Transformação Digital

by Nelson Legal Nelson Legal Nenhum comentário

Experiência de Usuário: Entenda o que falta para o sucesso do seu negócio digital

Saiba quais são os benefícios de UX e como essa prática faz o cliente se tornar um fã do seu produto

Por Nelson Legal 
Mulher feliz olhando o celular

Eis que virando a esquina ele vem chegando, o mais desejado, o mais disputado, o mais querido e valioso, o cliente! Também conhecido como consumidor, usuário, público alvo e por aí vai… Todas as empresas precisam dele para existir, e manter o consumidor fiel à sua marca vem sendo uma tarefa cada vez mais difícil. 

Ficou para trás o tempo em que, para ter o coração do consumidor, bastava vender um produto bom e barato. É preciso muito mais… Hoje, grandes marcas competem para ter a chance de proporcionar a melhor experiência para o consumidor

Recebendo tanta atenção, o cliente ficou extremamente criterioso e atento a qualquer deslize e, caso isso aconteça, ele não pensa duas vezes pra mudar de marca.

A cada problema que aparece no caminho do consumidor, existem inúmeras empresas que o resolvem com uma mão nas costas. Mas uma empresa que, além de resolver o problema, ainda seja capaz de colocar um sorriso no rosto e trazer um calor no coração desse cliente, isso é bem mais difícil de se conseguir.

E é difícil porque a empresa precisa criar um vínculo especial com seu consumidor, tem que ir a fundo e ser capaz de predizer o que ele gostará ou não, e quanto esforço estará disposto a empenhar. E o mais importante, garantir que tudo o que foi feito ficará claro e será entendido intuitivamente. Complexo, né?

Pois é aí que entra a UX, User Experience ou Experiência de Usuário, traduzido do inglês. Criada por Don Norman na década de 90 enquanto trabalhava na Apple, a definição surgiu pois ele queria melhorar a experiência do usuário com seus computadores. Não só no momento em que interagiam com o computador ligado, mas no antes e depois disso. 

Um bom exemplo disso é como um restaurante que tem o melhor hambúrguer da cidade. De nada adianta um hambúrguer perfeito se não pensarem no conforto, no atendimento e no menu, entre outros detalhes tão importantes quanto. Cada um desses itens pode fazer um cliente decidir se gasta mais ou menos, se volta ou não, se indica ou fala mal do restaurante. Tudo tem que ser muito bem planejado para agradar e realmente atendê-lo!

Mas como a prática de UX vai impactar meu negócio?

Esse planejamento, focado na experiência do usuário, também pode economizar esforço e dinheiro, e aumentar os lucros de sua empresa. Segundo o livro de Robert Pressman, “Engenharia de Software: Uma Abordagem Profissional”, a cada R$ 1,00 gasto em UX para resolver um problema durante o planejamento do produto, R$10,00 seriam gastos para resolver o mesmo problema no desenvolvimento e R$ 100,00 ou mais para que o problema fosse resolvido depois que o produto fosse lançado. Ou seja, além de evitar problemas, esse planejamento também pode direcionar e facilitar o caminho entre o cliente e seu produto.

Um recente estudo realizado pela Forrester Research revelou que uma interface de usuário bem projetada pode aumentar a taxa de conversão de um site em até 200%, e uma boa experiência de usuário pode subir as taxas de conversão em 400%. 

Não é à toa que grandes empresas multinacionais são defensoras de investimentos em UX. A Amazon, por exemplo, aplica testes A/B continuamente em todos os aspectos das interfaces que atendem seus clientes, atualizando-as e redesenhando-as  constantemente com base em dados. Desde 2015, a Amazon vem sendo a maior loja de e-commerce do mundo e a mais valiosa nos Estados Unidos. 

Já aqui no Brasil temos o caso do Nubank, a principal fintech da América Latina que nasceu em 2013 e hoje já conta com mais de 5 milhões de clientes fiéis. Desde o nascimento, a fintech tem o usuário como centro de todas as suas decisões. Segundo Guilherme Neumann, ex-UX Lead do Nubank, “a solução de design ou de interface que surge é consequência não só do trabalho que o designer faz, mas da preocupação que todo mundo no Nubank tem com a experiência de quem usa o produto.”

