arrumo o processo?”; “Se tenho que ter pessoas, qual o papel que tenho que contratar?”; “Ou antes eu revisito o processo?”; “O que vem primeiro?”.

Então, o que fazer?

Não tem uma resposta pronta e vou falar de forma geral, pois cada caso é um caso.

Primeiro ponto é que, às vezes, é muito nítido que tem uma skill faltando. O problema é tão grande, tão gritante, que nem é preciso rever o processo, mas sim já contratar uma pessoa. Veja se você tem algum caso gritante!

Caso contrário, quando não é tão nítido a falta de uma pessoa:

Primeiro aconselhamos a empresa analisar seu processo atual – entender o que está acontecendo, se dá para fazer mais resultado com as mesmas pessoas. E, somente depois, analisar a necessidade de contratar mais pessoas.

Duas pessoas sentadas num ambiente de trabalho, usando um computador

Por que revisitar o modo de trabalhar é importante?

Muitas vezes as empresas não tem um processo bem definido e esse, por sua vez, possui gaps, gargalos, indefinições e desperdícios. Uma outra dúvida muito comum é: “E se contratar mais pessoas e continuar tendo dificuldades de entrega?”

Bom, se não tiver o processo correto e bem definido, existe a chance de colocar mais pessoas e amplificar ou “mascarar” o problema, por exemplo:

  • Mascarar o problema: você coloca 160h (1 pessoa) a mais, mas no final você aumenta sua produtividade real em 40h. Sendo que as outras 120h acaba sendo improdutivas – isso acaba mascarando o problema
  • Amplificar o problema: você coloca mais pessoas no time e a produtividade cai no final, pois a complexidade do time aumenta e algo que não estava bom, fica pior.

Em outras palavras, rever o modo de trabalho consiste em ter uma jornada ágil para sua área, com processos ágeis bem desenhados e definidos, para seu time entregar mais.

Como funciona normalmente?

Durante a revisão do processo, o primeiro ponto que tentamos responder é: “hoje, é claro nosso processo? Ele está bem definido?” Ou seja, é preciso ter clareza do processo e não estou dizendo que tem que ser engessado, mas sim, claro para todos.

Outra pergunta que fazemos é: “Seu processo é burocrático? Tem como ser mais Lean, ou seja, mais enxuto?”

Com essas perguntas, começamos a revisão propriamente dita, a fim de descobrir a eficiência atual com métricas e identificar os principais gargalos. Em nossa consultoria, nós definimos o modelo AS IS (como funciona hoje) e o TO BE (como deve ser um processo no futuro, bem definido e ágil, com um fluxo mais otimizado).

Pontos chaves durante a revisão de um processo, que fazem um time produzir mais:

  • PRIORIZAÇÃO E GESTÃO DE DEMANDAS

Durante a revisão do processo, é comum identificarmos, por exemplo, que pelo menos 50% dos requisitos solicitados por Negócios não são necessários. A correta priorização dos requisitos é fundamental, para depois você alocar um time para desenvolver o sistema. Para cada requisito, devemos ter com relativa clareza o propósito do negócio, qual o valor de negócios que se busca, para o desenvolvimento criar o código.

  • REFINAMENTO

Os itens requisitados não estão em uma boa granularidade, na qual o DEV precisa perder tempo tentando entender o que tem que fazer e obtendo mais retrabalho.

  • QUALIDADE

“Tem pontos que preciso melhorar na minha política de qualidade, para eu ter menos retrabalho?”; “O produto acaba tendo muitos bugs e o backlog de correção e sustentação é grande?”; Identificar essas questões melhoraram o aspecto da qualidade e ajuda muito na economia de trabalho.

  • ARQUITETURA

“Tenho problemas arquiteturais no meu sistema, o que faz que eu demore para desenvolver algo?” Esse é o famoso cenário de backlog técnico, no qual é tão necessário um refractories.

  • OTIMIZAÇÃO

Tem alguém com alto índice de retrabalho, ou sobrecarregado, ou com partes do processo desnecessários? Tem etapas onde está demorando muito a execução das tarefas? Esse também é um ponto muito importante a ser revisado!

Aí então, busque a contratação

Tendo mais controle sobre o processo e ele sendo otimizado e ágil, aí chega o momento de você buscar saber como fazer mais:

– Contratar mais pessoas, novos skills

Durante essa análise, você pode identificar que o time precisa de uma competência inexistente para ser mais produtivo. Por exemplo, ter uma pessoa Engenheira de QA ou Devops. Nessa fase, você consegue saber quais papeis precisa para ter uma equipe multidisciplinar produtiva, com skills que não podem faltar. 

– Colocando mais pessoas – mesmo skill para ganhar mais vazão

Acontece quando você otimizou seu processo e apresenta um cenário no qual o time consegue atacar X coisas por mês, mas a necessidade de Negócios é de mais de X. Neste caso, você contrata pessoas com os mesmos skills, para ganhar mais vazão.

