Eleve seu nível de maturidade ágil com 4 práticas simples

by Rodrigo Pinto

Eleve seu nível de maturidade ágil com 4 práticas simples

by Rodrigo Pinto

by Rodrigo Pinto

Uma das grandes necessidades das empresas nos dias atuais é ter melhores resultados, mais produtividade, é conseguirem realmente se conectar cada vez mais com seus clientes. 

A questão é que a corrida para ter mais vantagem competitiva no mercado só aumenta e muitas organizações ainda não estão conseguindo desenvolver produtos digitais que te deixam a frente dos concorrentes, e que encantem seus usuários de verdade.

Muitas empresas se dizem digitais ou ágeis, mas lá no fundo vemos que elas ainda são tradicionais, com uma mudança, na maioria das vezes, de fachada.

Todos os dias muitas dúvidas chegam até nós. São pedidos de ajudas, para as pessoas que querem mudar esse cenário nos seus times. As principais dúvidas que chegam são:

  • Como faço para criar melhores produtos digitais?
  • Como faço uma transformação ágil de verdade?
  • Onde termina o ágil e começa o digital?
  • Mas porquê todos esses problemas acontecem? 
  • Será tudo isso normal? 

 

Começando pela última pergunta: sim, tudo isso é normal. Esse é um processo comum no mercado, e normal de acontecer com sua empresa.

Porém, é necessário que as empresas deem os próximos passos o quanto antes, que consigam evitar erros e falhas básicas para realmente serem ágeis e digitais.

As empresas que melhor passarem por essa fase, conseguirão se destacar muito, e realmente terão vantagem competitiva.

E os profissionais que conseguirem fazer essa evolução nas empresas, com certeza vão se destacar perante a média de pessoas. 

 

Transformação Ágil de verdade

A verdadeira transformação ágil, que é a base da transformação digital, é uma longa jornada e não apenas uma instalação de algum modelo pronto.

Não basta “comprar o ágil” de alguma consultoria tradicional, treinar todo mundo, mudar nomes de métodos, e pronto, achar que já é ágil.

Você só será ágil quando você conseguir ter:

  • Pessoas com mais habilidades para construção de produtos digitais;
  • Melhores e mais ágeis processos para essa criação;
  • Visão de verdade sobre produtos digitais;
  • Boas práticas de engenharia;
  • Uma liderança realmente ágil, entre outros.

 

Porém para atingir esse objetivo, existe uma jornada, existem estágios, existem fases por onde a empresa passa, para conseguir criar realmente melhores produtos digitais.

Você não mede se a empresa é ágil ou não, mas sim, o quanto ágil ou não ela é. 

 

Estágios da mudança

Imagine essa situação: existe um problema, você percebe que a organização está perdendo dinheiro, você sabe que pode ter melhores processos, que precisa de times de alto desempenho e de entregas que realmente agregam valor, mas não sabe como, nem por onde começar a mudar.

Atualmente, as organizações querem ser ágeis, mas, na maioria dos casos, elas nem sabem o porquê querem…

Elas apenas decidem isso e acreditam que a agilidade vá resolver essas situações citadas acima.

E, por conta dessa decisão sem propósito, é comum implantar algum método ágil de forma mecânica, sem aprender profundamente e incorporar no dia a dia os conceitos e princípios, sem mudar o status quo.

E o resultado disso é que a produtividade dos times pode cair!

Isso acontece por conta da curva da mudança, a Curva em J, um processo complexo explicado pela psicoterapia.

Desenvolvida pela psicoterapeuta Virginia Satir, o modelo é descrito em 5 estágios, que surtem efeito sobre os sentimentos, pensamentos, desempenho e filosofia.

Ao passar por esses efeitos você consegue melhorar a forma em que processa a mudança e como ajuda outras pessoas a processá-las.

Quando falamos em agilidade organizacional, pode-se também usar a curva em J como uma estrada a ser percorrida.

Em diversos aspectos, a agilidade ajuda a reduzir riscos.

Mas, quando estamos falando de mudança organizacional, essa agilidade, na maioria das vezes, irá expressar primeiramente em um leve declínio de desempenho. 

Portanto, é importante dizer que isso é totalmente normal, e está diretamente ligado a mudanças no status quo da organização, que logo após esse declínio irá começar a elevar seus resultados e a performance dos times.

 

4 praticas simples para você elevar o seu estágio de Maturidade Ágil

 

No geral, este processo acontece quando uma pessoa ou um pequeno time busca entender melhor sobre os conceitos ágeis e começa pequenas iniciativas.