Vemos como a UX se mostrou importante para essas empresas, e pode ainda ajudar outras a alcançar inúmeros benefícios, como:

  • Aumentar o lucro e conversão: usuários se tornam leais a produtos fáceis de usar;
  • Aumentar índices de satisfação do consumidor: usuários amam produtos bem desenhados que dão o que ele precisa e o que ele nem sabe que precisa;
  • Diminuir contatos com suporte: testes com usuários resultam em usabilidade mais fluída e intuitiva para o maior número de pessoas;
  • Evitar o retrabalho no desenvolvimento do produto: UX foca no entendimento da jornada de usuários e na aplicação de testes, o que diminui a ocorrência de erros de planejamento;
  • Reduzir o risco de produzir o produto errado: as pesquisas com usuários vão buscar produtos que agreguem real valor a eles no dia-dia.

Para começar a investir em UX, o primeiro passo pode ser agregar um Product Designer ao seu time, alguém que seja capaz de trazer a cultura de User Experience para dentro da empresa e engajar os times como um todo.

O passo seguinte é formar times com especialistas em áreas específicas da UX, como pesquisa, escrita, interface (UI), prototipagem e testes. O ideal é que todos se complementem, ao mesmo tempo que, individualmente, tenham capacidade de atuar em todas as áreas da UX.

Quer saber mais sobre esse assunto? Entre em contato com a gente para conversarmos sobre como incluir UX na prática. Várias empresas já tiveram resultados positivos depois de incluir UX no dia a dia e a sua pode ser a próxima!

Sem Parar: Entenda como uma das maiores empresas de pedágio do mundo aumentou sua base de usuários no app em 315%

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As 5 disfunções de um time e como evitá-las para ter pessoas mais engajadas

Por Filipe Machado

Durante o dia a dia de trabalho, um time pode apresentar algumas disfunções, seja por brigas internas, desconfiança, falta de comprometimento ou mesmo por disputa de posição. Esses problemas são comuns, mas podem se tornar impedimentos para que a equipe atue de forma engajada e com alto desempenho.

Mas, se você está lendo esse texto, deve estar pensando: como exigir que um time composto por pessoas com diferentes experiências, personalidades e motivações reme junto para o mesmo objetivo?

Foi sob essa ótica que Patrick Lencioni escreveu o livro “As 5 Disfunções de um Time“, que traz um modelo piramidal com essas cinco disfunções: Falta de Confiança, Medo do Conflito, Falta de Comprometimento, Ausência de Responsabilidade e Falta de Resultado.

Confiança

Falta de confiança é a base da pirâmide das 5 disfunções de um time. Sem confiança entre os membros não há como sustentar as outras 4 disfunções. Quando um time está em formação, os indivíduos se protegem dentro de uma casca para não se tornarem vulneráveis. Eles são incapazes de demonstrar suas fraquezas e se abrir uns com os outros. Relutam em pedir ajuda ou a se prontificar a ajudar uns aos outros. A ausência de confiança traz uma enorme perda de energia e tempo para os membros do time.

Contudo, para se ter confiança é necessário quebrar essa casca e mostrar suas deficiências, fraquezas, necessidades… Nem todos os dias são perfeitos e os membros do time precisam confiar uns nos outros para expor e entender tais situações. Uma boa dose de empatia ajuda muito a construir uma base sólida de confiança. Além disso, o time precisa ter as habilidades necessárias e confiar que são capazes de resolver determinado problema de negócio.

Conflitos

Times sem confiança são incapazes de encarar conflitos da forma que precisam ser encarados, causando certa harmonia artificial. O medo do conflito cria intrigas e discussões veladas que não são saudáveis quando o time deveria estar comprometido e focado na direção de um único propósito. Afinal de contas, quando falamos de time, todos ganham e todos perdem. Por essa razão, os conflitos devem ser encarados de frente, com transparência e respeito.