Formação da equipe também é algo importante

Às vezes é necessário até mexer na estrutura organizacional da empresa ou mexer na organização dos times… Mas isso é feito de forma gradual. 

“Ter um component team ou um feature team?”; “Organizar por value stream?”; “Juntar ou separar os skills?”; “Separa novos desenvolvimentos do time de suporte?”… Se a sua dúvida é alguma dessas (como estruturar seu time), você precisa repensar a formação da sua equipe.

Conclusão

A decisão de contratar mais pessoas ou revisar o processo, depende muito de cenário para cenário, mas, primeiro, aconselhamos você definir a sua jornada ágil, revisitar seu processo, e depois dessa otimização, aí você pensa em contratação de pessoas.

Se quiser ajuda com a sua jornada ágil,revisar o processo ou até mesmo ter pessoas qualificadas para ter um time mais eficiente, podemos te ajudar! 

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Treinamento ou consultoria? 8 dicas para descobrir a jornada para implementar os métodos ágeis

Saiba qual a melhor solução para o cenário que você se encontra e alcance os reais benefícios de ser ágil

Por Antonio Costa

Ter mais performance, mais produtividade e ser mais ágil é um dos principais objetivos de diversas pessoas atualmente, em qualquer área, não é mesmo? Você sabe que precisa trabalhar de forma diferente, quer ter entregas que atendam realmente o cliente e atingir da melhor forma os objetivos da organização… Mas o ponto é: para poder chegar até lá, é necessário o apoio de consultoria? Preciso treinar minha equipe, e em quais treinamentos? Como monto esse quebra cabeça entre treinamento, consultoria ou contratação?

E a nossa resposta é: depende muito do estágio que você está! Em alguns momentos é possível fazer alguns treinamentos e aprender técnicas e maneiras de resolver estes desafios. Em outros, é necessário ter um apoio de um especialista externo para ajudar a incorporar e colocar em prática todo esse ensinamento.

Treinamento ou consultoria 8 dicas para implementar métodos ágeis em uma empresa

Para ajudar a entender melhor, vou sugerir a seguir alguns cenários bem comuns para você tentar se identificar em alguma situação e entender em qual passo você está e como a Agilidade pode te auxiliar, seja com treinamento ou consultoria. Confira:

1 – “Ainda não conheço sobre métodos ágeis, só ouvi falar.”

Se você ouve muito falar sobre Agilidade mas não entende muito bem sobre esse assunto, existem algumas literaturas que podem te ajudar, como: “A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”, do Jeff Sutherland e “Scrum e XP direto das Trincheiras”, do Henrik Kniberg. Esses dois livros são indispensáveis para quem está começando nesse universo! Agora se você precisa de um material mais rico, e contar com o apoio de uma pessoa que te ensine na prática, sanando as dúvidas mais específicas, treinamentos como o Professional Scrum Foundations te proporcionarão esse conhecimento rápido e aplicável, e além disso, você ganha um voucher para fazer a prova PSMI oficial da Scrum.org.

2 – “Pesquisei sobre, sei um pouco, mas tenho dúvidas se funciona na minha realidade.”

Se os métodos e conceitos ágeis já não são mais um bicho de sete cabeças, mas você ainda sente dificuldade em incorporar ao seu dia a dia, você pode destravar essa oportunidade com a ajuda de um profissional experiente no assunto. Isso é bem comum de acontecer e pode ser facilmente resolvido com um diagnóstico rápido. Entre em contato com a gente, que agendamos uma reunião sem custo para fazer esse diagnóstico.

Outra forma de saber se aplica na sua realidade é ver esse vídeo – explicamos sobre como implementar os princípios ágeis em qualquer time, seja na área de Marketing, Recursos Humanos, Financeira, Jurídica, Operações, entre outras, principalmente fora da TI. Clique aqui e assista!

3 – “Li bastante, mas não sei se estou aplicando da melhor maneira.”

Você já reorganizou seu time para usar Scrum e outros conceitos ágeis, leu alguns livros e aprendeu algumas dinâmicas, mas ainda percebe que essa não tem sido a melhor maneira ou que tem itens a melhorar para deixar o time mais efetivo? Calma que dá pra melhorar e ajustar muito mais o método para o seu dia a dia. É ideal sim buscar esse conhecimento de forma empírica, aprendendo e melhorando diariamente, mas se você precisa acelerar esse processo para ter melhores resultados, minha dica é investir em conhecimento prático. 

E isso pode ocorrer de duas formas: com um curso de Fundamentos com técnicas práticas e avançadas para sua empresa, para capacitar um grupo de pessoas através de treinamentos in company. Ou ter o apoio de uma consultoria especializada para aumentar a maturidade ágil dos envolvidos. Dessas maneiras citadas, você vai descobrir o melhor jeito de implementar os métodos ágeis em seu dia a dia, tendo benefícios visíveis a curto prazo.