Ao perceber os benefícios, ela sente que precisa passar por essa transformação (mesmo sem saber ao certo o que é ser ágil).

Por conta dessa percepção rasa do significado de “ser ágil”, algum método implantado nessa organização de forma mecânica e sem estratégia, seja Scrum, Kanban, entre outros, fará com que a produtividade do time caia. Isso é exatamente o que diz a Curva J.

Para evitar que os erros citados acima continuem acontecendo, é preciso ter as pessoas corretas para passar por esse processo de mudanças.

E elas devem começar entendendo primeiro o cenário no qual se está. 

Após muitos estudos, identificamos que existem quatro estágios, nos quais é possível entender o quanto as empresas estão atrasadas no desenvolvimento de produtos digitais ou o quanto estão sendo realmente ágeis e criando produtos da melhor forma possível.

Podemos classificá-los como estágios de maturidade ágil e eles são divididos em 4 níveis: empresas tradicionais; ágil mecânico; tentando ser ágil e ágil profissional. 

  • As empresas tradicionais são essas que entendem um pouco sobre agilidade e tentam implementar alguns conceitos e práticas de forma rasa;
  • Já a maior parte das organizações estão praticando o que chamamos de ágil mecânico, no qual já se conhece a transformação ágil, se aplica no dia a dia, mas não o processo completo ou de forma realmente incorporada;
  • No segundo nível estão as empresas que estão tentando ser ágil, numa fase de transição na qual elas ainda não são realmente ágeis, mas estão caminhando bem para tal;

E no terceiro estágio, temos as organizações que rodam o ágil profissional, que são aquelas que estão à frente no mercado e desenvolvem produtos digitais com os profissionais corretos, com os melhores processos e práticas de engenharia, com a correta visão de produto.

 

4 praticas simples para você elevar o seu estágio de Maturidade Ágil

 

Quanto mais a maturidade, é nítido que maiores benefícios serão colhidos, e assim a empresa terá maior produtividade, desempenho, maior conexão com o cliente, e terá então a vantagem perante os concorrentes.

 

Conhecendo os 4 estágios de maturidade ágil, em busca do alto desempenho

 

Estágio 0 – Empresas Tradicionais

São aquelas empresas onde o colaborador ou gerente já escutou falar sobre a transformação ágil mas não colocou em prática ainda.

Normalmente, são empresas que, uma pessoa já leu algum livro ou artigo sobre metodologia ágil, entendeu a importância desse processo como um todo e vai começa a ir em busca de uma consultoria a fim de ter ajuda profissional na transformação.

É aquela empresa que está iniciando no mundo da transformação digital e está com receio das mudanças que precisam ser feitas.

Apesar de tentar implementar alguns conceitos e práticas, ainda não conseguiu incorporar a mentalidade ágil no esqueleto da empresa, fazendo com que os resultados não cheguem.

 

Estágio 1 – Ágil Mecânico

É o estágio onde a maioria das empresas estão!

Nesse ponto, já se conhece o conceito de transformação ágil, mas não o processo completo.

Normalmente, a empresa já utiliza métodos como o Kanban, possuem alinhamentos diários, muda os nomes de áreas para squads, usam post-its para organizar tarefas e alguns outros métodos organizacionais…

Apesar disso, ainda não pode ser considerada, de fato, uma empresa ágil.

  • Ainda não é uma organização transparente e com objetivos claros
  • Não possui transparência das informações, com muita gestão visual
  • Ainda não possui entregas em ciclos curtos, com foco na geração de valor
  • Falta mais visibilidade, melhoria em processos e áreas mais colaborativas

 

4 praticas simples para você elevar o seu estágio de Maturidade Ágil

 

Isso é o Ágil Mecânico! Um estágio no qual já se conhece e utiliza alguns conceitos e práticas ágeis, mas a cultura, o mindset, ainda é completamente tradicional e taylorista.

É possível mudar o comportamento desta empresa e chegar num outro nível de maturidade ágil?

Sim, com treinamentos, consultoria e montagem de times de alto desempenho – que é o que fazemos com a ajuda da Agile School – nossa área educacional – e na Agile Inc, desenvolvendo soluções corporativas.

Esse estágio também é conhecido como Ágil Zumbi. 