Comprometimento

Quando os conflitos são encarados de frente, o time passa a exigir mais comprometimento interno de modo que todos consigam falar e serem ouvidos. É necessário que os membros do time tenham abertura para expor suas ideias e que todos tenham respeito uns pelos outros. Contudo, nem tudo que é falado será acatado.

É necessário encontrar um ponto em que uma decisão seja tomada de modo que todos estejam de acordo, que o propósito esteja claro para todos. Dessa forma, todos estarão engajados e comprometidos no mesmo objetivo.

Ausência de Responsabilidade

Times que não são comprometidos não têm responsabilidade. Uma vez que o time esteja comprometido é necessário que seja consciente e não se esconda de suas responsabilidades. Responsabilidade é mais sobre ação do que reação, ou seja, num time responsável, que caminha na mesma direção, não deve haver delegações.

Preferencialmente, os membros devem ser auto-organizados e pró-ativos na criação de soluções. Um time responsável não encontra culpados, pelo contrário, busca junto soluções pois sabem que estão envolvidos dentro do mesmo objetivo e que o sucesso ou fracasso depende de todos.

Falta de Resultado

Quando os indivíduos não são responsabilizados, os membros da equipe naturalmente tendem a buscar seus próprios interesses e não os interesses da equipe. Porém, quando há responsabilidade e comprometimento, os conflitos são encarados abertamente e a confiança está plena, os membros do time naturalmente focam seus esforços em prol dos resultados, pensando no bem coletivo em detrimento às realizações pessoais.

Removendo essas falhas

Para que um time atinja alta performance e entregue cada vez mais, resultados melhores, de forma eficaz e eficiente, naturalmente você precisará tratar essas 5 disfunções.

Os benefícios desse processo para o time são: 

  • Reconhecer suas fraquezas e limitações e sentir-se mais confortáveis em pedir ajuda; 
  • Compartilhar skills;
  • Focar na solução de problemas, pensando no coletivo;
  • Tomar decisões de forma mais rápida;
  • Enfrentar problemas críticos de frente;
  • Estar sempre alinhados e focados no mesmo objetivo; 
  • Aumentar o engajamento das pessoas.

Por fim, entenda que todas as disfunções estão conectadas. A chave é começar construindo uma base sólida de confiança e, em seguida, incentivar conflitos saudáveis, manter a responsabilidade e definir objetivos claros, garantindo que o time comunique-se sempre com clareza.

Precisa de ajuda sobre esse assunto? Nós temos algumas ferramentas essenciais para resolver situações como essas! Clique aqui e conheça.

https://old.agile.whit.digital/voce-parece-agil-mas-nao-tem-foco-no-cliente-provavelmente-esta-perdendo-o-jogo/


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Você sabe quais são os pilares para uma Transformação Digital correta?

Entenda agora as cinco bases necessárias para ter sucesso e vantagem competitiva nesse processo de Transformação Digital

Todos os dias podemos perceber o quanto o mundo está se transformando e como isso está acontecendo cada vez mais rápido. “Estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes”, disse Klaus Schwab, Fundador e Presidente Executivo do World Economic Forum, sobre o futuro insondável, ambíguo e aberto da Quarta Revolução Industrial.

Neste cenário, a Transformação Digital acabou virando uma nova buzzword no mercado, no qual muitos dizem que fazem essa jornada de mudanças, mas poucos realmente realizam de forma eficiente, com uma visão holística do tema. 

Vale ressaltar que algumas empresas já nasceram na era Digital e de uma forma Digital, enquanto outras empresas nasceram Tradicional e só agora estão tentando migrar para um mundo Digital. Com isso, não é raro ver pessoas que tentaram transformar empresas tradicionais sem sucesso, se desligarem dessas corporações e criarem uma nova companhia, agora já com a cultura digital enraizada, desde seu nascimento. 

Por isso, atualmente, classificamos as empresas em dois grupos: 

  • Empresas que nasceram de forma tradicional e agora estão tentando migrar;
  • Empresas que já nasceram com a cultura digital.