4 – “Quero aprender mais, mas tenho dinheiro limitado.”

Ok, se o momento não é apropriado para um grande investimento em capacitação de pessoas dentro de sua empresa, há diversas opções de treinamentos individuais que podem ser feitos de acordo com a área de atuação de cada pessoa. Esse é o momento de escolher algumas pessoas da sua equipe, ou você mesmo, e buscar a profissionalização dos mesmos. 

Além do curso de Scrum Foundations – essencial para todos que estão começando na Agilidade, você pode dar um passo a mais e se especializar fazendo os treinamentos de Product Owner ou de Scrum Master, por exemplo e replicar todo esse conhecimento internamente, em sua organização. Se você é um líder da sua organização, o PAL-E é uma ótima forma de aprender mais sobre como deixar os times mais ágeis.

5 – “Sei que posso ter benefícios e que se aplica em minha realidade, mas não sei quais, nem sei como…”

Nesta fase, para ter esses resultados de forma mais rápida e assertiva é essencial apostar num bom diagnóstico para ter uma solução focada em sua realidade. Para esses novos conceitos realmente gerarem valor, é preciso incorporá-los de maneira profunda, profissional e customizada às suas necessidades. Não corra o risco de implantar a Agilidade em sua área de forma mecânica! Em um diagnóstico gratuito e de apenas 2 horas, podemos te ajudar a entender qual o melhor processo ágil para o seu time ter mais resultados e mais produtividade. 

Clique aqui e tenha seu diagnóstico rápido 

6 – “Já tentei usar as práticas, mas sinto que ainda faço coisas erradas e por isso não tenho todos os benefícios.”

Se esse é o seu desafio atualmente, é importante ter pessoas chaves para se capacitar e fazer treinamentos de acordo com sua área de atuação e levar esse conhecimento para outras camadas da empresa, como líderes, gerentes e diretores, para assim o impacto desse novo conhecimento ser muito maior e proporcionar mais resultados em diversas áreas. 

Conheça os treinamentos de Scrum Master, Agile Leadership Essentials e Scaled Professional Scrum.

Mas, se ainda assim é difícil para você enxergar como esses métodos te ajudam a ser mais ágil, a ter mais produtividade e melhores entregas, busque uma consultoria que vai te ajudar a identificar as melhores práticas para a sua realidade e remover amarras do sistema que você possui hoje.

7 – “Já faço muitas práticas ágeis, mas sinto que minha empresa ainda tem amarras…”

É isso! Se você já consegue identificar os impedimentos que atrapalham o desempenho do time e as entregas, mas ainda assim não consegue removê-los, é preciso trabalhar na cultura, nas práticas, no produto e nas pessoas, de forma que todo o mindset seja transformado, seja realmente ágil.

Entenda como funciona nossa Consultoria Enterprise

8 – “Tenho profissionais que ainda precisam evoluir em suas áreas de especialização.”

Sem dúvida nenhuma, nessa situação é preciso treinar! É muito comum vermos no mercado, diversos Scrum Masters e/ou Product Owners imaturos, atuando de forma mecânica e que precisam aprender o verdadeiro ágil. Se este é o cenário que você se encontra, a capacitação é a melhor escolha. Confira os treinamentos oficiais da Scrum.org no Brasil e veja qual mais se encaixa em seu papel e dia a dia.

Mas qual é a melhor solução?

Se sua dor não é uma das descritas acima ou se ainda está em dúvida sobre todo esse processo, nos envie uma mensagem, teremos o maior prazer em lhe ajudar.  Vale ressaltar que o fator financeiro também é determinante nestas escolhas… E investir um pouco mais – seja em treinamentos ou consultoria – te ajuda a ter os reais benefícios a curto prazo, com muito mais chances de sucesso.

Se já descobriu que precisa de treinamento – cuidado com os cursos que te ensinam apenas o básico. Aprenda direto com quem trabalha com os criadores e aprenda o verdadeiro ágil. Se o seu caso precisa de um apoio de consultoria, podemos bater um papo sobre como te ajudar nesse processo!

De forma macro, você pode investir em treinamentos individuais, treinamentos in company, ter um diagnóstico rápido para entender mais, ter um diagnóstico mais aprofundado para saber como vai ser aplicado no seu caso, ou já ter o apoio da consultoria nessa jornada. Essas são as ferramentas que você pode usar para te apoiar na sua jornada ágil.

Montar essa quebra cabeça é complexo e difícil… Mas as coisas certas, nos lugares certos, fazem você ganhar mais o jogo e atingir uma maturidade ágil elevada e um novo mindset.

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