  • Zumbi é uma pessoa, não é? Tem braços, pernas, um pedaço da cabeça. Mas sabemos que o zumbi não é uma pessoa de verdade pois não tem cérebro pensante e nem coração pulsante. 
  • Fazendo um paralelo, muitas empresas estão maturidade Ágil Zumbi: elas até rodam um processo ágil, até tem um agilista e um product owner certificado, mas no fundo, elas não tem um agilista que remove impedimentos, não tem um product owner com autoridade sobre o produto, não tem um líder que entende o que é ser líder, só tem quadros kanban mas não analisam fluxo. Ou seja, são mais parecidos com Zumbi!

 

Estágio 2 – Tentando o ágil

Essas empresas estão em um nível intermediário, bem no meio do caminho. Apesar de já ter passado da fase ágil mecânico, ainda não possui fluxo de trabalho contínuo para pode ser considerada uma empresa ágil profissional.

Os processos ainda precisam ser aprimorados e os colaboradores ainda precisam desenvolver qualificações, conhecimentos e experiências.

É um estágio de processo no qual as empresas estão iniciando a jornada ágil. É um período de passagem, onde as empresas ficam por pouco tempo, já que estão na corrida pela transformação ágil e digital.

Nesse ponto, as empresas estão a cada dia que passa se transformando mais em uma organização ágil, estão no processo de adaptação e implantação de novas culturas e metodologias. 

 

Estágio 3 – Ágil profissional

A empresa já colhe os frutos da transformação ágil e já completou todo o processo de transformação, ela conseguiu concluir a etapa anterior.

Agora, as áreas se conectam ao trabalharem em conjunto, principalmente dando suporte as áreas de negócios, e realmente colocam o cliente no centro das tomadas de decisão.

Possuem mais transparência e se preocupam em dar visibilidade ao que está acontecendo para todos.

Além disso, priorizam as entregas e se perguntam sempre “será que estamos fazendo a coisa certa?”

Empresas que estão rodando um Ágil Profissional, possuem o mindset ágil em uma base diária dentro dos times e descentralizam decisões, mas sempre possuem um alto alinhamento entre todos os setores.

Não só a liderança, como os times já entendem sobre a importância de ter metas claras e bem definidas, além de alinhamento na execução de processos.

Os times são empoderados, cada um tem certa liberdade de decisão, não ficando tudo centralizado em um único gestor.

Além disso, inovações acontecem o tempo todo, já que existe total liberdade de adaptação em todas as áreas da empresa.

 

Os colaboradores trabalham motivados e, por isso, produzem mais soluções.

 

Na liderança ágil, objetivos são determinados, a empresa conhece a fundo o seu cliente, promovendo a entrega de valor e removendo impedimentos. 

Nós, da Agile Inc. te ajudamos a chegar nesse ponto. Nosso objetivo é encurtar a jornada da transformação ágil te entregando valor.

Ao fim do processo, quando sua empresa for ágil profissional, ou seja, ágil de verdade, você terá conquistado:

melhor eficiência operacional, melhor valor para seu cliente e gestão de risco (governança ágil que diminuirá seus riscos internos).

 

Como construir essa jornada de evolução?

Para você evoluir e chegar a ser uma empresa no estágio 3 – Profissional, é necessário que você monte seu plano de desenvolvimento, olhando algumas perspectivas.

 

4 praticas simples para você elevar o seu estágio de Maturidade Ágil

 

Aqui na Agile.Inc nós classificamos as organizações em 4 pilares, após criarmos um radar com perspectivas que mesclam o olhar operacional, tático, estratégico.

Vamos entender melhor cada um deles para que você possa identificar em qual estágio sua empresa se encontra e, assim, fazer melhorias até chegar ao ágil profissional, ou seja, desenvolvendo produtos digitais realmente inovadores.

Esses quatro pilares são Processo, Pessoas, Produto e Práticas de Engenharia.

 

Processo: diz respeito à forma como criamos os produtos digitais. Envolvem assuntos como objetivos estratégicos, métricas, gestão visual,gestão de impedimentos, agile product delivery, flow management, data driven, kaizen;

 

Pessoas: é importante entender se temos as pessoas corretas, no lugar correto, e com a motivação correta. Nesse pilar olhamos papéis e responsabilidades, senso de dono, metas claras, auto-organização, multidisciplinaridade, valores e princípios, comunidade de práticas, mindset de produto, product manager;

 

Produto: qual o produto que queremos criar, qual a visão de onde queremos chegar? Nesse pilar puxamos assuntos como product backlog management, métricas, UX, UI, visão de produto, maximização de ROI, foco no cliente e no valor, roadmap, backlog de portfólio;

 

Práticas de Engenharia: somente com as práticas de engenharia corretas é que conseguiremos ser ágeis de verdade, por isso alguns assuntos são extremamente vitais, como Automação, QA Ágil, DevOps, Definition of Done, Clean code, esteira ágil, arquitetura, integração do produto, times cross e enablers.