Como já explicamos mais profundamente em um outro texto aqui do blog, entendemos por Transformação Digital como uma mudança fundamental na forma como a empresa se organiza, com uso de tecnologia, pessoas, processos e modelos de negócios, visando estar adaptado à um universo mais complexo e dinâmico, onde é fundamental ter foco na geração de valor ao cliente. Isso será decisivo na vida das empresas: quanto mais mindset digital a organização possuir, maior vantagem competitiva no mercado ela terá nesse novo mundo VUCA.

Para essa mudança acontecer, ou seja, a empresa sair do Tradicional e ser mais Digital, nós da Agile.Inc criamos um modelo que ajuda nesse processo de migração. Esse conceito foi desenvolvido pela nossa equipe, depois de muitos estudos e prática no dia a dia. 

Temos então cinco pilares para uma Transformação Digital correta:

Pilares para uma Transformação Digital correta

CULTURA

A mudança de cultura está como primeiro pilar para a verdadeira Transformação Digital acontecer, não por acaso. Afinal, tudo se resume em uma mudança cultural e de mindset. 

Entre as diversas mudanças de cultura, podemos destacar: 

  • Colocar realmente o cliente como ponto central do seu negócio;
  • Ter uma cultura de inovação aplicada;
  • Empoderar os times, mas com alto alinhamento;
  • Criar uma cultura de “não ter medo de falhas” e
  • ter mais transparência nas ações, decisões e planos

Esses são alguns exemplos de como a mudança cultural é o ponto primário da transformação.

“Você comete muitos erros ao longo do caminho, mas tudo bem. Não há problema em cometer erros, contanto que você aprenda com eles. (Meu pai e CEO) Vince tem uma expressão: ‘Tudo bem cometer erros, mas nunca cometer o mesmo erro duas vezes.’” – Stephanie McMahon, diretora de marca da WWE durante debate, em 2018. – https://www.istoedinheiro.com.br/confira-10-frases-inspiradoras-do-forum-economico-mundial-de-davos/

CAPACIDADES INTERNAS

Além da cultura, as empresas precisam de novas capacidades internas, ou seja, os times precisam ter novas habilidades para resolver problemas mais complexos. 

Entre essas competências, podemos ressaltar algumas como:

  • Trabalhar com novas tecnologias (Big Data, Blockchain, Machine Learning, entre outras);
  • Agilidade no desenvolvimento de produtos,
  • Gestão lean na concepção de produtos;
  • Uso do Design de maneira estratégica.

Esses são apenas alguns exemplos de capacidades internas que precisam ser desenvolvidas, dependendo do contexto de cada negócio.

ESTRUTURA E GOVERNANÇA

Esse pilar consiste em repensar a forma como a empresa está organizada. Empresas que já são digitais, se organizam de forma diferente das tradicionais:

  • Como as áreas da empresa estão estruturadas?
  • Como quebrar os silos da organização?
  • Como o budget é definido?
  • Como as iniciativas são priorizadas?
  • Como o acompanhamento do trabalho é feito de forma transparente?
  • Como criar maior eficiência operacional, por exemplo, com automação?

Novamente, esses são alguns exemplos de questionamentos que são abordados durante essa transição de empresas Tradicional para a era Digital, no que se refere a estrutura e governança, variando muito para cada tipo de negócio.

PESSOAS

Ter as pessoas certas, nos lugares certos e com o correto direcionamento é fundamental. Nesse pilar da verdadeira Transformação Digital, olhamos:

  • Papéis e responsabilidades (destacando que, não adianta estar apenas definido, mas deve ser seguido e monitorado de forma natural por todos), 
  • Como está a motivação das pessoas;
  • E qual modelo de liderança a ser aplicado.

Como pensamos aqui na Agile.Inc – no final do dia, são sempre pessoas trabalhando com pessoas para criar produtos para outras pessoas

Mas, infelizmente, ainda vemos muitas empresas tratando pessoas como recursos, de uma forma bem “comoditizada”, no qual basta apenas contratar colaboradores da consultoria que for mais barata, por exemplo.