 

Baseado nesses pilares, e hora olhando mais de forma operacional, hora no prisma tático e hora estratégico, montamos um plano de evolução na jornada da empresa.

Plano esse que deve ser revisado constantemente, como se fosse um Product Backlog de um produto, mas nesse caso, um Change Backlog, para deixar sua empresa mais perta do Ágil Profissional.

Olhando os 4Ps e os níveis de maturidade, encontramos algumas características interessantes, que pode ser útil para você analisar se você está mais perto do tradicional ou mais perto do profissional.

 

Características desses pilares de uma empresa no nível Ágil Mecânico:

  • Time de desenvolvimento que se desentende
  • Product owner proxy: só tira pedido sem se importar muito
  • É um time tarefeiro que não pensa na valorização do produto
  • Não tem visão integrada
  • Não tem portfólio
  • Muitas decisões são tomadas baseadas por suposições e achismos, 
  • Faltam métricas, baseadas em dados
  • Scrum Master/ Agilista é aquela pessoa que está em suas primeiras experiências de agilidade. Ainda não tem muita expertise
  • Áreas divididas por pessoas que pensam e pessoas que fazem.
  • Times voltados para eficiência / tarefeiros
  • Não é claro onde começa e onde terminam suas responsabilidades
  • Liderança preditiva, que monitora seus colaboradores
  • A equipe serve o líder
  • Fluxo demorado, cada área tem sua tarefa e suas prioridades
  • Documentações não são claras
  • Testes são feitos de forma manual
  • Equipe é vista como codificadores
  • Ignoram ou escondem problemas técnicos

 

Características desses pilares de uma empresa no nível Ágil Profissional:

  • Foco no cliente como princípio básico
  • O time se entende e trabalha junto
  • Têm uma visão totalmente integrada dos processos
  • Têm uma visão geral do que está acontecendo, como um coach da organização
  • Os processos colaboram com a entrega de valor do produto
  • As pessoas expõem problemas
  • Colaboradores trazem novos insights
  • Erros são aceitos e fazem parte do aprendizado
  • É necessário utilizar a auto-organização, usando a sabedoria e inteligência de todo o time. 
  • O time é engajado, motivado e com propósito
  • Liderança muda de perfil, sendo uma cultura de entrega de valor, evitando desperdício.
  • O líder serve a equipe
  • Times trabalham juntos com o mesmo objetivo, fazendo com que as entregas sejam realizadas de forma rápida
  • Times multidisciplinares organizados não por áreas, mas por visão de produtos
  • Equipe é uma co autora, sabe qual a melhor solução para determinado problema
  • Dão transparência aos problemas técnicos, pois entendem que representam um risco a entrega e reservam tempo para resolvê-los

 

Criar um produto digital que realmente é ágil é algo complexo, logo não tem como as coisas serem feitas de forma separada (como é feito em empresas tradicionais).

Para que tudo funcione corretamente, as operações e os profissionais precisam estar integrados para que tudo seja feito de forma rápida, porém eficiente, e com foco na entrega de valor. 

 

Identificando o estágio de maturidade da minha empresa

Existem algumas perspectivas que podem ser analisadas e levadas em consideração para se identificar o quão ágil a sua empresa é considerada.

Confira quais são essas áreas e o que pode ser analisado:

 

Práticas e papéis

Têm-se como objetivo compreender se a organização está utilizando os processos de forma eficiente e, ainda, se todos sabem suas respectivas funções dentro da empresa.

Se você ainda não sabe como identificar isso, existem algumas perguntas que devem ser feitas:

  • Existe clareza de quais são as responsabilidades dos papéis disponíveis na empresa atualmente?
  • O fluxo de trabalho das equipes está visível?
  • As equipes possuem políticas explícitas (ex: definição de pronto para ser trabalhado, definição de pronto etc.)?
  • Gargalos e filas estão visíveis no fluxo de trabalho das equipes?
  • As equipes possuem clareza das principais fontes de retrabalho?
  • Práticas de engenharia de software estão sendo utilizadas para manter o código saudável?
  • O processo de publicação está automatizado?
  • Existem testes automatizados?

 

Métricas

Aqui a intenção é compreender se a sua empresa tem utilizado métricas de negócio e de processo.

E, se sim, em qual nível? É preciso reforçar a importância de desenvolver métricas de referência que irão ajudar na melhoria do seu produto.

Para analisar isto, pergunte-se:

  • As métricas de negócio estão sendo utilizadas no processo de tomada de decisão?
  • As métricas de negócio estão visíveis para todas as pessoas da empresa analisarem?
  • As métricas de negócio são utilizadas como referência no processo de definição de uma iniciativa (ex: quais indicadores de negócio serão alavancados pelo projeto X)?
  • As equipes utilizam métricas de processo para projetar prazos de entrega?
  • As equipes utilizam métricas de processo para analisarem a saúde do processo?

 

Priorização orientada ao negócio

A sua organização define prioridades?

É importante considerar que quando tudo é uma prioridade, na verdade nada é importante.

Afinal, tudo está no mesmo nível, precisando de atenção e urgência.

Por isso, é preciso entender se existe um processo estruturado de priorização.

Pergunte-se:

  • Existem critérios claros de priorização?
  • A priorização tem levado em consideração as necessidades dos clientes?
  • As métricas de negócio são utilizadas no processo de priorização das iniciativas?
  • É realizada uma análise das dependências entre as iniciativas antes da finalização do processo de priorização?

 

Resultado financeiro

A sua empresa mensura os resultados financeiros de suas iniciativas?

Isso é algo de muita importância numa jornada ágil.

Para descobrir se já estão fazendo isso ou não, pergunte-se:

  • A liderança da organização tem clareza dos objetivos de negócio de cada iniciativa?
  • As equipes estão metrificando o resultado financeiro das entregas?
  • A organização consegue classificar as iniciativas quanto ao resultado esperado (ex: essa iniciativa gerará maior eficiência no negócio, ajudará a conquistar market share, será uma inovação, antecipará o custo do atraso?)

 

Essas análises irão te ajudar a diagnosticar em qual etapa de agilidade a sua empresa está e onde você precisa melhorar.

 

Ok, eu sei meu estágio, como melhorar?

Agora que você já identificou em qual estágio a sua empresa está – e podemos afirmar que 85% das empresas estão mais próximas do Ágil Mecânico – existem algumas soluções que podem ser feitas para que a sua empresa avance na curva de mudanças de forma mais rápida e chegue ao status quo desejado. 

Nesse caso, será analisado algumas questões, sendo elas:

  • qual o problema de maturidade da empresa?
  • qual o mindset a nível executivo?
  • como está o seu time, ele está alinhado?
  • como os métodos ágeis foram implantados até agora?

 

Depois dessas análises, é importante saber que se você não tiver uma boa visão de produto, processos claros e organizados, pessoas com uma cultura e um mindset diferente, engajadas com propósito da organização, provavelmente, você não conseguirá chegar num outro status quo, nem avançar nos estágios de maturidade ágil de forma efetiva.

Para isso, você precisa dos profissionais e fornecedores corretos.

Essa é a melhor forma de ter um radar da sua organização, no qual apresentará onde estão as falhas, onde é preciso melhorar, para que assim seja possível montar uma estratégia efetiva e otimizada para a sua realidade.

 

E você pode fazer isso de três formas: com treinamentos, consultoria e com montagem de times de alta performance.

 

Treinamentos

É preciso elevar o nível de conhecimento das pessoas e incorporar o mindset ágil de verdade, de acordo com a necessidade da empresa e de seus colaboradores.

Todos os treinamentos oferecidos por nós, por exemplo, são certificados por organizações internacionais – como a Scrum.org, e realizados pela Agile School – nosso braço de educação.

 

Consultoria

Com a ajuda de consultores é possível realizar a ruptura da mentalidade tradicional para assim entender o modo no qual sua empresa pode criar e desenvolver produtos digitais, que geram maior vantagem competitiva.

 

Squads

Um time de pessoas com habilidades adequadas, conhecimentos corretos e experiência de mercado para executar toda essa jornada de mudanças, os SQUADs. Como cada cliente é único, é preciso analisar as condições de trabalho para montar uma equipe multidisciplinar adaptada para o seu tipo de negócio e necessidades.

Agora que você já sabe seu estágio de agilidade e o que deve fazer para chegar no ágil profissional, entre em contato com nossos consultores e transforme a sua empresa para sempre.

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