MODELOS DE NEGÓCIOS

O quinto pilar da Transformação Digital consiste em pensar em novos modelos de negócios para o mundo VUCA. A forma como as pessoas compram e consomem serviços está mudando e as empresas precisam se adaptar o mais rápido possível.

Por exemplo, o típico caso do banco que começa a cobrar algo sem que você veja e saiba, já não é mais aceito por todos. Se isso acontece, as pessoas logo vão para as redes sociais ou sites de reclamação falar sobre isso, gerando problemas para a imagem da instituição. Surge então com mais frequência novos modelos de serviços, como os de Assinatura, Freemium, OnDemand, entre outros, visando sempre a experiência do usuário.

O trabalho consiste então em desenvolver esses cinco pilares para uma Transformação Digital correta nas organizações. Sentimos que cada empresa possui um dos pilares mais ou menos desenvolvido, ou com a necessidade de desenvolvimento de um pilar primeiro, etc.

Entretanto, acreditamos muito que alguns pontos são alavancas propulsoras para a transformação, ou seja, nem tudo vai acontecer ao mesmo tempo. As alavancas são:

  • Desenvolver a liderança
  • Capacitar os times
  • Aplicar conceitos de Agilidade

Se começarmos por esses três pontos, todo o resto acaba sendo incentivado de forma positiva. Conte conosco nesse processo de transformação – queremos cada vez mais levar a verdadeira transformação digital para as empresas e pessoas. 

Leia também:

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O que de fato é a Transformação Digital?

Enquanto você não entender em detalhes o que é a Transformação Digital, seu time vai continuar tendo grandes esforços com baixos resultados. Entenda de vez e saia na frente!

Será que a transformação digital pode me ajudar a fazer mais com menos? Consigo entregar mais resultados em minha empresa? Trabalhar de forma mais eficiente, que gere mais entregas? O que posso melhorar no meu dia a dia, para ser mais digital? 

Essas são algumas das várias dúvidas que chegam até nós, todos os dias, sobre o que é e quais os benefícios dessa tal transformação digital… Entretanto, ainda existe muita nebulosidade sobre o tema, tanto por falta de informação consistente, quanto por modismo de muitos tentando vender esse tipo de serviço ou realizar essas mudanças, cada um à sua maneira.

Como várias outras modas do passado e outras que aparecerão no futuro, elas podem ser exageradas em algum momento por quem não entende do tema. Contudo, as dúvidas mencionadas acima permanecem na cabeça das pessoas.

Bom, mas o fato é que não basta as empresas seguirem a moda ou fazerem algo apenas “para inglês ver”, de forma mecânica… Como diz Antonio Costa, sócio da Agile.Inc: “No final do dia, o cliente vai comprar seu produto ou serviço, não por que você usa Agilidade ou por que você faz a Transformação Digital. O cliente vai comprar seu produto porque você realmente gera algum valor para a vida dele.

O que está acontecendo no mercado?

Basicamente, boa parte da transformação digital está pautada na Quarta Revolução Industrial, que está acontecendo no mercado, nos dias atuais. 

  • A Primeira Revolução Industrial usou a energia da água e vapor para mecanizar a produção. 
  • A Segunda usava energia elétrica para criar produção em massa. 
  • A Terceira usou eletrônica e tecnologia da informação para automatizar a produção. 
  • Agora, a Quarta Revolução Industrial está se consolidando na Terceira – a revolução digital que ocorre desde meados do século passado. É caracterizada por uma fusão de tecnologias que está desfocando as linhas entre as esferas física, digital e biológica.

Fonte: https://www.weforum.org/agenda/2016/01/the-fourth-industrial-revolution-what-it-means-and-how-to-respond/

A forma como as pessoas estão conectadas por celulares, as novas gerações que surgem de clientes, de colaboradores que já nasceram num mundo digital e se comportam totalmente diferente, o poder de novas tecnologias como impressão 3D, nanotecnologia, IoT, IA, entre outros, tudo isso faz com que o mundo e os negócios se tornem muito mais complexos e dinâmicos, dentro do cenário VUCA, como é amplamente falado. 

Ou seja, as empresas precisam estar adaptadas a essa nova realidade! Como diz  Fernando De La Riva: “Estamos usando teorias de administração do século 19, com estruturas organizacionais e de incentivo do século 20, num ambiente de negócios do século 21. VUCA é o novo normal do ambiente de negócios”.

O que de fato não é a Transformação Digital?

Diante deste cenário de mercado, vamos entender primeiro o que não é Transformação Digital:

– Não é algo prescritivo que você compra e vêm em uma caixinha, bastando apenas instalar;

– Não é uma bala de prata;

– Não é apenas “colocar uma roupa ágil” e cometer erros básicos muito comuns;

– Definitivamente, não é digitalização de canais;

– Não é pagar treinamentos para a equipe, quando tem budget sobrando, para seguir uma tendência e evolução de mercado.

Mas, e o que é a tal Transformação Digital?

Transformação Digital é um processo de mudanças com o objetivo de ajudar as empresas a obterem mais resultados, a entregar mais valor constante, a trabalhar de uma forma mais responsiva, produzindo mais e mais aderente às necessidades atuais dos clientes e dos funcionários.

Nós, da Agile.Inc, entendemos por Transformação Digital como: 

Uma mudança fundamental na forma como a empresa se organiza, com uso de tecnologia, pessoas, processos e modelos de negócios, visando estar adaptado à um universo mais complexo e dinâmico, onde é fundamental ter foco na geração de valor ao cliente. Isso será decisivo na vida das empresas: quanto mais mindset digital a organização possuir, maior vantagem competitiva no mercado ela terá nesse novo mundo VUCA.

Esse conceito consiste em vários pontos, tais como:

– Mudar a forma com que as áreas de uma empresa se conectam ao trabalharem em conjunto, principalmente suportando as áreas de negócios;

– Realmente colocar o cliente no centro das tomadas de decisão;

– Ter mais transparência e dar visibilidade ao que está acontecendo para todos;

– Priorizar as entregas e se perguntar sempre “será que estamos fazendo a coisa certa?”;

– Integrar o mindset Ágil em uma base diária dentro dos times;

– Descentralizar decisões, mas com alto alinhamento;

O risco de não fazer direito é muito latente

Muitas dúvidas podem estar passando por sua mente agora, especialmente aquela sensação de não estar fazendo e nem se preparando para a transformação digital ainda. E isso é muito arriscado! Em recentes pesquisas, identificou-se que o risco de não fazer a Transformação Digital corretamente é a ameaça número 1 apontada por diretores, executivos e C-levels, em 2019. 

“As operações existentes e a infraestrutura de tecnologia legada representam um risco para as empresas que não conseguem se transformar com rapidez suficiente para competir com as que ‘nasceram digitais’”, revela um estudo realizado pela Iniciativa de Gerenciamento de Riscos da Universidade da Carolina do Norte e pela empresa de consultoria de gerenciamento Protiviti Inc.

Fonte: https://blogs.wsj.com/riskandcompliance/2018/12/05/businesses-predict-digital-transformation-to-be-biggest-risk-factors-in-2019/

Ou seja, caso a empresa não consiga fazer a correta Transformação Digital, ela vai perder espaço no mercado para as organizações que estão conseguindo fazer o processo da maneira adequada. Levando em conta que algumas empresas já nasceram digitais, já são customers centric e conquistaram a preferência de seus clientes; e possuem uma cultura forte e um mindset de inovação e melhoria contínua, desde a escolha dos funcionários, processos internos, até a postura de sua liderança.

Conclusão

Diante de todos esses fatos e explicações sobre um dos assuntos mais falados dos últimos tempos, você se sente preparado para fazer essa mudança fundamental na forma como sua organização trabalha? Como fazer essa transformação acontecer da melhor forma possível, de modo que a empresa possa sair na frente? Como não ficar para trás e ser obrigado a reagir de forma desesperada no futuro?

Essas são perguntas que muitos executivos possuem e para responder esses questionamentos que nós da Agile.Inc trabalhamos.

Tem alguma outra dúvida? Conte-nos aqui nos comentários!

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